sábado, 13 de novembro de 2010

Dois desafios: escolham um!

Segundo Platão, os prisioneiros descritos na alegoria da caverna são semelhantes a nós.

Se admitirmos a verdade desta ideia, será que podemos estabelecer alguma relação entre o modo como algumas pessoas usam as recentes descobertas tecnológicas - a televisão, o computador (as redes sociais e os jogos, por exemplo) e a situação dos prisioneiros? Porquê?

Escolham o tema de um dos vídeos e argumentem!

Informação aos alunos: a data limite para o envio do comentário é dia 24 de Novembro. Como vos disse, só publicarei os vossos comentários depois desta data.

Bom trabalho!

Nota: Sobre a alegoria da caverna e a televisão pode ler, no Dúvida Metódica, aqui.

49 comentários:

Miguel Pinto 10ºC disse...

Escolho o segundo vídeo:
Bem, a minha ideia sobre esse assunto é que existe os dois tipos de pessoas, as que mesmo usando as novas tecnologias (como por exemplo as redes sociais), conseguem ter uma verdadeira consciência da realidade e dar mais importância à mesma. Mas também existe o tipo de pessoa que mal consegue largar a rede social cibernética, que por vezes até a usa para tomar decisões importantes na vida, e pode chegar até a recusar repetitivamente os convites e amigos da sua vida real, tomando a mesma atitude que os prisioneiros na alegoria da caverna, estando "acorrentadas" na sua noção de realidade.

Anónimo disse...

O que Platão quer mostrar é que não devemos viver na ignorância, devemos ser mais críticos, ter um espírito crítico, e o que a maior parte das pessoas fazem é seguir a opinião da maioria (senso comum), o que Platão quer dizer com o “semelhantes a nós” é que também são seres humanos tal e qual nós.

Filipe Cardoso Carlos 10ºD Nº10

Inês nº11 10ºD disse...

O video alusivo ao mito da caverna de Platão relata de forma simples e clara o estado de ignorância do Homem quando se recusa a pensar e a conhecer a realidade envolvente. Os homens que viveram na caverna acomodaram-se ao seu mundo que se resumia a um conjunto de sombras vindas do exterior. Conviviam há muito tempo com as citadas que na sua opinião era impossivel existir uma realidade distinta da sua. Tal como o video mostra, a maioria da sociedade é influênciada pelos seus hábitos, gostos, actos, entre outros... Tal como faculta a ausência de uma personalidade individual própria e remete-nos para a ignorância. O primeiro passo de recusa à ignorância é termos consciência que as inúmeras ideias que nos são impostas diariamente são na sua maioria erróneas. Jamais devemos satisfazer-nos com a aparente realidade, para nos libertar-mos das ideias pré-consideradas e abarcarmos o conhecimento temos que abandonar o "véu da ignorância", questionar-mos a realidade envolvente, ansiar-mos pela aquisição diária de novos saberes.

Filipa Santos 10ºD disse...

Platão, filósofo grego, na Alegoria da Caverna, afirma que os prisioneiros são semelhantes a nós. Esta semelhança significa que, tal como os prisioneiros, também nós confundimos a aparência com a realidade e julgamos ser verdadeiro o que é na realidade falso. A diferença reside no facto de nós não estarmos presos da mesma maneira que os prisioneiros descritos por Platão estão, visto que nos encontramos presos psicologicamente, e não fisicamente.

Na Alegoria da Caverna, Platão descreve um grupo de homens que se encontram acorrentados no interior de uma habitação subterrânea, onde tudo o que conseguem ver são sombras, e por isso mesmo julgam que estas são a realidade, dado que esta é a única a que têm acesso. Esses prisioneiros representam uma sociedade que tem uma atitude dogmática, isto é, uma atitude não crítica. As sombras que são vistas representam assim as crenças que julgamos serem incontestáveis.

Um dos prisioneiros consegue libertar-se, caminhando em direcção à luz, que representa o conhecimento. Magoado pela luz, tenta com muito esforço habituar-se a ela em busca do conhecimento e da realidade, tendo por conseguinte uma atitude filosófica, através de uma justificação e argumentação de um modo racional.

Quando regressa à caverna, não é bem aceite pelos outros prisioneiros, que o tentam matar e o consideram louco, pois estes possuem uma atitude dogmática e por isso não se sentem à vontade quando alguém os tenta chamar à razão, como fez o prisioneiro já solto.

