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segunda-feira, 20 de março de 2017

Matriz do 4º teste do 11º ano

David Hume

Duração: 90 minutos + 10 minutos de tolerância.

Objetivos:

1. Explicar e discutir as críticas de Hume a Descartes.

2. Mostrar como Hume classifica e relaciona os conteúdos mentais.

3. Explicar em que consiste o princípio da cópia.

4. Explicar a rejeição empirista das ideias inatas.

5. Distinguir as questões de facto e as relações de ideias.

6. Distinguir conhecimento a priori e a posteriori.

7. Discutir a opinião de Hume de que nenhum conhecimento a priori é substancial.

8. Explicar o modo como Hume entende a causalidade.

9. Explicar a objeção à perspetiva de Hume acerca da causalidade segundo a qual a existência de conexões causais é a explicação mais plausível das conjunções constantes.

10. Explicar as objeções de Thomas Reid à perspetiva de Hume acerca da causalidade.

11. Explicar a análise feita por Hume ao problema da indução.

12. Mostrar porque é que David Hume se considera um cético moderado.

13. Comparar a perspetiva racionalista e a perspetiva empirista quanto ao problema da origem do conhecimento.

14. Avaliar e discutir as ideias de David Hume acerca do conhecimento.

Natureza das questões:

Escolha múltipla; identificação e avaliação de exemplos; questões de resposta curta e de resposta extensa.

Para estudar:

No Manual: da pág. 171 à pág. 191. 

PDF’s dados aos alunos.

No blogue Dúvida Metódica:

Links sobre David Hume

domingo, 19 de março de 2017

Matriz do 4º teste do 10º ano

dilema-do-trem dilema do trolley

Duração: 90 minutos + 10 minutos de tolerância.

Objetivos:

1. Explicar em que consiste o problema da fundamentação da moral.

2. Explicar porque é que o utilitarismo de Stuart Mil é uma ética consequencialista.

3. Explicar porque é que o utilitarismo de Stuart Mil é uma ética hedonista.

4. Distinguir prazeres inferiores e superiores.

5. Explicar o que é, segundo Stuart Mill, o princípio da utilidade.

6. Aplicar o princípio da utilidade a casos concretos e determinar se a ação em causa é moralmente correta ou incorreta.

7. Explicar porque é que, para o utilitarismo de Stuart Mil, os deveres não são absolutos.

8. Explicar porque é que o utilitarismo não é uma ética relativista.

9. Explicar as objeções ao utilitarismo de Stuart Mil estudadas.

10. Explicar porque é que a ética defendida por Kant é deontológica.

11. Explicar o que é, segundo Kant, o imperativo categórico.

12. Explicar a primeira fórmula (chamada fórmula da lei universal) do imperativo categórico.

13. Explicar a segunda fórmula (chamada fórmula da humanidade) do imperativo categórico.

14. Aplicar as duas fórmulas do imperativo categórico a casos concretos e determinar se a ação em causa é moralmente correta ou incorreta.

15. Explicar porque é que ética deontológica não é uma ética relativista.

16. Distinguir ações contrárias ao dever, ações por dever e ações em conformidade ao dever (motivadas por sentimentos e motivadas pelo interesse).

17. Explicar porque é que, para Kant, a intenção é que confere valor moral às ações.

18. Distinguir imperativo categórico e imperativo hipotético.

19. Explicar porque é que, para Kant, os deveres são absolutos.

20. Explicar o que entende Kant por boa vontade.

21. Distinguir autonomia e heteronomia.

22. Explicar as objeções à ética deontológica de Kant estudadas.

23. Comparar e avaliar a ética de Stuart Mill e a ética de Kant.

24. Aplicar os conteúdos de lógica.

Natureza das questões:

Escolha múltipla; identificação e avaliação de exemplos; questões de resposta curta e de resposta extensa.

Para estudar:

Partes assinaladas das seguintes páginas do Manual: 132-134, 136-138, 140-145.

PDF’s dados aos alunos.

