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terça-feira, 16 de junho de 2020

Recursos de Filosofia: Para terminar a Filosofia da religião com humor e sentido crítico


“Para terminar a Filosofia da religião com humor e sentido crítico”
Desta vez a proposta de trabalho que eu e a Sara Raposo elaborámos para a Aula Digital da Leya prende-se com a Filosofia da religião.
Como se depreende pelo título, a ideia é terminar a lecionação do capítulo com alguma leveza e boa disposição.
A proposta inclui um guião de análise de três vídeos: duas divertidas Mixórdias de Temáticas, de Ricardo Araújo Pereira, e o um excerto do célebre “Porque não sou cristão?”, de Bertrand Russell, onde este faz considerações críticas de perspetivas como a “aposta de Pascal”. Inclui também propostas de resolução.
Os sketches de RAP (intitulados “Deus visita indivíduo” e “Com vontade política tinha-se feito isto sem pó”) tocam - modo divertido e inteligente - diversos tópicos deste capítulo, com a vantagem adicional de mostrar que os assuntos filosóficos se podem encontrar no dia a dia.

Para aceder basta fazer uma rápida inscrição e depois visualizar o menu de recursos na Aula Digital.

Oxalá possa ser útil!

domingo, 12 de abril de 2020

O essencial sobre a existência de Deus



"As Aprendizagens Essenciais introduziram alterações significativas nos conteúdos de filosofia da religião a lecionar no ensino secundário. Surgem agora como autores de referência os teólogos e filósofos Anselmo, Tomás, Leibniz e Pascal. Este livro apresenta as ideias em questão destes autores, numa linguagem apropriada a estudantes do ensino secundário."

Palavras de Desidério Murcho, a propósito do seu livro A existência de Deus - O essencial, recentemente publicado pela Plátano.

Na página da editora encontra uma amostra do livro.



Este também existe no formato eBook.

Link para a editora:
Link para o blog "50 Lições", onde está a informação relativa ao eBook:

quinta-feira, 9 de abril de 2020

Recursos de filosofia para o ensino à distância



Eu e a Sara Raposo elaborámos alguns materiais de apoio para usar no ensino à distância, mas também utilizáveis, quando for possível, no ensino presencial.

Duas planificações das atividades a realizar: uma para o 10º e outra para o 11º.

Uma ficha com itens de escolha múltipla e uma ficha com dilemas éticos (para o capítulo da Fundamentação da moral, do 10º ano), acompanhadas de propostas de resolução.

Um guião de análise do documentário “Why Beauty Matters?”, de Roger Scruton, e uma ficha com itens de escolha múltipla e de resposta restrita (para o capítulo da Filosofia da arte, do 11º ano), também com propostas de resolução. Saliento que muitos dos itens desta ficha incluem exemplos de obras de arte.

É de referir que todos esses materiais são editáveis, podendo os professores suprimir, acrescentar ou alterar o que entenderem.

Estão disponíveis, gratuitamente, no site da editora Leya: https://www.leyaeducacao.com/

Para aceder basta fazer uma rápida inscrição e depois visualizar o menu de recursos na Aula Digital.

Os colegas Domingos Faria, Luís Veríssimo e Manuel João Pires também elaboraram materiais, disponíveis no mesmo sítio. 

quinta-feira, 4 de julho de 2019

Latim

Vídeo de divulgação da disciplina de Latim feito pelo professor Luís Reis, que leciona Latim e Grego no Agrupamento de Escolas Drª Laura Ayres. Vale mesmo a pena ver!