Este texto escrito por Platão faz-nos pensar na atitude que queremos e devemos ter: se queremos ter uma atitude crítica ou uma atitude dogmática. Se optarmos pela crítica, não seguiremos a opinião da maioria só porque é mais fácil e não requer qualquer esforço da nossa parte, mas sim pensaremos pela nossa cabeça, argumentando e justificando de um modo racional. Se por outro lado adoptarmos a atitude dogmática, não utilizaremos o raciocínio e deixar-nos-emos levar pelas ideias partilhadas pela maioria.

Depois de ter feito um pequeno resumo da Alegoria da Caverna e uma breve interpretação da mesma, posso então dizer que o tema que escolhi foi o do artista brasileiro Maurício de Souza que criou uma pequena banda desenhada ("As Sombras da Vida") em que compara os prisioneiros, que consideram que as sombras são a realidade, com as pessoas que se tornam dependentes da televisão e que acabam por confundir as imagens televisivas com a vida. Nestes casos, as pessoas entregam-se a uma ''realidade imaginária'', chegando ao ponto de questionarem o que acontece na televisão como se não fosse tudo programado, como se não houvesse uma razão para tudo o que se sucede.

Então podemos estabelecer uma relação entre o modo como algumas pessoas usam as recentes descobertas tecnológicas - a televisão - e a situação dos prisioneiros, porque nas duas situações existem dois caminhos que podemos tomar: ter uma atitude crítica, pensar por nós mesmos, argumentar e justificar as nossas crenças de uma forma racional, ou ter uma atitude dogmática / acrítica onde se segue a opinião da maioria porque não requer qualquer esforço por parte das pessoas e é tão mais simples e fácil do que racicionar.

Assim e em suma, tanto os prisioneiros descritos na Alegoria da Caverna como as pessoas que, actualmente, baseiam a sua vida na televisão, possuem uma atitude dogmática, onde se deixam levar por uma fantasia/ ilusão que julgam ser a realidade, não sendo racionais nem críticos.

Filipa Santos, 10ºD

Anónimo disse...

Nº18 10ºC Ano lectivo 2010/2011 (1ªparte)

As redes sociais virtuais são grupos ou espaços específicos na Internet, que permitem partilhar dados e informações, sendo estas de carácter geral ou específico e das mais diversas formas (textos, arquivos, imagens fotos, vídeos, etc.). Incluem igualmente jogos, debates, testes e outros tipos de entretenimento virtuais. Embora seja um meio de interacção e comunicação que comporta inúmeras vantagens, engloba igualmente diversas desvantagens – quando usado por pessoas que possuem uma atitude acrítica (que não pensam de forma coerente, que apresentam ideias injustificadas). A simplicidade com que indivíduos divulgam informação e aceitam o que lhes aparece no ecrã, passando inúmeras horas neste tipos de rede (por vezes tornando-as em vícios, causando dependência) são algumas das provas das suas atitudes dogmáticas (sinónimo de atitude acrítica). As consequências deste tipo de atitude são: deficiência de interacção não-virtual, insucesso profissional e escolar, publicidade dirigida (após analise de perfis de diversas pessoas), perseguições por pessoas indesejáveis, chantagens, perda de privacidade e danos na reputação.

Anónimo disse...

Nº18, 10ºC | ano lectivo 2010/2011 (2ªparte)

Na Alegoria da Caverna, Platão exprime a diferença entre a atitude crítica (antónimo de atitude acrítica) e acrítica, sublinhando que cada um de nós é livre de escolher qual atitude desejamos possuir. Para fazer esta diferenciação relata a história de homens que viveram sempre numa caverna escura, presos por correntes. Não vêem nada a não ser uma das paredes da caverna, onde são projectadas – graças a uma fonte de luz que se encontra atrás deles – figuras que provêm de objectos e pessoas que estão nas suas costas. Quando um dos prisioneiros é liberto, exposto á luz, começa por pensar que o que vê é irreal, convencido que as projecções da caverna são a vida real. Porém, ao longo do tempo, compreende que a verdade é precisamente o contrário, que as projecções não passam de ilusões, e que a realidade é fora da caverna, na liberdade. Decide voltar para persuadir os companheiros de prisão que tivera de que o que pensam não é verdade, contando-lhes a realidade, mas eles gozam com ele, não querendo acreditar no que ele diz. Analisando esta história, podemos afirmar que o prisioneiro liberto é a pessoa que pensa e age criticamente, exposto á Luz e dirigindo-se á perfeição e evolução; os outros prisioneiros são os que têm uma atitude dogmática, presos a correntes – que são nem mais nem menos do que as suas próprias mentes quadradas e convencidas da verdade – e envoltos nas Sombras, permanecendo no seu estado primordial.

