“As nossas crenças mais justificadas não têm qualquer outra garantia sobre a qual assentar, senão um convite permanente ao mundo inteiro para provar que carecem de fundamento.” John Stuart Mill
sábado, 18 de janeiro de 2020
A definição de arte
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2019
Exemplos para uma aula de filosofia da arte
Maurits Cornelis Escher
Victor Vasarely
Cena do filme The Bridges of Madison County, de Clint Eastwood.
Adagio, de Tomaso Albinoni.
Abertura de Betulia Liberata, de Mozart.
Lascia ch'io pianga, ária da ópera Rinaldo, de Händel.
segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017
Dois olhares sobre a presença dos portugueses no Japão

Biombos Namban no Museu Nacional de Arte Antiga.
A minúcia com que são representados os vários intervenientes, a descrição da nau e da sua valiosa carga e a presença dos missionários jesuítas determinante neste contexto, tornam estas peças num documento histórico e visual ímpar sobre as relações entre Portugal e o Japão.”
domingo, 25 de setembro de 2016
quarta-feira, 31 de agosto de 2016
Museu Soares dos Reis: a pintura de Henrique Pousão


O Desterrado (que justifica por si a visita a este museu), do escultor Soares dos Reis.
Para quem visitar a cidade do Porto:
Museu Nacional de Soares dos Reis
Palácio dos Carrancas
Rua D. Manuel II
Tive a sorte de fazer uma visita guiada (disponibilizada pelos serviços do museu), com uma sapientissíma senhora que explicou - com paixão e saber - muito do que pude observar. Foi uma experiência inesquecível. Recomendo vivamente uma visita demorada. Ao domingo é gratuita.
Destaco a coleção de pintura, em particular os quadros do pintor Henrique César de Araújo Pousão (1859 — 1884) que faleceu com apenas 25 anos, de tuberculose.

O pintor Henrique Pousão, autoretrato.
Seguem-se outros quadros, do mesmo autor, que se podem contemplar no Museu Soares dos Reis. O quadro sem título é uma obra inacabada (a última).

Cecília.

Esperando o sucesso.

