sexta-feira, 4 de janeiro de 2019

Matriz do 3º teste do 10º ano

falácia ad hominem

Duração: 90 minutos.

Natureza dos itens: escolha múltipla, resposta curta e resposta restrita.

Objetivos:

1. Compreender a distinção entre validade dedutiva e validade não dedutiva.

2. Compreender a distinção entre falácias formais e falácias informais.

3. Compreender as formas argumentativas válidas estudadas: negação dupla, modus ponens, modus tollens, silogismo disjuntivo, silogismo hipotético, contraposição e as leis de De Morgan.

4. Compreender as formas argumentativas inválidas estudadas: negação da antecedente e afirmação da consequente.

5. Identificar essas formas argumentativas (válidas e inválidas) referidas em exemplos dados.

6. Completar formas argumentativas.

7. Construir argumentos com essas formas.

8. Compreender os argumentos não dedutivos estudados: generalizações, previsões, argumentos por analogia e argumentos de autoridade.

9. Identificar generalizações, previsões, argumentos por analogia e argumentos de autoridade em exemplos dados.

10. Compreender as regras de validade de cada um desses argumentos não dedutivos.

11. Compreender as formas falaciosas dos argumentos não dedutivos estudados: falácias da generalização precipitada, da amostra não representativa, da previsão inadequada, da falsa analogia e do apelo ilegítimo à autoridade.

12. Identificar essas falácias em exemplos dados.

13. Compreender cada uma das outras falácias informais estudadas: Argumento ad hominem, Apelo à ignorância, Falso dilema, Falácia do espantalho, Falácia da derrapagem, Petição de princípio, Apelo ao povo e Falácia da falsa relação causal.

14. Identificar essas falácias informais em exemplos dados.

Para estudar:

Fotocópias da página 19 até à página 32.

No blogue Dúvida Metódica:

Derrapagem: do casamento homossexual ao incesto
Falácias informais do apelo à ignorância, da derrapagem e do boneco de palha
Exemplos das falácias do espantalho e da derrapagem
Exemplos da falácia do apelo à ignorância
Um cartaz político falacioso: falso dilema
A falácia do apelo ao povo
Resulta mesmo?
Qual é a falácia?
Qual é a falácia?
Falácias informais: vídeos

quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Matriz do 2º teste do 11º ano

David Hume

Ano letivo: 2018/2019

Duração: 90 minutos.

Estrutura: contém itens de escolha múltipla, correspondências, itens de ordenação, itens de resposta curta, itens de resposta restrita e itens de resposta extensa.

Objetivos:

1. Explicar o que é o empirismo.

2. Mostrar como Hume classifica e relaciona os diversos conteúdos mentais.

3. Explicar em que consiste o princípio da cópia.

4. Explicar a rejeição empirista das ideias inatas.

5. Distinguir as questões de facto e as relações de ideias.

6. Discutir a opinião de Hume de que nenhum conhecimento a priori é substancial.

7. Explicar o modo como Hume entende a causalidade.

8. Explicar as objeções à perspetiva de Hume acerca da causalidade

9. Explicar a análise feita por Hume ao problema da indução.

10. Mostrar porque é que David Hume se considera um cético moderado.

11. Comparar a perspetiva racionalista e a perspetiva empirista quanto ao problema da origem do conhecimento.

12. Avaliar e discutir as ideias de David Hume acerca do conhecimento.

Para estudar:

Fotocópias.

Fichas de trabalho enviadas por email.

No blogue Dúvida Metódica:

Cegos que começam a ver: impressões e ideias

O problema da causalidade

A crença na causalidade é instintiva

Sol vai nascer amanhã? Não podemos saber!

Three Minute Philosophy - David Hume e Descartes  (vídeo)

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Matriz do 2º teste do 10º (turmas D e E)

MPT

Ano letivo: 2018/2019

Duração: 90 minutos.

Estrutura: contém itens de escolha múltipla, correspondências, itens de resposta curta, itens de resposta restrita e um item de resposta extensa.

Objetivos:

1. Explicar o que é a lógica.

2. Explicar o que é uma proposição.

3. Distinguir frases que exprimem proposições de frases que não exprimem proposições.

4. Classificar proposições quanto à qualidade (afirmativas e negativas) e quanto à quantidade (universais, particulares e singulares).