O professor Luís Reis é também autor de um blogue interessante: LATINOFILIA - http://latinofilia.blogspot.com/

segunda-feira, 10 de junho de 2019

A moralidade muda

Dave Robinson, Ética no Quotidiano – Guia Prático

«A moralidade é passada de geração em geração sem ser muito questionada. Mas pode mudar. Em tempos, a maioria das pessoas pensava que nada havia de errado em observar um urso a ser despedaçado por uma matilha de cães – dava um esplêndido dia de lazer para toda a família. Hoje, ficamos mais alarmados e perturbados com a crueldade desnecessária com os animais e pensamos que a perseguição aos ursos é uma coisa errada. Muitos de nós hoje pensam que a caça à raposa é provavelmente também cruel. E a maioria das pessoas deixou de pensar que a homossexualidade é perversa. Parece que a sociedade progrediu. Mas não há razão para nos tornarmos demasiado complacentes. Os seres humanos não estão necessariamente a ficar demasiado agradáveis, ano após ano. Ainda fazemos coisas más. E continuam a surgir novos problemas morais com que não sabemos lidar. Deveríamos permitir que o governo prendesse as pessoas sem julgamento, no caso de serem terroristas? Deveríamos permitir que torturassem suspeitos para obter mais informações?

Então, porque mudam desta maneira as crenças morais? De onde vêm, já agora?»

Dave Robinson, Ética no Quotidiano – Guia Prático, Gradiva, Lisboa, maio de 2019, pp. 9-10.

Algumas pessoas consideram que, dos factos referidos por Dave Robinson, se infere que a moral é relativa. Mas não é o caso do próprio autor: após a passagem citada ele acrescenta que dizer que as crenças morais vêm da sociedade “é a resposta fácil”.

Vale a pena ler mais!

https://www.gradiva.pt/catalogo/46314/etica-no-quotidiano

quarta-feira, 25 de abril de 2018

Poderá haver um regime político melhor que a democracia?

Contra-a-Democracia

Hoje é um bom dia para chamar a atenção para este livro: Contra a Democracia, de Jason Brennan, editado pela Gradiva em 2017. O 25 de abril trouxe a democracia aos portugueses e pudemos descobrir pelos nossos próprios meios o que muitos outros já sabiam: a democracia não é um sistema perfeito, longe disso, mas é MUITO melhor que as alternativas existentes. Contudo, não será possível descobrir (ou talvez inventar) alternativas melhores? É precisamente isso que Jason Brennan tenta fazer neste livro: imaginar formas de organizar a vida política melhores que a democracia. Analisa sistematicamente muitos defeitos da democracia, como por exemplo a ignorância e falta de preparação dos eleitores, e discute os méritos e os defeitos de uma alternativa epistocrática, ou seja, o governo dos sábios. Brennan considera que há mais vantagens que desvantagens nesse tipo de solução e analisa várias possibilidades: algumas implicariam grandes alterações nos atuais regimes democráticos, outras implicariam apenas pequenos ajustes. É improvável que o autor conheça a afirmação de José Saramago (que, misturadas com muitas asneiras, também disse algumas coisas certas) de que não devemos considerar a democracia como um ponto de chegada, mas sim como um ponto de partida; contudo, é precisamente isso que ele tenta fazer. Este livro é, portanto, contra a democracia, mas não a favor da ditadura.

De qualquer modo, concorde-se ou não com Jason Brennan, não seria nada democrático não discutir o valor da democracia. Nesta, pelo contrário, costuma valorizar-se o espírito crítico e o debate livre de ideias – o que implica a possibilidade de discutir mesmo os valores mais fundamentais. A democracia só pode ganhar com uma tal discussão. Se desta resultar a refutação dos seus críticos, a democracia fica fortalecida. E não parece que perca se dessa discussão resultar a descoberta de um sistema melhor, quer este seja um aperfeiçoamento localizado do regime democrático quer envolva a sua substituição por um tipo de organização que continue a fazer bem o que a democracia faz bem e faça melhor o que a democracia faz mal.