No blogue Dúvida Metódica:

Links: Stuart Mill e Kant

terça-feira, 14 de fevereiro de 2017

Matriz do 3º teste do 11º ano

Cerebro numa cuba 1      brain_in_a_vat_thought_bubble  cérebro numa cuba

Duração: 100 minutos.

Objetivos:

1. O que é a Epistemologia?

2. Em que consiste o saber-fazer?

3. Em que consiste o conhecimento de contacto?

4. Em que consiste o conhecimento proposicional?

5. Qual é a definição tradicional de conhecimento?

6. Porque é que a crença é uma condição necessária do conhecimento?

7. Porque é que a verdade é uma condição necessária do conhecimento?

8. Qual é a diferença entre palavras factivas e palavras não factivas?

9. Porque é que a justificação é uma condição necessária do conhecimento?

10. Porque é que cada uma dessas condições isoladas ou agrupadas duas a duas não constituem condições suficientes do conhecimento?

11. Em que consistem os contraexemplos à definição tradicional de conhecimento?

12. Porque é que nos casos descritos nesses contraexemplos não há conhecimento?

13. O que é o ceticismo? Qual é a diferença entre ceticismo moderado e ceticismo radical?

14. Qual é, segundo o ceticismo radical, o problema da justificação?

15. Será que o ceticismo radical se autorrefuta?

16. Em que consiste o argumento cético dos erros percetivos?

17. Em que consiste o argumento cético da regressão infinita da justificação?

18. Conhecer alguns cenários céticos: sermos um cérebro numa cuba, a vida ser um sonho, a situação descrita no filme Matrix, etc.

19. Em que medida o ceticismo lança um desafio a quem se afirma detentor conhecimento?

20. Como é que Descartes tentou responder ao desafio cético?

21. O que é a dúvida metódica?

22. Porque é que Descartes tinha como objetivo encontrar uma crença indubitável e básica?

23. Quais são as principais etapas do percurso da dúvida metódica?

24. Porque é que Descartes recorreu ao à hipótese do Génio Maligno?

25. Porque é que Descartes considera o Cogito como indubitável?

26. Como é que o argumento da marca tenta provar a existência de Deus?

27. Em que consiste a objeção que diz: “criar a ideia de perfeição é diferente de criar a própria perfeição”?

28. Em que consiste o critério das ideias claras e distintas?

29. Qual é a função de Deus no sistema cartesiano?

30. Em que consiste a objeção do círculo cartesiano?

31. O Cogito será realmente uma crença básica?

32. Como avalia a tentativa feita por Descartes para refutar o ceticismo e fundamentar o conhecimento?

Natureza das questões:

Escolha múltipla, questões de resposta curta e questões de resposta extensa.

Para estudar:

Blogue: Links sobre Epistemologia

PDF´s fornecidos aos alunos

Manual: da página 139 à página 167.

domingo, 22 de janeiro de 2017

Links sobre Epistemologia

saber não é acreditar Le feu follet (1963) de Louis Malle

Conhecimento:
Tipos de conhecimento
Algumas relações entre os vários tipos de conhecimento
Ficha de trabalho: identificação dos diferentes tipos de conhecimento

O Deco não percebe nada de Epistemologia (exemplo)

O carácter factivo do conhecimento
O reconhecimento implícito da factividade do conhecimento
Um “sinal de Deus” será uma boa justificação?

Dois contra-exemplos à chamada definição tradicional de conhecimento

Ceticismo e Descartes:

Uma dúvida inspiradora para os alunos do 11º ano (cartoon)
O argumento céptico da regressão infinita da justificação: um exemplo

A dúvida metódica (este deveria ter sido o primeiro post deste blogue)

Razões para duvidar, segundo Descartes

Como são parecidas a ilusão e a realidade!

Algumas imagens que nos levam a duvidar dos nossos olhos e o cepticismo radical

A vida será um sonho?

