segunda-feira, 11 de fevereiro de 2019

Matriz do 4º teste do 10º ano

relativismo cultural

Objetivos:

1. Distinguir juízos de facto e juízos de valor.

2. Identificar em exemplos juízos de facto e juízos de valor.

3. Distinguir juízos de valor morais (ou éticos) de outros juízos de valor.

4. Apresentar o problema da natureza dos juízos de valor morais: são subjetivos, culturalmente relativos ou objetivos?

5. Explicar a resposta do subjetivismo moral ao problema da natureza dos juízos de valor morais.

6. Explicar e discutir as objeções ao subjetivismo moral que estudou.

7. Explicar e exemplificar o que é a diversidade cultural.

8. Explicar e exemplificar o que é o etnocentrismo.

9. Explicar a perspetiva do relativismo cultural quanto ao problema da natureza dos juízos de valor morais.

10. Explicar as objeções ao relativismo cultural que estudou.

11. Explicar a perspetiva do objetivismo moral quanto ao problema da natureza dos juízos de valor morais.

12. Explicar as objeções ao objetivismo moral que estudou.

13. Comparar e discutir o subjetivismo moral, o relativismo cultural e o objetivismo moral.

14. Justificar a opinião própria sobre o problema da natureza dos juízos de valor morais.

15. Aplicar os conteúdos de lógica relevantes, nomeadamente as formas argumentativas válidas e as falácias informais.

A. Conhecer exemplos ilustrativos de todos os conceitos referidos.

B. Identificar os conceitos referidos em exemplos dados pelo professor.

Natureza das questões:

Escolha múltipla; identificação e avaliação de exemplos; questões de resposta curta, circunscrita e extensa.

Para estudar:

As partes assinaladas * durante as aulas das seguintes páginas do Manual: 93, 96, 97, 98, da 102 à 107, 109, 114, 115.

* Os alunos devem as partes assinaladas dessas páginas e não devem ler as páginas não indicadas, pois contêm erros e confusões.

PDF’s dados aos alunos.

No blogue Dúvida Metódica: 

Qual é a ironia? (cartoon sobre a diversidade religiosa e o etnocentrismo) *
Os costumes sociais influenciam muito o que pensamos
Uma tradição admissível, segundo os relativistas culturais (testemunho de uma vítima de excisão)
Enterrar viva uma pessoa é errado ou isso é relativo?
Quem deve falar em nome de uma cultura? (Objeção ao RC)

Se há progresso moral, o relativismo é falso (Objeção ao RC)

Tem razão quem se apoiar nas melhores razões (ideias do OM)

Defender a objetividade não significa que se seja dogmático *

Os juízos de valor morais podem ou não ser objetivos? (trabalho de alunos) *

A tolerância não implica o relativismo *

Lágrimas iguais *

* Opcional

terça-feira, 5 de fevereiro de 2019

Matriz do 3º teste do 11º ano

mulher arqueóloga

Ano letivo: 2018/2019

Duração: 90 minutos.

Estrutura: contém itens de escolha múltipla, correspondências, itens de ordenação, itens de resposta curta, itens de resposta restrita e itens de resposta extensa.

Objetivos:

1. Explicar qual é o objecto de estudo da filosofia da ciência.

2. Nomear diferentes ciências.

3. Explicar a importância atualmente atribuída à ciência.

4. Explicar o problema da demarcação.

5. Formular o problema do método científico.

6. Explicar o que é uma hipótese.

7. Explicar a perspetiva indutivista do método científico.

8. Explicar as objeções ao indutivismo estudadas: a ciência estuda fenómenos inobserváveis; a observação pura não é possível.

9. Explicar a conceção falsificacionista de ciência.

10. Mostrar como é que o falsificacionismo distingue entre ciência e pseudociência.

11. Explicar a posição de Popper relativamente ao problema da indução.

12. Explicar a perspetiva falsificacionista do método científico.

13. Explicar as objeções ao falsificacionismo estudadas: distorce a natureza da atividade científica; torna irracional a nossa confiança nas teorias científicas.

14. Comparar e avaliar o indutivismo e o falsificacionismo.

15. Explicar a perspetiva de Popper acerca da objetividade da ciência.

16. Explicar a perspetiva de Popper acerca do progresso da ciência.

17. Explicar o conceito de paradigma, segundo Kuhn.

18. Explicar os conceitos de ciência normal, anomalia, crise, ciência extraordinária e revolução científica.

19. Explicar a perspetiva de Kuhn sobre a objetividade da ciência.

20. Explicar a perspetiva de Kuhn sobre o progresso da ciência.

21. Explicar as objeções a Kuhn estudadas: é implausível que os paradigmas sejam incomensuráveis; exagero quanto à influência dos factores pessoais.

22. Comparar e avaliar as perspetivas de Popper e Kuhn acerca da objetividade e progresso da ciência.

23. Explicar o problema da definição de arte.

24. Diferenciar condições necessárias e condições suficientes.

25. Mostrar em que consiste uma boa definição explícita.

26. Explicar a teoria de que a arte é imitação.

27. Explicar as objeções à teoria da imitação estudadas: há muitos contraexemplos; não se aplica apenas a obras de arte.

28. Explicar a teoria de que a arte é representação e mostrar em que medida é uma reformulação da teoria da imitação.

29. Explicar as objeções à teoria da representação estudadas: há muitos contraexemplos; não se aplica apenas a obras de arte.

A. Conhecer exemplos ilustrativos de todos os conceitos referidos.

B. Identificar os conceitos referidos em exemplos dados pelo professor.