5. Reescrever frases universais, particulares e singulares de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

6. Nomear e explicar as relações lógicas contidas no Quadrado da Oposição.

7. Determinar o valor de verdade de proposições dadas tendo em conta o Quadrado da Oposição.

8. Negar proposições universais, particulares e singulares.

9. Explicar o que é uma conetiva (ou operador) proposicional.

10. Distinguir proposições simples e compostas.

11. Nomear as conetivas proposicionais consideradas pela lógica proposicional: negação, conjunção, disjunção (inclusiva e exclusiva), condicional e bicondicional.

12. Identificar a forma canónica e algumas formas alternativas de cada conetiva proposicional.

13. Reescrever frases com conetivas proposicionais de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

14. Identificar e usar os símbolos representativos das conetivas proposicionais (constantes lógicas).

15. Saber o que são variáveis proposicionais.

16. Fazer o dicionário de proposições dadas.

17. Formalizar proposições dadas.

18. Reconhecer o âmbito das conetivas proposicionais usadas numa proposição.

19. Compreender a tabela de verdade de cada operador proposicional.

20. Compreender o que são condições suficientes e condições necessárias.

21. Determinar as condições de verdade de proposições compostas através da construção de tabelas de verdade.

22. Explicar o que são argumentos.

23. Distinguir argumentos e não argumentos.

24. Identificar as premissas e a conclusão de argumentos dados.

25. Descobrir premissas ocultas.

26. Colocar argumentos na expressão canónica.

27. Formalizar argumentos.

28. Distinguir a validade dedutiva e a validade não dedutiva.

29. Avaliar intuitivamente a validade ou invalidade de argumentos dedutivos.

30. Testar a validade de formas argumentativas através de inspetores de circunstâncias.

Para estudar:

Fotocópias.

PDF’s.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Matriz do 1º teste do 10º ano

ssdfre

Ano letivo: 2018/2019

Duração do teste: 90 minutos.

Estrutura do teste: contém itens de escolha múltipla, correspondências, itens de resposta curta, itens de resposta restrita e um item de resposta extensa.

Objetivos:

1. Conhecer pelo menos oito exemplos de questões filosóficas.

2. Explicar porque é que as questões filosóficas são concetuais.

3. Explicar porque é que as questões filosóficas são básicas.

4. Explicar porque é que as questões filosóficas estão em aberto.

5. Distinguir questões filosóficas de questões não filosóficas em exemplos dados.

6. Mostrar porque é que a filosofia requer pensamento crítico.

7. Explicar o que é a lógica.

8. Explicar o que é uma proposição.

9. Distinguir frases que exprimem proposições de frases que não exprimem proposições.

10. Explicar o que são ambiguidades e distinguir ambiguidades semânticas e ambiguidades sintáticas.

11. Explicar porque é importante – na filosofia e noutras áreas do conhecimento - evitar ambiguidades.

12. Classificar proposições quanto à qualidade (afirmativas e negativas) e quanto à quantidade (universais, particulares e singulares).

13. Reescrever frases universais, particulares e singulares de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

14. Nomear e explicar as relações lógicas contidas no Quadrado da Oposição.

15. Determinar o valor de verdade de proposições dadas tendo em conta o Quadrado da Oposição.

16. Negar proposições universais, particulares e singulares.

17. Explicar o que é uma conetiva (ou operador) proposicional.

18. Distinguir proposições simples e compostas.

19. Nomear as conetivas proposicionais consideradas pela lógica proposicional: negação, conjunção, disjunção (inclusiva e exclusiva), condicional e bicondicional.

20. Identificar a forma canónica e algumas formas alternativas de cada conetiva proposicional.

21. Reescrever frases com conetivas proposicionais de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

22. Identificar e usar os símbolos representativos das conetivas proposicionais (constantes lógicas).

23. Saber o que são variáveis proposicionais.

24. Fazer o dicionário de proposições dadas.

25. Formalizar proposições dadas.

26. Reconhecer o âmbito das conetivas proposicionais usadas numa proposição.

Para estudar:

Fotocópias (até à página 11) e PDF’s.

No blogue Dúvida Metódica:

O que é a filosofia?