Casas brancas de Caprile.
sábado, 27 de junho de 2015
sexta-feira, 27 de março de 2015
quinta-feira, 26 de março de 2015
quarta-feira, 25 de março de 2015
quinta-feira, 19 de março de 2015
segunda-feira, 2 de fevereiro de 2015
terça-feira, 13 de janeiro de 2015
Heróis
Não chega provavelmente para justificar a ideia de que há males que vêm por bem, mas já sucedeu muitas vezes acontecimentos horríveis inspirarem obras de arte maravilhosas: Guernica, de Picasso; Os fuzilamentos de três de Maio, de Goya; Coração das Trevas, de Joseph Conrad; Se isto é um homem, de Primo Levi; etc.
O atentado contra o jornal Charlie Hebdo, sendo este um jornal que publicava muitos cartoons, inspirou também inúmeros cartoons e outros desenhos belos e inteligentes. Até à data, este - um exemplar de uma arte considerada menor por muitas pessoas, incluído as que são sensíveis à beleza e gostam de arte – é o meu preferido.
Desenho de Molto. Encontrado aqui: moltonel72.
sexta-feira, 30 de maio de 2014
Aprender história no mosteiro dos Jerónimos
Os alunos do 11º D e E realizaram uma visita de estudo a Lisboa e puderam escolher, livremente, o tema do trabalho. A Mariana Guerreiro e Miguel Rodrigues (do 11º D) escolheram falar do mosteiro dos Jerónimos. Este trabalho foi feito no âmbito das disciplinas de História e Filosofia (neste caso, mais de História). As fotografias e o texto (que não foi editado) são da autoria de ambos os alunos. Ei-los:
A Igreja de Santa Maria de Belém - Mariana Nº20, Miguel R Nº28, 11ºD(2) by SaraRaposo
terça-feira, 4 de março de 2014
domingo, 9 de fevereiro de 2014
Mirar o Miró
Nos últimos dias tem-se discutido muito a venda pelo Estado português de uma coleção de quadros de Joan Miró. Uma das 85 obras cuja venda se discute é Mulheres e Pássaros (o terceiro). Veja aqui mais obras do pintor para perceber melhor o que está em causa.
Joan Miró: A Bailarina e O Jardim, ambos de 1925. E Mulheres e Pássaros, de 1968.
quarta-feira, 26 de junho de 2013
Conhecer outros mundos possíveis talvez não fosse bom
Esperas, sim,
que os teus livros te desculpem,
te salvem do inferno:
porém,
sem sombra de tristeza,
sem de modo algum
parecer recriminar-te
(escusa de o fazer,
sabendo bem o que importa
a um amante da arte como tu),
Deus poderá condenar-te
no Dia do Juízo
a chorar de vergonha,
recitando de cor
os poemas que terias escrito, tivesse
sido boa a tua vida.
W.H. Auden
(Tradução de Ana Luísa Faria, in Hannah Arendt, Homens em Tempos Sombrios, Relógio d’Água, Lisboa, 1991, pág. 239.)
segunda-feira, 22 de abril de 2013
Uma viagem no tempo através da figuração humana
A propósito da visita de estudo realizada ao Museu Gulbenkian, no dia 26 de fevereiro, os alunos realizaram trabalhos. Eis alguns deles:
Egipto, princípio da época ptolomaica (305-200 a.C.). Mais informações no site do museu, AQUI.
“Quem não sabe prestar contas de três milénios permanece nas trevas ignorante, e vive o dia que passa.”
Goethe
Depois de ter visitado a exposição “Diferentes retratos, diferentes culturas”, no Museu Gulbenkian, lembrei-me da citação acima referida, que tinha lido no livro “O Mundo da Sofia”. Sempre que entro num museu apercebo-me da possibilidade que estes dão (pelo menos alguns e o da Gulbenkian é um deles) às pessoas de recuar no tempo e conhecer sociedades diferentes. Na verdade, como refere Goethe, sem o conhecimento do passado não podemos compreender corretamente factos históricos e acontecimentos do presente. O museu Gulbenkian permite, a quem quiser saber mais, fazer esta viagem no tempo.
Nesta visita tivemos a oportunidade de “contactar”, por exemplo, com obras de arte do antigo Egipto, ficámos a conhecer um pouco melhor a sociedade, a escrita, a economia e a religião.
Descobrimos também várias curiosidades sobre o islão, desde o tipo de decoração das mesquitas até à forma de higiene antes das orações.
Através da observação e interpretação de algumas pinturas em vasos e num biombo, conseguimos recolher informação acerca da sociedade chinesa, nomeadamente a hierarquia social vigente na época. É curioso como um olhar, mais atento e esclarecido (pela guia da visita), para um simples vaso, nos pode fornecer tanta informação…
Tivemos também acesso a quadros valiosos e realmente magníficos. Ao observá-los, podemos constar como acontecimentos idênticos (do dia a dia e da religião, por exemplo) são vivenciados e representados de forma diferente, consoante a época histórica, a sociedade e a cultura de cada povo. Por outro lado, o olhar do artista não pode deixar de ser condicionado pela época em que viveu: pelos conhecimentos do seu tempo (científicos) e pelas ideias e valores, vários quadros observados mostraram-nos isso mesmo.
Concluindo, em 60 minutos, posso afirmar que fizemos uma viagem no tempo. Descobrimos como foi entendida a ideia de retrato em épocas diferentes, desde um período histórico em que a representação da figura humana não estava associada à ideia de individualidade (como no antigo Egipto e na Grécia antiga) até à atualidade.
Vale a pena fazer esta viagem no Museu Gulbenkian!
Maria Bumbuk, 12º E
Um quadro de Rembrandt Harmensz van Rijn (1606-1669). Mais informações sobre o quadro no site do museu, AQUI.
No prestigiado Museu Gulbenkian, fizemos uma visita guiada à exposição que mostrava a coleção privada de Calouste Gulbenkian. O museu encontra-se dividido em várias áreas e salas que ilustram diversos períodos históricos e correntes artísticas. Vimos obras de arte de diferentes países: do antigo Egipto, da Grécia antiga, da China e dos países baixos, entre outros. Observamos pinturas, por exemplo, do período medieval, renascentista e romântico. Em cada sala, a guia escolheu uma obra de arte e explicou como era entendida, nessa época histórica, a figuração humana. Fez-nos perguntas relacionadas com a época histórica dos quadros e esculturas, os valores estéticos, religiosos, que nós podemos descobrir analisando cada uma das diferente obras de arte.
A guia explicou-nos, detalhadamente, o que distinguia algumas correntes artísticas, esta foi uma das partes mais interessantes da visita. Referiu que nos templos religiosos dos muçulmanos era representado um arco propositadamente imperfeito e não se representava a figura humana por motivos religiosos: a perfeição era considerada uma característica apenas atribuível ao divino. Ficamos também a saber que um dos aspetos que permite diferenciar a pintura clássica da pintura romântica, é que esta última foca-se no ser humano e nos seus sentimentos.
Marco Fidalgo, Patrícia Pacheco, Joana Viegas, Rafael Fonseca e Fábio Gonçalves, 11º D
sexta-feira, 18 de janeiro de 2013
domingo, 9 de dezembro de 2012
As Idades do Mar, na Gulbenkian
A Evasão de Rochefort, 1881 – Édouard MANET (1832-1883) | Paris, musée d’Orsay © 2012.
White Images/Scala, Florence | Óleo sobre tela 80 x 73 cm Paris, Musée d’Orsay Inv. RF 1984-158.

Migração de pássaros, 1924 – Johannes Larsen, Dinamarca | Crédito fotográfico: SMK Foto.
Statens Museum for Kunst © Johannes Larsen, Copy-Dan, 2012 | Óleo sobre tela Folketinget, Copenhaga.
Uma exposição, no edifício sede, que vale a pena visitar.


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