sábado, 18 de Outubro de 2014

O nome das coisas: documentário

São quase 60 minutos de um excelente documentário sobre a escritora e poetisa Sophia.

Vale mesmo a pena ver até ao fim.

quinta-feira, 16 de Outubro de 2014

LIVRES E IGUAIS?

 

3º Encontro Presente no Futuro 2014  sobre o tema: "À Procura da Liberdade", organizado pela Fundação Manuel dos Santos.

segunda-feira, 13 de Outubro de 2014

Contra-exemplo: o que é e para que serve


Contra-exemplo
“Um caso particular que refuta uma generalização. Visto que se pode mostrar a falsidade de uma generalização por meio de uma única excepção, argumentar por contra-exemplos é um poderoso instrumento para as pôr em causa, e particularmente eficaz contra as generalizações apressadas.
Por exemplo, se alguém fizesse uma generalização apressada «Todos os médicos escrevem de maneira ilegível», então um único caso de um médico cuja escrita fosse legível refutaria a generalização. Afirmações abrangentes como esta são um convite à procura de contra-exemplos. Analogamente, se alguém declarasse «Nunca houve qualquer mulher cientista digna de nota», então a menção de Marie Curie seria suficiente para refutar a generalização, sem que fosse preciso mencionar outras mulheres cientistas a quem se podia razoavelmente atribuir notoriedade.
Supondo que o contra-exemplo é genuíno, a pessoa cuja generalização foi tão conclusivamente refutada nada pode fazer senão rever ou rejeitar a generalização. Uma forma de revisão consiste simplesmente em (…) mudar o «todos» explícito ou implícito para «alguns» ou «muitos» (…).”
Nigel Warburton, Pensar de A a Z, tradução de Vítor Guerreiro, Ed. Bizâncio, Lisboa, 2012, pág. 95

sábado, 11 de Outubro de 2014

Os gatos não têm vertigens

Eis um filme que vale a pena ver, com a atriz Maria do Céu Guerra, magistral como sempre!

Em exibição nos cinemas.

 

sábado, 4 de Outubro de 2014

Lógica proposicional: formalização e construção de tabelas de verdade.

 

Para os meus alunos do 11º A.

 

2014-15 11º ano Ficha de trabalho n 1.pdf by SaraRaposo

Bom trabalho a todos!

A bicondicional: tabela de verdade e exercícios

bicondicional - tabela

1. Considere as seguintes frases:

A. O jogo vai ser cancelado se e só se estiver a chover.

B. Estarem presentes pelo menos 10 pessoas é condição necessária e suficiente para a palestra ser dada.

C. Os triângulos são figuras geométricas com três lados.

D. A democracia existe se, e somente se, houver eleições livres.

1.1. Formalize as proposições expressas nas frases.

1.2. Elabore, para cada uma das alíneas, o dicionário .

1.3. Utilizando os operadores verofuncionais da condicional e da conjunção, apresente  uma forma proposicional equivalente à bicondicional.

***

Sobre a tabela de verdade da condicional e as condições necessárias e suficientes, ver AQUI.

sexta-feira, 3 de Outubro de 2014

O que parece não é




"EM PARTE INCERTA, realizado por David Fincher e baseado no best-seller mundial da escritora americana Gillian Flynn, revela-nos os segredos obscuros de um casamento moderno. No quinto aniversário de casamento, Nick Dunne (Ben Affleck) relata que a sua bela esposa, Amy (Rosamund Pike), desapareceu. Sob a pressão da polícia e com um barulho ensurdecedor causado pelos media, o retrato da união feliz de Nick e Amy começa a desmoronar-se. Rapidamente, as mentiras, os enganos e os comportamentos estranhos de Nick fazem com que todos questionem: Será que Nick Dunne matou a sua mulher?"

Nos cinemas a partir 2 de outubro 2014!

quarta-feira, 1 de Outubro de 2014

A alegoria da caverna: ficha de trabalho

Grupo I

A partir do texto de Platão, do post anterior, responde às seguintes questões:

1. A quem são comparáveis os prisioneiros de que Platão fala?

2. As “correntes” que prendem os prisioneiros representam, metaforicamente, o quê?

3. “Os prisioneiros julgavam que as sombras eram a realidade”. Qual é o significado desta afirmação?

4. Quais são, de acordo com o texto da alegoria da caverna, os conceitos contrários a:

A. Sombras

B. Ignorância

C. Ilusão

D. Prisão

5. Que relação existe entre o caminho que o prisioneiro faz em direção à luz exterior da caverna e a atitude filosófica?

6. O prisioneiro regressa à caverna para poder partilhar a sua descoberta com os outros que ainda se encontravam acorrentados. Quais são, segundo Platão, os motivos que o levam a agir deste modo?

7. Como reagem os outros prisioneiros ao serem confrontados com o carácter ilusório das sombras que viam? Como é que se pode justificar esta atitude dos prisioneiros?

8. Na alegoria da caverna, Platão defende algumas ideias fundamentais relativamente à educação e ao conhecimento. Enuncia-as por palavras tuas. Consideras que estas poderão ter alguma utilidade para a nossa vida?

9. Reescreve, por palavras tuas e tendo em conta o que aprendeste, a afirmação: “Cada um de nós pode decidir ser prisioneiro ou caminhar em direção à luz”.

10. Dá exemplos de questões filosóficas, que são colocadas na alegoria da caverna, relativas:

A. ao conhecimento;

B. à metafísica;

C. à ética.

Grupo II

Para responder às questões a seguir apresentadas, deverás efetuar uma pesquisa (em livros ou na Net).

Indica as fontes de onde retiraste a informação.

1. O orador na alegoria da caverna é Sócrates, o mestre de Platão.

1.1. Quem foi Sócrates?

1.2. O que fazia?

1.3. Porque motivo foi condenado à morte?

2. Na opinião de alguns filósofos, “Sócrates não foi apenas um filósofo, representa a própria atitude filosófica”. Esclarece o significado desta afirmação.

Bom Trabalho!

A professora: Sara Raposo.