segunda-feira, 4 de setembro de 2017

Noções elementares de lógica

RACIONALIDADE ARGUMENTATIVA DA FILOSOFIA E A DIMENSÃO DISCURSIVA DO TRABALHO FILOSÓFICO

“RACIONALIDADE ARGUMENTATIVA DA FILOSOFIA E A DIMENSÃO DISCURSIVA DO TRABALHO FILOSÓFICO” é um documento, da autoria de Aires Almeida, “elaborado no âmbito da definição das Aprendizagens Essenciais” e que visa apresentar algumas “Noções elementares de lógica para a disciplina de Filosofia”. Pode encontrá-lo AQUI, na página da APF. Ainda não li, mas, dado o trabalho anterior do autor, é certamente muito bom e útil.

sexta-feira, 14 de abril de 2017

Conferência de Frederico Lourenço, em Portimão

Conferencia  Biblia, História e Filosofia de Frederico Lourenço Portimão

Frederico Lourenço é professor na Universidade de Coimbra, na área dos Estudos Clássicos. Traduziu a Bíblia e vários clássicos gregos, nomeadamente a Ilíada e a Odisseia, de Homero, Hipólito e Íon, de Eurípedes, e poemas de diversos poetas. Escreveu também adaptações da Ilíada e da Odisseia destinadas a jovens e alguns romances, contos e ensaios. Em 2016 ganhou o Prémio Pessoa.

A qualidade do seu trabalho promete uma conferência muito interessante, no próximo dia 21 de abril, em Portimão. A organização é do grupo de Filosofia da Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, que há vários anos organiza boas conferências filosóficas.

Eis um pequeno exemplo da arte com que Frederico Lourenço muda para português os clássicos, neste caso a poetisa Safo:

Aquele parece-me ser igual dos deuses,
o homem que à tua frente
está sentado e escuta de perto
a tua voz tão suave

e o teu riso maravilhoso. Na verdade isto
põe-me o coração a palpitar no peito.
Pois quando te olho num relance, já não
consigo falar:

a língua se me quebrou e um subtil
fogo de imediato se pôs a correr debaixo da pele;
não vejo nada com os olhos, zunem-me
os ouvidos;

o suor escorre-me do corpo e o tremor
me toma toda. Fico mais verde do que a relva
e tenho a impressão de que por pouco
que não morro.

Poesia Grega de Álcman a Teócrito, organização, tradução e notas de Frederico Lourenço, Livros Cotovia, Lisboa, 2006, pp. 37-38.

Outras traduções de Frederico Lourenço:

As pessoas agem mal porquê?
A amizade
A condição humana

terça-feira, 17 de janeiro de 2017

VI Olimpíadas de Filosofia: Agrupamento de Escolas Júlio Dantas

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Fase Nacional : 21 e 22 de Abril de 2017

“As inscrições decorrerão entre 30 de janeiro e 03 de março (por razões logísticas é-nos difícil aceder à inscrição de escolas atrasadas, pelo que o limite deve ser respeitado - o sistema fechará as 23:59:59 do último dia, e apenas questionários submetidos serão aceites).
À semelhança do ano anterior, o preenchimento demora cerca de 15 minutos, envolve questões de identificação da escola, do professor acompanhante, dos alunos e de logística (mais instruções no questionário!).
No dia 04 de março as escolas serão informadas da necessidade (ou não) da fase de seleção!
Mais dúvidas poderão ser remetidas para comissao.onf@gmail.com.”

Site onde poderá obter outras informações:

http://prosofos.weebly.com/informaccedilotildees-gerais.html

sexta-feira, 9 de dezembro de 2016

9 presentes de Natal filosóficos

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Aos que já se iniciaram ou se querem iniciar na reflexão sobre os problemas filosóficos.

Boas leituras a todos!

