domingo, 14 de abril de 2013

Teste intermédio de Filosofia 2013: recursos para estudar

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Na tentativa de contribuir para que a situação descrita no cartoon não se verifique, seguem-se links - organizados por temas - para textos, fichas de trabalho, testes e exames nacionais abrangendo todos os conteúdos programáticos indicados pelo GAVE (Teste intermédio de Filosofia 2013 - informações) para o teste intermédio de Filosofia deste ano letivo.

Data de realização: 17 de Abril, ou seja,  é já a próxima quarta-feira!

Bom trabalho a todos!

1. A dimensão ética da ação humana. A necessidade de fundamentação da moral - análise comparativa de duas perspectivas filosóficas

1.1. A ética deontológica: Kant

Cumprir o dever pelo dever: um exemplo

Os imperativos de Kant

Agir bem para evitar problemas

Quais são as acções que têm valor moral?

As pessoas não são instrumentos

Como se formula, na linguagem de Kant, o princípio que o Manelinho encontra escrito no livro?

Devemos mentir para salvar a vida de um amigo? – Não, diz Kant (1)

Devemos mentir para salvar a vida de um amigo? – Não, diz Kant (2)

"Mentiras boas" e outras objeções à ética kantiana

Três minutos com Kant

Porque é que devemos ser bons com os outros?

Por dever ou apenas em conformidade ao dever?

1.2. A ética utilitarista: Stuart Mill

O utilitarismo: ideias básicas

Um prazer superior

Argumentos contra o utilitarismo

As teorias éticas de Kant e Stuart Mill: ideias fundamentais

Apontamento sobre o Utilitarismo

1 ou 200?

Um dilema moral da Medicina

1.3. Exercícios para resolver e questões para discutir sobre Kant e Mill

Rever Kant e Mill através das aulas de Michael Sandel (Os vídeos, que são excelentes e contém várias questões a que o autor responde, são: Qual é o mal de mentir? e Qual é a ação correta?)

Ética: fichas de trabalho sobre Kant e Stuart Mill

Qual dos personagens, o Calvin ou a Susie, está a agir de acordo com o princípio kantiano da moralidade?

Dilema ético em BD: Fox Trot

Dilema ético em BD: Zits

Para discutir na primeira aula de Filosofia

Enganar por amor

Lincoln: será correto mentir para defender a verdade?

2. Argumentação e lógica formal

A relação entre verdade e validade

Validade dedutiva

Construção de argumentos

Condições necessárias e suficientes: análise de um exemplo

A negação de proposições condicionais

Proposições contraditórias: análise de exemplos

Haverá aqui uma contradição?

Afirmação da antecedente e negação da consequente

Exemplos de falácias formais

3. Argumentação, retórica e filosofia

Generalizações e previsões

Contra-exemplo: o que é e para que serve

Argumento por analogia

Dois exemplos de argumentos falaciosos a não seguir

Falácias e palhaçadas

Falácias informais do apelo à ignorância, da derrapagem e do boneco de palha

Exemplos das falácias do espantalho e da derrapagem

Petição de princípio

Exemplos da falácia do apelo à ignorância

Autoridade acidental

O que é um argumento bom (ou cogente)?

Argumentos cogentes - 3 exemplos

Sobre o poder da retórica

O papel da retórica, segundo os sofistas e Platão

Sofista ou surfista?

É tudo relativo…não é?
A verdade prevalece?
A verdade não vem sempre ao de cima
O tempo até pode ser relativo, mas a verdade não
Procurar a verdade é valioso mesmo que não se consiga encontrá-la
Defender a objetividade não significa que se seja dogmático

O que é a democracia?

Filosofia, retórica e democracia: síntese das aulas do 11º ano

Meios de persuasão

Ethos, logos, pathos

Ethos, Logos, Pathos & pizza

4. Exercícios para resolver sobre lógica formal, argumentação, retórica e filosofia

Proposições: formalização e tradução para a linguagem simbólica
Operadores proposicionais
Formalização e identificação de argumentos (11º ano)
Ficha de Revisão: falácias informais
Ficha de Trabalho (sobre os diferentes tipos de argumentos)

Ficha de revisão: identificação de argumentos não dedutivos

Qual é a falácia?