Anónimo disse...

Nº18,10ºC ano lectivo 2010/2011 (3ªparte)

Se examinarmos com atenção, podemos relacionar o modo acrítico com que algumas das pessoas usam as redes sociais virtuais com os prisioneiros, que são igualmente possuidores de uma atitude dogmática. A deficiência de interacção não-virtual pode ser comparada com o isolamento dos prisioneiros em relação ao mundo real; O insucesso profissional e escolar é equivalente ao facto dos prisioneiros se encontrarem embrenhados nas Sombras, sem manifestarem qualquer tipo de evolução intelectual; A publicidade dirigida, as chantagens e as perseguições (por pessoas indesejáveis que, de certa forma usaram a atitude dogmática da vítima para a alcançar, sendo isto um género de manipulação) encaixam perfeitamente na ideia das pessoas estarem a ser manipuladas e enganadas, tal como os prisioneiros que são levados a pensar que o mundo real é o espaço que eles conhecem da caverna; A perda de privacidade das pessoas é igualmente aplicada aos prisioneiros, que ao estarem acorrentados pela mesma coisa – a atitude dogmática –, estão todos juntos e próximos um dos outros, sem qualquer tipo de privacidade; E os danos na reputação estão relacionados com a reputação dos prisioneiros que é posta em questão pelo prisioneiro liberto, após tentar abrir os olhos aos companheiros, apercebendo-se que eles são simplesmente ignorantes.

Adriana Palma nº1 10ªA disse...

Platão diz que os prisioneiros da alegoria da caverna são como nós porque por vezes as pessoas tem preguiça, medo de ter uma atitude crítica, as pessoa preferem viver o censo comum não se preocupam em procurar perguntas e respostas. As pessoas, como os prisioneiros da alegoria da caverna agarram-se ao sentido sensorial. Platão acha que muitas pessoas têm um ponto de vista acrítico, isto quer dizer, que não pensa por si próprio.
Para existir uma atitude crítica tem que aparecer questionamento. Segundo Platão este acha que as pessoas que possuem o saber têm o dever mural de ajudar os que se encontram na ignorância por isso é que o prisioneiro da alegoria da caverna que foi libertado quis voltar e partilhar o seu conhecimento com os seus colegas.

Anónimo disse...

Miguel Dionísio 10º D nº15

Sim, podemos. Como podemos ver no final vídeo 1, na parte em que aparecem 3 homens a ver televisão
e quando aparece o outro e pergunta o que é que eles estão a fazer e um dos homens dá a enteder que
não há mais nada pra fazer, muitas vezes é isso que acontece na sociedade. As pessoas ficam agarradas
ao mundo da televisão e não fazem mais nada e acabam por adoptar uma atituide acritica.
Só está bem o que se diz na TV, só aquilo é que interessa e quem disser o contrário está errado, pois
apareceu na TV que era assim e não pode ser de outra maneira. As pessoas não se questionam sobre,
por exemplo, opiniões de jornalistas, que passam nao televisão e fazem das palavras dele (o jornalista ou outro qualquer) as
suas. Fazem também cada vez menos desporto para terem tempo para poderem ver as novelas/séries
e quase que as "vivem". Comentam sobre personalidades de personagens e acabam por fazer certos comentários
sobre o que veêm que parece que é a vida real, daí eu ter dito anteriormente que acabam por "viver" aquilo, um mundo de ilusão.

Tatiana Valente disse...

