quarta-feira, 20 de março de 2019

O dever de ajudar


Este argumento não foi escrito a propósito de Moçambique e das cheias que já mataram mais de 200 pessoas e deixaram milhares de outras a precisar de ajuda urgente. Mas podia ter sido. Chamo a atenção para a terceira premissa.

Primeira premissa: O sofrimento e a morte por falta de alimento, abrigo e cuidados médicos são maus.
Segunda premissa: Se está em seu poder impedir que algo mau aconteça, sem sacrificar nada de importância semelhante, é errado não o fazer.
Terceira premissa: Ao contribuir para organizações humanitárias pode prevenir o sofrimento e a morte por falta de alimento, abrigo e cuidados médicos, sem sacrificar nada de importância semelhante.
Conclusão: Se não fizer contribuições a organizações humanitárias está a fazer algo de errado.

Peter Singer, A Vida Que Podemos Salvar, Gradiva, Lisboa, 2011, pp. 31–32.

domingo, 17 de março de 2019

Matriz do 5º teste do 10º ano

kant e mill

Ano letivo: 2018/2019

Duração: 90 minutos.

Estrutura: contém itens de escolha múltipla, itens de resposta curta, itens de resposta restrita e itens de resposta extensa.

Objetivos:

1. Explicar em que consiste o problema da fundamentação da moral.

2. Explicar porque é que o utilitarismo de Stuart Mil é uma ética consequencialista.

3. Explicar porque é que o utilitarismo de Stuart Mil é uma ética hedonista.

4. Distinguir prazeres inferiores e superiores.

5. Explicar o que é, segundo Stuart Mill, o princípio da utilidade.

6. Aplicar o princípio da utilidade a casos concretos e determinar se a ação em causa é moralmente correta ou incorreta.

7. Explicar porque é que, para o utilitarismo de Stuart Mil, os deveres não são absolutos.

8. Explicar porque é que o utilitarismo não é uma ética relativista.

9. Explicar as objeções ao utilitarismo de Stuart Mil estudadas.

10. Explicar porque é que a ética defendida por Kant é deontológica.

11. Explicar o que é, segundo Kant, o imperativo categórico.

12. Explicar a primeira fórmula (chamada fórmula da lei universal) do imperativo categórico.

13. Explicar a segunda fórmula (chamada fórmula da humanidade) do imperativo categórico.

14. Aplicar as duas fórmulas do imperativo categórico a casos concretos e determinar se a ação em causa é moralmente correta ou incorreta.

15. Explicar porque é que ética deontológica não é uma ética relativista.

16. Distinguir ações contrárias ao dever, ações por dever e ações em conformidade ao dever (motivadas por sentimentos e motivadas pelo interesse).

17. Explicar porque é que, para Kant, o motivo é que confere valor moral às ações.

18. Distinguir imperativo categórico e imperativo hipotético.

19. Explicar porque é que, para Kant, os deveres são absolutos.

20. Explicar o que entende Kant por boa vontade.

21. Distinguir autonomia e heteronomia.

22. Explicar as objeções à ética deontológica de Kant estudadas.

23. Comparar e avaliar a ética de Stuart Mill e a ética de Kant.

24. Aplicar os conteúdos de lógica relevantes, nomeadamente as formas argumentativas válidas.

Para estudar:

- PDF´s.

- No manual: partes assinaladas das páginas 133, 134, 136, 137, 138, 145 e 151.

- No blogue Dúvida Metódica:

O eléctrico desgovernado: discussão de um dilema moral

Mentir é sempre errado? (exemplo em vídeo)

Apontamento sobre o Utilitarismo  (tópicos)

Os imperativos de Kant (esquema)

As pessoas não são instrumentos (exemplos da fórmula da humanidade)

Agir bem para evitar problemas (BD)

Por dever ou apenas em conformidade ao dever? (caso real)

Opcional

O imperativo categórico é consequencialista? (Objeção)
Três minutos com Kant (vídeo)
Discussão de um dilema moral: qual seria a ação correta? (exemplo real)
Ser livre é obedecer à lei moral (excertos deste texto foram incluídos num PDF sobre Kant)

quinta-feira, 14 de março de 2019

Matriz do 4º teste do 11º ano

                                                                              O Beijo, de Gustav Klimt, 1908.

Ano letivo: 2018/2019

Duração: 90 minutos.

Estrutura: contém itens de escolha múltipla, itens de resposta curta, itens de resposta restrita e itens de resposta extensa.

Objetivos:

1. Explicar o problema da definição de arte.

2. Conhecer exemplos de vários géneros de arte.

3. Conhecer exemplos de obras de arte.

4. Diferenciar condições necessárias e condições suficientes.

5. Mostrar em que consiste uma boa definição explícita.

6. Explicar a teoria de que a arte é imitação.

7. Explicar as objeções à teoria da imitação estudadas.

8. Explicar a teoria de que a arte é representação e mostrar em que medida é uma reformulação da teoria da imitação.

9. Explicar as objeções à teoria da representação estudadas.

10.Explicar a teoria expressivista da arte.

11.Explicar as objeções à teoria expressivista estudadas.

12.Explicar a teoria formalista da arte.

13.Explicar as objeções à teoria formalista estudadas.

14.Explicar em que medida a teoria da imitação ou representação, a teoria expressivista e a teoria formalista são teorias essencialistas.

15.Explicar a teoria institucional da arte.

16.Explicar as objeções à teoria institucional estudadas.

17.Explicar a teoria histórica da arte.

18.Explicar as objeções à teoria histórica estudadas.

19.Explicar em que medida a teoria institucional e a teoria histórica são teorias não essencialistas.

20.Confrontar cada uma das teorias da arte estudadas com as objeções de que são alvo.

21.Comparar e avaliar as teorias da arte estudadas.

22.Justificar a posição pessoal acerca do problema da definição de arte.

A. Conhecer exemplos ilustrativos dos os conceitos referidos.

B. Identificar os conceitos referidos em exemplos dados pelo professor.