Estudo da religião: a parte da Sociologia e a parte da Filosofia

Problemas filosóficos e problemas não filosóficos

Descubra a questão mais básica

Ambiguidade sintática

Ambiguidades

Ambiguidade

Não é só na filosofia que a ambiguidade é um problema

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Matriz do 1º teste do 11º ano

Cerebro numa cuba 1  [brain_in_a_vat_thought_bubble%2520%2520c%25C3%25A9rebro%2520numa%2520cuba%255B4%255D.jpg]

Ano letivo: 2018/2019

Duração: 90 minutos.

Estrutura: contém itens de escolha múltipla, correspondências, itens de ordenação, itens de resposta curta, itens de resposta restrita e itens de resposta extensa.

Objetivos:

1. Explicar o que é a Epistemologia.

2. Diferenciar os vários tipos de conhecimento (conhecimento prático, conhecimento por contacto e conhecimento proposicional).

3. Apresentar a definição tradicional de conhecimento.

4. Mostrar porque é que a verdade é uma condição necessária do conhecimento.

5. Mostrar porque é que a justificação é uma condição necessária do conhecimento.

6. Mostrar porque é que cada uma dessas condições isoladas ou agrupadas duas a duas não constituem condições suficientes do conhecimento.

7. Explicar a diferença entre o conhecimento a posteriori e o conhecimento a priori.

8. Explicar o que é o cepticismo e distinguir o ceticismo moderado e o ceticismo radical.

9. Mostrar qual é, segundo o ceticismo radical, o problema da justificação.

10. Discutir se o ceticismo radical se autorrefuta.

11. Explicar em que consiste o argumento cético dos erros percetivos.

12. Explicar em que consiste o argumento cético da regressão infinita da justificação.

13. Conhecer alguns cenários céticos: sermos um cérebro numa cuba, a vida ser um sonho, a situação descrita no filme Matrix, etc.

14. Mostrar em que medida o ceticismo lança um desafio a quem se afirma detentor conhecimento.

15. Mostrar como é que Descartes tentou responder ao desafio cético.

16. Explicar o que é a dúvida metódica.

17. Explicar porque razão Descartes tinha como objetivo encontrar uma crença indubitável e básica.

18. Indicar quais são as principais etapas do percurso da dúvida metódica.

19. Mostrar porque é que Descartes recorreu à hipótese da vida ser um sonho.

20. Mostrar porque é que Descartes recorreu à hipótese do Génio Maligno.

21. Mostrar porque é que Descartes considera o Cogito como indubitável.

22. Mostrar como é que o argumento da marca tenta provar a existência de Deus.

23. Explicar em que consiste o critério das ideias claras e distintas.

24. Mostrar qual é a função de Deus no sistema cartesiano.

25. Explicar a objecção segundo a qual Descartes foi incoerente ao considerar a existência de Deus como provada.

26. Explicar a objeção que diz: “criar a ideia de perfeição é diferente de criar a própria perfeição”.

27. Explicar a objeção do círculo cartesiano.

28. Avaliar e discutir a tentativa feita por Descartes para refutar o ceticismo e fundamentar o conhecimento.

O aluno deve conhecer exemplos ilustrativos de cada um dos tópicos.

Para estudar:

o Fotocópias.

o Fichas de trabalho enviadas por email.

o Imagens mostradas nas aulas e enviadas por email.

o No blogue Dúvida Metódica:

Tipos de conhecimento (imagens com exemplos)
Ficha de trabalho: identificação dos diferentes tipos de conhecimento 

O Deco não percebe nada de Epistemologia (exemplo)

Um “sinal de Deus” será uma boa justificação?  (exemplo)
Uma dúvida inspiradora para os alunos do 11º ano (cartoon)

Como são parecidas a ilusão e a realidade! (distinção entre ilusões e alucinações)

Algumas imagens que nos levam a duvidar dos nossos olhos e o cepticismo radical (vídeo com exemplos)

A minha vida é real: conhecimento ou mera crença? (experiência mental do cérebro numa cuba)

O caro leitor não está a ler (noção de contradição pragmática)

Cartoons cartesianos

Vejo, logo aprendo (vídeos sobre Descartes)

Aconselhado:

Penso, logo não cozinho! (cartoon)

A vida será um sonho?

Objecção a Descartes: o Cogito é um entimema e não uma crença básica

BOM TRABALHO!