Tatiana Valente, 10ºC
O vídeo que escolhi foi o do mito da caverna.
No inicio do vídeo temos três homens sentados, dentro de uma caverna, que olham para uma parede onde observam as sombras dos objetos que passam perto da entrada da caverna onde se encontram. Ao observarem as sombras eles sentiam que estavam a viver a vida real até que, um outro homem que vivia no mundo exterior ao da caverna alertou-os de que a realidade era fora daquela da caverna onde os homens viviam. Séculos mais tarde esses homens são novamente encontrados a ver as sombras, que são agora as novas tecnologias.
Platão diz que os prisioneiros da caverna são semelhantes a nós e eu considero que tal seja verdade. Aqueles prisioneiros, pessoas semelhantes a nós, limitavam-se a ver a sombras, isto é, acreditavam no que lhes diziam sem pensar se era verdade ou mentira, ou se era a escolha mais acertada seguir determinada opinião.
Hoje em dia, as pessoas são muito dependentes das inovações tecnológicas como por exemplo a televisão e o computador, nomeadamente das redes sociais e dos jogos on-line e, muitas vezes são influenciadas na medida em que passam a acreditar no que é dito por exemplo na televisão. Com isto quero dizer, pessoas que assistem a muitas telenovelas e séries por vezes tentam fazer o mesmo que veem na televisão, porque os atores/atrizes são muito famosos e são como ídolos para certos telespetadores que querem ser como eles de tal forma que imitam e seguem as suas pisadas sem pensar se é o mais correto.
Em relação ao uso do computador, muitas pessoas ficam “agarradas” ao computador todo o dia criando amigos virtuais e /ou jogando jogos. Enquanto as pessoas estão no computador jogando, estão a viver num mundo irreal (sombras) em vez de saírem e tentarem viver uma vida real onde se podem questionar acercas daquilo que realmente existe.
Este tipo de dependência das tecnologias faz com que as pessoas criem uma atitude acrítica porque enquanto estão vendo televisão ou navegando na internet não têm a necessidade de se questionarem e vão perdendo o hábito de pensarem sobre as suas crenças e, a longo prazo passam a viver de acordo com as opiniões dos outros.
Perante esta situação, podemos comparar-nos com os prisioneiros da alegoria da caverna pois, enquanto eles viviam na irrealidade das sombras nós vivemos na irrealidade das tecnologias.

André Baltazar disse...

O vídeo “Mito da Caverna” fala das pessoas que não tem atitude crítica, que tomam como certo as suas crenças sem procurar saber se estas são verdade ou não, não querem tentar obter mais conhecimento, usam só o senso comum para se guiarem na vida. A maioria das pessoas acha aborrecido ou muito difícil pensar por si mesmo, logo seguem o que o senso comum lhes indica, como os homens que estavam na caverna a ver as sombras a passar diante deles.

Anónimo disse...

No texto de plantão existem prisioneiros de uma gruta que acreditam que apenas a vida se baseia em sombras, e hoje em dia na realidade nós somos prisioneiros das novas tecnologias. Baseamos tudo na nossa vida ligado as novas tecnologias, e é considerado também como um isolamento nas relações humanas. Acreditamos só nas informações que a televisão nos transmite, procuramos relações, socializar e distracção na internet. As nossas ideias e pensamentos estão feitos a base das tecnologias e pensamos ou queremos acreditar que as respostas as nossas duvidas estão lá, mas não, todas as ideias que construímos todos os nossos os pensamentos são construídos e? formados por nós, nós é que não queremos acreditar nisso porque estamos prisioneiros das tecnologias. Haverá alguém com coragem de se libertar destas correntes e sair da prisão da tecnologia, e desfrutar apenas do seu próprio conhecimento e alarga-lo ao procurar respostas as suas duvidas por si próprio e encorajar os resto dos prisioneiros a libertarem-se das novas tecnologias e “andarem” por si mesmos?

Laura Chumbinho nº14 10ºF

Anónimo disse...

Comentário ao tema da rede social:

Com a descoberta de novas tecnologias, as pessoas principalmente os jovens tornaram-se dependentes disso e passam muitas horas na internet e nas várias redes sociais, ou seja, tal como os prisioneiros só vêem aquilo que está na internet. As pessoas estão relacionadas com a situação dos prisioneiros porque não têm pensamento crítico e preferem viver com o senso comum, com um pensamento acrítico e não procurar ideias diferentes.

Catarina Magalhães, nº5, 10ºF

Vitor Pereira disse...