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domingo, 20 de novembro de 2016

Uma boa proposta de revisão do programa de Filosofia

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Aires Almeida apresentou uma proposta de revisão do programa de Filosofia que me parece muito boa: é filosoficamente rigorosa, é exequível, melhora imenso o programa atual mas sem implicar alterações radicais. A proposta pode ser lida no bloque do autor, questões básicas: Filosofia: uma proposta construtiva e minimalista.
Critiquei o facto de o Ministério da Educação ter excluído da revisão do programa de Filosofia a Sociedade Portuguesa de Filosofia e ter encarregue dessa tarefa unicamente a Associação de Professores de Filosofia: Programa de Filosofia: não é desta mudança que precisamos. Contudo, espero que o Ministério da Educação e a Associação de Professores de Filosofia não ignorem propostas valiosas como esta.

sexta-feira, 3 de junho de 2016

Aprender a língua de Homero e Platão em Quarteira

 

O professor Luís Reis ensinou Grego a uma turma de alunos do 12º ano, no Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres. O David Andrade foi seu aluno e, como se pode ouvir, não se vê grego com o Grego.
O Grego é uma das várias disciplinas de opção do 12º ano e é elegível pelos alunos de qualquer um dos cursos regulares: ciências, humanidades, economia e artes.
A Laura Ayres é das poucas escolas do país que oferece essa opção no 12º ano.

domingo, 29 de maio de 2016

Espreitar a Escola

O cartaz com a programação não se vê bem. Para conseguir ler e descobrir as variadas atividades previstas veja AQUI, na página web do Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres.

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Espreitar_a_escola

terça-feira, 3 de maio de 2016

PORQUÊ ESTUDAR GEOGRAFIA?

Post Convidado: Luis Romão, professor de Geografia do Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres.

Geografia

Comecemos por uma questão: a que ramo das ciências pertence esta ciência? É uma ciência humana ou natural?

Como tentarei reflectir, a imensa interdisciplinaridade da Geografia faz com que não apresente uma identidade concreta, contudo o objeto e o objetivo do seu estudo estão bem definidos.

Definimos hoje a Geografia como o estudo das relações entre o espaço e as sociedades.

Esta complexidade de relações exige do geógrafo o recurso a diversas ciências – Geologia, Meteorologia, Oceanografia, Ecologia, Estatística, mas também Ciências Sociais, como a Economia, a Sociologia, a História, a Politica…etc. A Geografia encontra-se na encruzilhada das ciências para poder explicar ao Homem os caminhos que traçou e que caminhos deve seguir para viver equilibradamente e frutiferamente nesta casa a que chamamos Terra.

Estas duas imagens esquematizam estas relações que constituem a sua razão:

Imagem 1

Relação entre a Geografia e outras ciências 

Imagem 2

Ciência Geográfica

Hoje a Geografia tem cada vez mais preocupação com a problemática social, considerando que o desenvolvimento, vindo da industrialização, passou a exercer grandes impactes sobre a natureza (paisagem) e a sociedade degradando e depilando os recursos naturais; o planeta, o espaço, a paisagem “não é apenas um quadro de vida, mas um espaço vivido, isto é, de experiência sempre renovada, o que permite, ao mesmo tempo, a reavaliação das heranças e a indagação sobre o presente e o futuro. A existência naquele espaço exerce um papel revelador sobre o presente e o futuro. A existência naquele espaço exerce um papel revelador sobre o mundo” (Santos, 2000).

Assim podemos perceber a complexidade de uma paisagem, de um país (múltiplas paisagens) percebendo as múltiplas relações e conexões que as suportam. “Os lugares, são, pois, o mundo, que eles, (cada comunidade) reproduzem de modos específicos, individuais, diversos. Eles são singulares (direi únicos, mas ao mesmo tempo cada vez mais iguais), mas também são globais, manifestações da totalidade – mundo, da qual são formas particulares.” (Santos, 2000).

Então do ponto de vista da Geografia, esta é a perspectiva para se estudar o espaço: olhando em volta, percebendo o que existe, sabendo analisar as paisagens como o momento instantâneo de uma história que vai acontecendo, e o olhar geográfico desmonta e explica os riscos e as potencialidades das decisões dos homens da história.

A Geografia desenvolveu o olhar espacial, portanto, construiu um método que faz a leitura da vida que estamos vivendo, a partir do que pode ser percebido no espaço construído.