A minha vida é real: conhecimento ou mera crença?
O caro leitor não está a ler (noção de contradição pragmática)
Sinto, logo existo? (cartoon)

O argumento da marca

Objeção ao argumento da marca: criar a ideia de perfeição é diferente de criar a própria perfeição

Objecção a Descartes: o Cogito é um entimema e não uma crença básica
Vejo, logo aprendo (vídeos sobre Descartes)
Da dúvida à certeza: vídeo

Cartoons cartesianos

A esposa de Descartes (cartoon)

Aconselhado

O conhecimento por contacto facilita as cunhas

Conhecimento proposicional? (poema)
O que é que realmente sabemos? (cartoon)

Os abraços: realidade ou fantasia? - A importância de refutar o cepticismo

Se o solipsismo for verdadeiro o caro leitor não existe: eu é que existo

Penso, logo não cozinho! (cartoon)

domingo, 6 de novembro de 2016

Matriz do 2º teste do 11º ano: ESLA, 2016

modus ponens

Duração: 50 minutos.

Objetivos:

1. Conhecer os operadores verofuncionais: negação, conjunção, disjunção (inclusiva e exclusiva), condicional e bicondicional.

2. Reescrever frases de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

3. Formalizar proposições.

4. Conhecer e compreender a tabela de verdade de cada operador proposicional.

5. Determinar as condições de verdade de proposições compostas através da construção de tabelas de verdade.

6. Explicar o que são argumentos.

7. Distinguir argumentos e não argumentos.

8. Descobrir premissas ocultas em entimemas.

9. Colocar argumentos na expressão canónica.

10. Formalizar argumentos.

11. Distinguir a validade dedutiva e a validade não dedutiva.

12. Testar a validade de formas argumentativas através de inspetores de circunstâncias.

13. Distinguir e identificar as formas argumentativas válidas e inválidas estudadas.

14. Completar formas argumentativas.

15. Construir argumentos com essas formas.

Para estudar:

No Dúvida Metódica:

Condições necessárias e suficientes: análise de um exemplo
A negação de proposições condicionais
A relação entre verdade e validade
Validade dedutiva
A importância da validade: duas analogias

No manual adotado:

Da página 14 à 15. Da página 51 à 63. Página 66. Da página à 83.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Aprender a língua de Homero e Platão em Quarteira

 

O professor Luís Reis ensinou Grego a uma turma de alunos do 12º ano, no Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres. O David Andrade foi seu aluno e, como se pode ouvir, não se vê grego com o Grego.
O Grego é uma das várias disciplinas de opção do 12º ano e é elegível pelos alunos de qualquer um dos cursos regulares: ciências, humanidades, economia e artes.
A Laura Ayres é das poucas escolas do país que oferece essa opção no 12º ano.

domingo, 29 de maio de 2016

Espreitar a Escola

O cartaz com a programação não se vê bem. Para conseguir ler e descobrir as variadas atividades previstas veja AQUI, na página web do Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres.

convite_espreitar_a_escola

Espreitar_a_escola

terça-feira, 3 de maio de 2016

PORQUÊ ESTUDAR GEOGRAFIA?

Post Convidado: Luis Romão, professor de Geografia do Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres.

Geografia

Comecemos por uma questão: a que ramo das ciências pertence esta ciência? É uma ciência humana ou natural?

Como tentarei reflectir, a imensa interdisciplinaridade da Geografia faz com que não apresente uma identidade concreta, contudo o objeto e o objetivo do seu estudo estão bem definidos.

Definimos hoje a Geografia como o estudo das relações entre o espaço e as sociedades.

Esta complexidade de relações exige do geógrafo o recurso a diversas ciências – Geologia, Meteorologia, Oceanografia, Ecologia, Estatística, mas também Ciências Sociais, como a Economia, a Sociologia, a História, a Politica…etc. A Geografia encontra-se na encruzilhada das ciências para poder explicar ao Homem os caminhos que traçou e que caminhos deve seguir para viver equilibradamente e frutiferamente nesta casa a que chamamos Terra.