Eu escolhi o tema do “Mito da Caverna” de Maurício de Souza.
Maurício, trabalha neste filme o Tema da alegoria da caverna, os prisioneiros que estão presos numa gruta onde vêem sombras a serem projectadas numa parede, os prisioneiros acreditam que estas sombras são a realidade.

Neste filme o autor quer comparar os prisioneiros que, acreditam que as sombras que vêm na caverna são o real, como as pessoas de hoje em dia que são viciadas em televisão, computador, jogos, etc, estas pessoas tal e qual como os prisioneiros que por vezes pensam que algo irreal (os programas de televisão), são reais levando-as a fazer o que estas vêem na televisão, mostrando assim que as pessoas de hoje em dia são tão preguiçosas como os prisioneiros que preferiam acreditar no que viam do que no outro prisioneiro dizia.

Para mostrar o quanto isto é verdade, no dia-a-dia as pessoas discutem sobre telenovelas, interrogando o que as personagens fazem.

Trabalho executado por:
-Vitor Pereira nº19 10D

Anónimo disse...

Eu escolhi o 1º vídeo : “Mito da Caverna – por Marurício de Souza”.
No vídeo as pessoas só acreditam no que vêm nas sombras, recusavam-se a acreditar na realidade e não se queriam questionar se o que viam era a realidade. Mas ao sairem da caverna perceberam que a realidade é aquela que está fora. Essas pessoas para sairem da caverna tiveram de se ter dúvidas e de questionar as suas crenças básicas. Quando sairam foi muito difícil de se adaptarem a luz, significa que é muito difícil de se obter o conhecimento.
No vídeo faz-se uma comparação com as pessoas da actualidade, pois é muito mais fácil seguir a opinião dos outros do que pensar por si próprio e ter dúvidas.
Georgeta nº11 10ºC

Anónimo disse...

O tema que escolhi foi o do primeiro vídeo. Os prisioneiros viviam de uma forma sedentária pois a única coisa que faziam era observar as sombras que eram projectadas e que eles pensavam ser a realidade. Mas essa realidade, não é a realidade que a outra personagem vê e vem explicar aos prisioneiros que embora eles vissem as sombras, essas eram projectadas pela verdadeira realidade. A personagem tenta fazer com que eles acreditem, mas eles irritam-se e vão atrás dele, e é aí que eles percebem que a verdadeira realidade não era a que eles estavam observando anteriormente.
Hoje em dia as pessoas usam e abusam das novas tecnologias e isso faz com que se pense que estamos a ficar igual aos prisioneiros. As pessoas passam horas a ver televisão, a utilizarem o computador e os telemóveis. A situação que o vídeo descreve é semelhante ao que acontece hoje em dia embora as pessoas saibam o que é a realidade, porque os prisioneiros não tinham noção que existia a verdadeira realidade e só sabiam que existia a realidade que os seus olhos viam. As pessoas têm noção da verdadeira realidade, mas tendem a passar muito tempo a usar as novas tecnologias sem se questionarem sobre os efeitos maléficos que essas provocam.

João Campina nº12 10ºD

Ana Carolina - 10ºC - Nº27 disse...

Eu escolhi falar do primeiro video ("Mito da caverna" de Maurício de Souza). Este video retrata prisioneiros tal como os da Alegoria da caverna, e esses mesmos prisioneiros tomam todas as sombras que vêm projectadas na parede como verdadeiras e como a sua realidade, o que no entanto não é verdade pois são simplesmente sombras de objectos projectados na parede da gruta. Mas, eles não o entendem porque estão acorrentados e não se conseguem virar.
Bom, nada de aqui contado foge à nossa realidade. Actualmente não estamos presos por correntes, pelo menos verdadeiras, mas sim correntes que nos prendem igualmente mas estas formadas de vícios e medos por exemplo. A televisão hoje em dia é um dos maiores vícios da actualidade. O sedentarismo é um problema muito actual e a sua existência dá-se não só mas também pelo excesso da televisão. As pessoas ficam completamente focadas nela, exercem tamanha atenção sobre ela...esse vicio pode ser comparado com uma das correntes que prende os prisioneiros na Alegoria da caverna pois as pessoas tomam tudo o que aparece na televisão como realmente verdadeiro e muitas adoptam uma atitude acrítica devido a preguiça por exemplo.

Anónimo disse...

