sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Matriz do 1º teste do 10º ano

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Ano letivo: 2018/2019

Duração do teste: 90 minutos.

Estrutura do teste: contém itens de escolha múltipla, correspondências, itens de resposta curta, itens de resposta restrita e um item de resposta extensa.

Objetivos:

1. Conhecer pelo menos oito exemplos de questões filosóficas.

2. Explicar porque é que as questões filosóficas são concetuais.

3. Explicar porque é que as questões filosóficas são básicas.

4. Explicar porque é que as questões filosóficas estão em aberto.

5. Distinguir questões filosóficas de questões não filosóficas em exemplos dados.

6. Mostrar porque é que a filosofia requer pensamento crítico.

7. Explicar o que é a lógica.

8. Explicar o que é uma proposição.

9. Distinguir frases que exprimem proposições de frases que não exprimem proposições.

10. Explicar o que são ambiguidades e distinguir ambiguidades semânticas e ambiguidades sintáticas.

11. Explicar porque é importante – na filosofia e noutras áreas do conhecimento - evitar ambiguidades.

12. Classificar proposições quanto à qualidade (afirmativas e negativas) e quanto à quantidade (universais, particulares e singulares).

13. Reescrever frases universais, particulares e singulares de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

14. Nomear e explicar as relações lógicas contidas no Quadrado da Oposição.

15. Determinar o valor de verdade de proposições dadas tendo em conta o Quadrado da Oposição.

16. Negar proposições universais, particulares e singulares.

17. Explicar o que é uma conetiva (ou operador) proposicional.

18. Distinguir proposições simples e compostas.

19. Nomear as conetivas proposicionais consideradas pela lógica proposicional: negação, conjunção, disjunção (inclusiva e exclusiva), condicional e bicondicional.

20. Identificar a forma canónica e algumas formas alternativas de cada conetiva proposicional.

21. Reescrever frases com conetivas proposicionais de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

22. Identificar e usar os símbolos representativos das conetivas proposicionais (constantes lógicas).

23. Saber o que são variáveis proposicionais.

24. Fazer o dicionário de proposições dadas.

25. Formalizar proposições dadas.

26. Reconhecer o âmbito das conetivas proposicionais usadas numa proposição.

Para estudar:

Fotocópias (até à página 11) e PDF’s.

No blogue Dúvida Metódica:

O que é a filosofia?

Estudo da religião: a parte da Sociologia e a parte da Filosofia

Problemas filosóficos e problemas não filosóficos

Descubra a questão mais básica

Ambiguidade sintática

Ambiguidades

Ambiguidade

Não é só na filosofia que a ambiguidade é um problema

terça-feira, 16 de outubro de 2018

Matriz do 1º teste do 11º ano

Cerebro numa cuba 1  [brain_in_a_vat_thought_bubble%2520%2520c%25C3%25A9rebro%2520numa%2520cuba%255B4%255D.jpg]

Ano letivo: 2018/2019

Duração: 90 minutos.

Estrutura: contém itens de escolha múltipla, correspondências, itens de ordenação, itens de resposta curta, itens de resposta restrita e itens de resposta extensa.

Objetivos:

1. Explicar o que é a Epistemologia.

2. Diferenciar os vários tipos de conhecimento (conhecimento prático, conhecimento por contacto e conhecimento proposicional).

3. Apresentar a definição tradicional de conhecimento.

4. Mostrar porque é que a verdade é uma condição necessária do conhecimento.

5. Mostrar porque é que a justificação é uma condição necessária do conhecimento.

6. Mostrar porque é que cada uma dessas condições isoladas ou agrupadas duas a duas não constituem condições suficientes do conhecimento.

7. Explicar a diferença entre o conhecimento a posteriori e o conhecimento a priori.

8. Explicar o que é o cepticismo e distinguir o ceticismo moderado e o ceticismo radical.

9. Mostrar qual é, segundo o ceticismo radical, o problema da justificação.

10. Discutir se o ceticismo radical se autorrefuta.

11. Explicar em que consiste o argumento cético dos erros percetivos.

12. Explicar em que consiste o argumento cético da regressão infinita da justificação.

13. Conhecer alguns cenários céticos: sermos um cérebro numa cuba, a vida ser um sonho, a situação descrita no filme Matrix, etc.

14. Mostrar em que medida o ceticismo lança um desafio a quem se afirma detentor conhecimento.

15. Mostrar como é que Descartes tentou responder ao desafio cético.

16. Explicar o que é a dúvida metódica.

17. Explicar porque razão Descartes tinha como objetivo encontrar uma crença indubitável e básica.

18. Indicar quais são as principais etapas do percurso da dúvida metódica.

19. Mostrar porque é que Descartes recorreu à hipótese da vida ser um sonho.

20. Mostrar porque é que Descartes recorreu à hipótese do Génio Maligno.

21. Mostrar porque é que Descartes considera o Cogito como indubitável.

22. Mostrar como é que o argumento da marca tenta provar a existência de Deus.

23. Explicar em que consiste o critério das ideias claras e distintas.

24. Mostrar qual é a função de Deus no sistema cartesiano.

25. Explicar a objecção segundo a qual Descartes foi incoerente ao considerar a existência de Deus como provada.

26. Explicar a objeção que diz: “criar a ideia de perfeição é diferente de criar a própria perfeição”.

27. Explicar a objeção do círculo cartesiano.

28. Avaliar e discutir a tentativa feita por Descartes para refutar o ceticismo e fundamentar o conhecimento.

O aluno deve conhecer exemplos ilustrativos de cada um dos tópicos.

Para estudar:

o Fotocópias.

o Fichas de trabalho enviadas por email.

o Imagens mostradas nas aulas e enviadas por email.

o No blogue Dúvida Metódica:

Tipos de conhecimento (imagens com exemplos)
Ficha de trabalho: identificação dos diferentes tipos de conhecimento 

O Deco não percebe nada de Epistemologia (exemplo)

Um “sinal de Deus” será uma boa justificação?  (exemplo)
Uma dúvida inspiradora para os alunos do 11º ano (cartoon)

Como são parecidas a ilusão e a realidade! (distinção entre ilusões e alucinações)

Algumas imagens que nos levam a duvidar dos nossos olhos e o cepticismo radical (vídeo com exemplos)

A minha vida é real: conhecimento ou mera crença? (experiência mental do cérebro numa cuba)

O caro leitor não está a ler (noção de contradição pragmática)

Cartoons cartesianos

Vejo, logo aprendo (vídeos sobre Descartes)

Aconselhado:

Penso, logo não cozinho! (cartoon)

A vida será um sonho?

Objecção a Descartes: o Cogito é um entimema e não uma crença básica

BOM TRABALHO!