A Geografia ao ler o espaço, ensina ao homem a leitura da sua própria história, representada concretamente pelo que resulta das forças naturais, sociais, políticas, económicas, etc., vivenciadas desde os seus antepassados até ao presente. O que a paisagem mostra é o resultado do que ali aconteceu e está acontecendo. A Geografia ao materializar o ocorrido transforma em visível, em perceptível as dinâmicas do acontecido.

Por tudo isto a Geografia é tão importante na formação dos nossos alunos. A formação dum pensamento geográfico é indispensável para a existência de cidadãos mais ativos e mais capazes de construir o mundo de hoje, mais sustentável, onde todos tenham abrigo.

a terra

Luis Romão (adaptado).

Bibliografia:

Milton Almeida dos Santos, Por uma outra globalização, São Paulo: Editora Record, 2000.

sábado, 30 de abril de 2016

No facebook

cogito ergo sum penso logo existo capa do dúvida metódica no facebook

O blogue Dúvida Metódica tem agora uma página "institucional" no facebook. Chama-se Dúvida Metódica, naturalmente.

A página anterior era uma conta pessoal e o facebook embirrou com os nomes que lhe foram dados e encerrou-a: há meses atrás vetou o nome "Dúvida Metódica" e agora vetou o nome "Renato das Cartas" (uma brincadeira motivada pelo facto de há décadas atrás ter existido a mania de aportuguesar os nomes dos autores estrangeiros, tendo René Descartes sido mudado para Renato das Cartas em algumas edições das suas obras). Tinha mais de três mil e quinhentos “amigos” e era uma boa maneira de divulgar as publicações do blogue, algumas opiniões e a própria filosofia. Paciência.

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Latinofilia

ALIS VOLAT PROPRIIS voar com as próprias asas

Luís Reis, professor de Português, Latim e Grego do Agrupamento de Escola Dra. Laura Ayres, tem um blogue chamado LATINOFILIA, onde publica textos simultaneamente divertidos, informados e inteligentes.

Em 14 razões para não estudar Latim podemos, por exemplo, ler:

«I – PRIMA – Ignora o Latim, pois ele é considerado por todos como uma língua morta, que não é falada por ninguém. Além disso, não evolui, não se altera e, por isso, não tem necessidade de acordos ortográficos.

II – SECUNDA – Retirar-te-á tempo para navegares pelo Facebook ou pelo Twitter, porque é uma língua rigorosa e cheia de regras. Talvez, por isso, lhe chamem a matemática das línguas.»

E em Εὐχαριστώ,  ̓Ελλάδα! [Obrigado, Grécia!]:

«Se isto para ti é Grego e vais frequentar o 12º ano, alegra-te, pois é possível estudares na tua escola a língua-berço da filosofia e dos jogos olímpicos. Com certeza que já encontraste referências ao Grego Clássico que, tal como no caso do Latim, subsistem na nossa atualidade; elas explicam-nos o significado de muitas palavras, como, por exemplo, “Nike” [Νίκη] que significa “vitória” e “Ariston” [ά͗ριστον] – “excelente” ou “o melhor”.»

Outro destaque merecido: Para quê estudar Latim?

Depois de ler vários textos só encontrei um defeito no blogue: é atualizado com pouca frequência e não tem muitos textos. Mas estes são, também por isso, preciosos.

Como é dito em Carpe Ελληνικά: O Latim não é para mim… e ao Grego nem lhe pego… ,  “as línguas não morrem; o que morre são os falantes da língua.” Em Latinofilia o Grego e o Latim estão bem vivos. Espero que cada vez mais alunos percebam isso e escolham estudar essas línguas – na Esla e noutras escolas.

Como já foi muitas vezes assinaldado, o estudo do Grego e do Latim, além de ajudar a compreender a língua portuguesa, ajuda a pensar melhor e contribui para a autonomia intelectual dos estudantes: Alis volat propriis – ou seja, voar com as próprias asas.