Teste de avaliação: noções de lógica e lógica proposicional 

Teste de avaliação: lógica formal e informal

5. O problema do conhecimento e análise do ato de conhecer

Três significados de "conhecer”

Ficha de trabalho: identificação dos diferentes tipos de conhecimento

Algumas relações entre os vários tipos de conhecimento

O carácter factivo do conhecimento

O reconhecimento implícito da factividade do conhecimento

Um “sinal de Deus” será uma boa justificação?

Previsão certeira de sismo em Itália: crença verdadeira, mas não justificada

O Deco não percebe nada de Epistemologia

Dois contra-exemplos à chamada definição tradicional de conhecimento

Um “sinal de Deus” será uma boa justificação?

Algumas imagens que nos levam a duvidar dos nossos olhos e o cepticismo radical.

Como são parecidas a ilusão e a realidade!

O argumento céptico da regressão infinita da justificação: um exemplo.

O argumento céptico da divergência de opiniões.

Exemplo de divergência de opiniões: a música de Strauss é sublime ou mera gritaria?

Uma objecção ao argumento céptico dos erros e ilusões perceptivas.

É possível justificar a verdade das nossas crenças?

Uma dúvida inspiradora para os alunos do 11º ano

Cegos que não sabem que são cegos

Em terra de cegos quem tem um olho não é rei

5.1. Exercícios sobre o problema do conhecimento e análise do ato de conhecer

Teste de avaliação: o problema do conhecimento e o ponto de vista céptico

Aparência e realidade: um vídeo de Nigel Warburton

A vida será um sonho?

6. Análise comparativa de duas teorias explicativas do conhecimento

6.1. Descartes:

A dúvida metódica (este deveria ter sido o primeiro post deste blogue)

Um mar de dúvidas

Razões para duvidar, segundo Descartes

Como é que Descartes pretendeu ultrapassar o ponto de vista dos cépticos

O solipsismo e a necessidade de Deus no sistema cartesiano

Aparência e realidade: um vídeo de Nigel Warburton

Penso, logo existo - uma ideia que toda a gente conhece?

Descartes: argumentos para provar a existência de Deus

A objeção de Kant ao argumento ontológico: a existência não é um predicado

O argumento ontológico: diálogo entre um crente e um ateu

Objeção ao argumento da marca: criar a ideia de perfeição é diferente de criar a própria perfeição

Objeção a Descartes: o cogito é um entimema e não é uma crença básica

O “Deus dos filósofos” e o “Deus da fé”

Os conceitos cartesianos de intuição e dedução

A matemática é a priori mas não é inata

Cartoons cartesianos

6.2. Hume

Uma folha de papel em branco

Impressões e ideias

Cegos que começam a ver: impressões e ideias

O problema da causalidade

A causalidade segundo Hume

A crença na causalidade é instintiva

As superstições e a crítica de Hume à ideia de causalidade

A minha vida é real: conhecimento ou mera crença?

A abdução ou argumento a favor da melhor explicação

6.3. Exercícios para resolver e questões para discutir sobre Descartes e Hume:

Preparação para o teste intermédio do 11º ano: questões sobre Descartes e Hume

Críticas a Descartes: Ficha de trabalho

Sinto, logo existo?

Como se originou, segundo Hume, a ideia de Deus?

Teste de avaliação: Descartes e Hume

7. Testes intermédios realizados:

Enunciado do teste intermédio de Filosofia do 11º ano (2012) e  critérios de correção

Enunciado do teste intermédio de Filosofia do 10º ano (2011) e critérios de correção

8. Exames nacionais e critérios de correção

Exame nacional de Filosofia 2013: informações

Enunciado e critérios de correção do exame de Filosofia da 1ª Fase de 2012

Enunciado do exame nacional de Filosofia 2012 da 2ª Fasecritérios de correção

1 comentário:

Nelson Rodrigues disse...

Gostava de desejar boa sorte a todos os alunos de filosofia, para amanhã.
Já o nome da disciplina é muito: «amigo da sabedoria»... se valorizarem o estudo destas matérias no agora das vossas vidas, um dia mais tarde vão perceber a importância que teve para serem pessoas melhores.
Estarei unido a vocês.

Nelson (um antigo aluno)