Estas duas imagens esquematizam estas relações que constituem a sua razão:

Imagem 1

Relação entre a Geografia e outras ciências 

Imagem 2

Ciência Geográfica

Hoje a Geografia tem cada vez mais preocupação com a problemática social, considerando que o desenvolvimento, vindo da industrialização, passou a exercer grandes impactes sobre a natureza (paisagem) e a sociedade degradando e depilando os recursos naturais; o planeta, o espaço, a paisagem “não é apenas um quadro de vida, mas um espaço vivido, isto é, de experiência sempre renovada, o que permite, ao mesmo tempo, a reavaliação das heranças e a indagação sobre o presente e o futuro. A existência naquele espaço exerce um papel revelador sobre o presente e o futuro. A existência naquele espaço exerce um papel revelador sobre o mundo” (Santos, 2000).

Assim podemos perceber a complexidade de uma paisagem, de um país (múltiplas paisagens) percebendo as múltiplas relações e conexões que as suportam. “Os lugares, são, pois, o mundo, que eles, (cada comunidade) reproduzem de modos específicos, individuais, diversos. Eles são singulares (direi únicos, mas ao mesmo tempo cada vez mais iguais), mas também são globais, manifestações da totalidade – mundo, da qual são formas particulares.” (Santos, 2000).

Então do ponto de vista da Geografia, esta é a perspectiva para se estudar o espaço: olhando em volta, percebendo o que existe, sabendo analisar as paisagens como o momento instantâneo de uma história que vai acontecendo, e o olhar geográfico desmonta e explica os riscos e as potencialidades das decisões dos homens da história.

A Geografia desenvolveu o olhar espacial, portanto, construiu um método que faz a leitura da vida que estamos vivendo, a partir do que pode ser percebido no espaço construído.

A Geografia ao ler o espaço, ensina ao homem a leitura da sua própria história, representada concretamente pelo que resulta das forças naturais, sociais, políticas, económicas, etc., vivenciadas desde os seus antepassados até ao presente. O que a paisagem mostra é o resultado do que ali aconteceu e está acontecendo. A Geografia ao materializar o ocorrido transforma em visível, em perceptível as dinâmicas do acontecido.

Por tudo isto a Geografia é tão importante na formação dos nossos alunos. A formação dum pensamento geográfico é indispensável para a existência de cidadãos mais ativos e mais capazes de construir o mundo de hoje, mais sustentável, onde todos tenham abrigo.

a terra

Luis Romão (adaptado).

Bibliografia:

Milton Almeida dos Santos, Por uma outra globalização, São Paulo: Editora Record, 2000.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Latinofilia

ALIS VOLAT PROPRIIS voar com as próprias asas

Luís Reis, professor de Português, Latim e Grego do Agrupamento de Escola Dra. Laura Ayres, tem um blogue chamado LATINOFILIA, onde publica textos simultaneamente divertidos, informados e inteligentes.

Em 14 razões para não estudar Latim podemos, por exemplo, ler:

«I – PRIMA – Ignora o Latim, pois ele é considerado por todos como uma língua morta, que não é falada por ninguém. Além disso, não evolui, não se altera e, por isso, não tem necessidade de acordos ortográficos.

II – SECUNDA – Retirar-te-á tempo para navegares pelo Facebook ou pelo Twitter, porque é uma língua rigorosa e cheia de regras. Talvez, por isso, lhe chamem a matemática das línguas.»

E em Εὐχαριστώ,  ̓Ελλάδα! [Obrigado, Grécia!]:

«Se isto para ti é Grego e vais frequentar o 12º ano, alegra-te, pois é possível estudares na tua escola a língua-berço da filosofia e dos jogos olímpicos. Com certeza que já encontraste referências ao Grego Clássico que, tal como no caso do Latim, subsistem na nossa atualidade; elas explicam-nos o significado de muitas palavras, como, por exemplo, “Nike” [Νίκη] que significa “vitória” e “Ariston” [ά͗ριστον] – “excelente” ou “o melhor”.»

Outro destaque merecido: Para quê estudar Latim?

Depois de ler vários textos só encontrei um defeito no blogue: é atualizado com pouca frequência e não tem muitos textos. Mas estes são, também por isso, preciosos.

Como é dito em Carpe Ελληνικά: O Latim não é para mim… e ao Grego nem lhe pego… ,  “as línguas não morrem; o que morre são os falantes da língua.” Em Latinofilia o Grego e o Latim estão bem vivos. Espero que cada vez mais alunos percebam isso e escolham estudar essas línguas – na Esla e noutras escolas.

Como já foi muitas vezes assinaldado, o estudo do Grego e do Latim, além de ajudar a compreender a língua portuguesa, ajuda a pensar melhor e contribui para a autonomia intelectual dos estudantes: Alis volat propriis – ou seja, voar com as próprias asas.

 

sábado, 17 de outubro de 2015

Matriz do 1º mini teste: 10º A

Alegoria da Caverna de Platão saída da caverna para a luz

Duração: 45 minutos.

Objetivos:

1. Conhecer pelo menos oito exemplos de questões filosóficas.

2. Explicar porque é que as questões filosóficas são concetuais.

3. Explicar porque é que as questões filosóficas são básicas.

4. Saber que as respostas dadas às questões filosóficas raramente são consensuais.

5. Distinguir questões filosóficas de questões não filosóficas em exemplos dados.

6. Descrever a história da Alegoria da Caverna.

7. Interpretar a Alegoria da Caverna.

8. Mostrar porque é que a filosofia requer pensamento crítico.

9. Indicar o objeto de estudo da Lógica.

10. Explicar o que são proposições.

11. Analisar exemplos, distinguindo frases que expressam proposições de frases que não expressam proposições.

12. Explicar o que são ambiguidades e porque é importante evitá-las.

Natureza das questões:

Várias questões de escolha múltipla, várias questões de resposta curta (nomeadamente avaliação de exemplos), uma questão de resposta extensa.

Para estudar:

Links sobre a filosofia

O que estuda a lógica?

Discutir ideias em vez de repetir frases

Ambiguidades

Ambiguidade

Ambiguidade sintática

PowerPoint com exemplos de questões filosóficas

PowerPoint sobre a Alegoria da Caverna

Alegoria da Caverna (no manual adotado)

quarta-feira, 14 de outubro de 2015

Mais exercícios

conjuncao tabela de verdade

1. Se a antecedente de uma condicional for falsa e desconhecermos o valor de verdade da consequente, que podemos dizer do valor de verdade dessa condicional?

2. Reescreva as frases (exceto a B e a H) de modo a que fiquem na expressão canónica.

3. Elabore o dicionário de cada uma e formalize-as.

A. Não é verdade que a inexistência de Deus implique que a vida humana é absurda.

B. Não é verdade que a tortura seja justificável e os fins justifiquem os meios.

C. A eutanásia é correta, no caso do sofrimento ser intolerável e não haver esperança de cura.

D. Uma condição suficiente para a vida ter sentido é Deus existir.

E. Uma condição necessária para que Deus exista é não haver mal no mundo.

F. Quer o Libertismo quer o Determinismo Moderado defendem a existência de livre-arbítrio.

G. Uma condição necessária e suficiente para uma ação ter valor moral é ser feita por dever.

H. Ou Kant tem razão e o valor moral das ações não depende das consequências ou Stuart Mill tem razão e o valor moral das ações depende das consequências.

I. Nem o Ismael nem a Josefina são a favor do aborto.

J. É impossível o mal existir e Deus ser sumamente bom.

4. Utilizando os operadores verofuncionais da condicional e da conjunção, apresente uma forma proposicional equivalente à bicondicional.

5. Compare, através de tabelas de verdade, as seguintes formas proposicionais: “¬(¬P ∧ Q)” e “P ∨¬Q”. Que conclui?

6. Mostre através de uma tabela de verdade quais são as condições de verdade da seguinte forma proposicional:

¬(P→Q) ↔ (P∧¬Q)

domingo, 11 de outubro de 2015

Ficha de trabalho de lógica proposicional

logica proposicional princípio de não contradição

Ficha de trabalho para a próxima aula de apoio das turmas A e C do 11º ano.

1. Indique quais das seguintes frases exprimem proposições:

A. Esta frase não exprime uma proposição.

B. O que é uma proposição?

C. As proposições são expressas por frases interrogativas.

D. Vai já estudar filosofia.

2. Coloque na expressão canónica:

A. Terás positiva no teste, caso estudes muito.

B. As teorias filosóficas embora sejam racionais são discutíveis.

C. Para a vida ter sentido, basta Deus existir.

D. Uma ação tem valor moral se é feita por dever e vice-versa.

E. A inteligência é hereditária, a não ser que seja a emotividade.

3. Elabore o dicionário e formalize:

A. Deus não existe e a vida não tem sentido.

B. Não é verdade que Deus exista e a vida tenha sentido.

C. Se a pena de morte é moralmente errada, então o aborto e a eutanásia também são moralmente errados.

D. Não é verdade que o livre-arbítrio não existe.

E. Os governos não democráticos não são legítimos.

4. Indique o que existe de errado nas seguintes formas proposicionais.

A. P v Q → R

B. PQ

C. P ¬ ∧ Q

5. Traduza as seguintes formas proposicionais a partir do dicionário apresentado:

A. P ∧ ¬ Q

B. ¬ P → Q

P: Os valores são relativos.

Q: A crítica de costumes alheios é legítima.

6. A negação correta de “¬ P → ¬ Q” será “¬ P ∧ Q” ou “P → Q”? Justifique a sua resposta construindo tabelas de verdade das formas proposicionais apresentadas.

Matriz do 1º mini teste: 11º A e C

Mr. Spock logic Lógica

Duração: 50 minutos.

Objetivos:

1. Indicar o objeto de estudo da Lógica.

2. Explicar o que são argumentos.

3. Explicar o que são proposições.

4. Analisar exemplos, distinguindo frases que expressam proposições de frases que não expressam.

5. Explicar o que são ambiguidades e porque é importante evitá-las.

6. Distinguir proposições simples e compostas.

7. Explicar o que é um operador proposicional.

8. Explicar o que são operadores proposicionais verofuncionais e não verofuncionais.

9. Analisar exemplos, identificando os operadores proposicionais verofuncionais e os não verofuncionais.

10. Conhecer os operadores verofuncionais: negação, conjunção, disjunção (inclusiva e exclusiva), condicional ebicondicional.

11. Reescrever frases de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

12. Formalizar proposições.

13. Conhecer e compreender a tabela de verdade de cada operador proposicional.

14. Explicar e exemplificar o que são condições suficientes e condições necessárias.

15. Determinar as condições de verdade de proposições compostas através da construção de tabelas de verdade.

16. Distinguir tautologias, contradições e continências.

Natureza das questões:

Escolha múltipla, questões de resposta curta e exercícios de lógica.

Para estudar:

Páginas usadas ou referidas na aula do manual adotado.

PDF com a tabela explicativa e exemplificativa das conetivas.

O que estuda a lógica?

Ambiguidade sintática

Ambiguidades

Ambiguidade

Discutir ideias em vez de repetir frases

A negação de proposições condicionais (a parte explicada na aula)

terça-feira, 22 de setembro de 2015

Apresentação

argumentando

Este ano o Dúvida Metódica “pertencerá” aos alunos do 10º A e do 11º A e C do Agrupamento de Escolas Dra Laura Ayres. Aqui encontrarão textos, fichas de trabalho, esquemas,  matrizes e outras orientações, fotografias, cartoons, vídeos, etc. Acima de tudo, encontrarão problemas filosóficos para discutir e ajuda para o vosso estudo.

Bem-vindos à filosofia!