Na alegoria da caverna aquilo que os prisioneiros vêem são simplesmente as sombras que representam para eles uma realidade, que de certa forma não o é, depois de se conhecer o exterior qualquer um percebe que essa sim é a realidade e que aquilo que eles viram e julgaram sempre ser uma verdade, não o é nem nunca foi.
Podemos comparar esta ideia à realidade em que por vezes aquilo que é visto através da televisão ou de outros meios tecnológicos pode enganar e não ser a realidade em si. Qualquer um que por algum destes meios consiga cativar a atenção das pessoas pode levá-las a agir segundo aquilo que vêem e pensam ser o correcto, mas que na verdade é apenas uma ilusão da realidade mas que pode fazer também com que as pessoas reflitam acerca de certas situações desse "irreal" tecnológico, e possam questionar-se acerca da verdade de qualquer um dos assuntos retratados.
Nem sempre a verdade que se exprime como não sendo mais que isso mesmo, verdade. Os prisioneiros acreditam e querem apenas acreditar nas sombras que vêem porque não aceitam a ideia de que aquilo possa tudo ser algo mais do que o é ao seus olhos. Nos dias de hoje, ainda são algumas as mentes que se limitam apenas a aceitar aquilo que vêem sem se questionarem na realidade sobre tudo o que está à volta dessa questão, não pondo assim, pontos de interrogação acerca daquilo que é transmitido contendo só alguns dos factos, e não os factos na totalidade.

Marta Sousa, 10º D, nr. 14

catarina silva disse...

O Mito da Caverna foi escrito há mais de 2.500 anos no entanto esta história também se aplica na sociedade moderna. Uma vez que esta, muitas vezes é baseada e construída sobre mentiras, meias verdades e omissões.
Preferimos enganar-nos a aceitar a realidade pois preferimos não pensar e acomodar-nos à vida mediana que levamos. Muitas vezes a realidade fere-nos e preferimos ignorá-la. Também a televisão, o marketing e a publicidade desvia-nos de forma a que vejamos somente aquilo que lhes interessa. Acabamos por ver, ouvir e acreditar naquilo que nos é imposto, aceitando tudo como se fosse uma obrigação. Acabamos por ficar ignorantes e ficar como as pessoas das cavernas que se fecham para o mundo. Acabamos por pensar apenas sobre o que querem que pensemos.
Quando passamos a adquirir conhecimentos, a ter sentido crítico, a ter ideias, a questionar, a fundamentar o nosso pensamento e a enfrentar a realidade, a verdade torna-se clara. Pois passamos a raciocinar por nós mesmos. Perante esta realidade apercebemo-nos que há muito mais que apenas sombras na parede, isto é, que existem muito mais coisas daquelas que nos são apresentadas. Deste modo deixamos de estar aprisionados e passamos a ter as nossas próprias opiniões, para que desta forma possamos tomar as nossas próprias decisões e saber que caminho seguir.
Das escolhas que fazemos depende o nosso futuro.

Tatiana Figueira 10º F disse...

No texto “A Alegoria da Caverna”, os prisioneiros vivem segundo aquilo que acreditao ser a realidade, para eles não existe mais nada do que as sombras. Isso reflecte tambem algumas ideias e acções das pessoas da actualidade, momeadamente no assunto das novas tecnologias em que as pessoas se isolam e acreditam verdadeiramente naquilo que estão a ver, como no caso de alguns anuncios, ou programas televisivos que influenciam as acções das pessoas de modo a que façam aquilo que vêem, reflectindo a ignorancia de algumas pessoas em relação á realidade. Assim como na televisão tambem acontece o mesmo nas redes socias da internet, as pessoas estão tão empenhadas em “conhecer” pessoas novas que se esqueçem de viver na realidade, vivendo apenas no mundo que elas consideram como verdadeiro, tal como os prisioneiros e as sombras.

Anónimo disse...

Na alegoria da caverna é nos dito que os prisioneiros pensam que a realidade é somente aquilo que vêm á frente(as sombras) dado por os seus sentidos,e quando confrontados com a verdade de que o que vêm não é real não acreditam que se trata apenas de uma ilusão e é isso que acontece actualmente com os avanços tecnológicos .Hoje em dia muitas pessoas esquecem-se do que existe lá fora e acabam por passar a maior parte do seu tempo em frente a um ecrã,e acabando por ser influenciadas por o que viram seguindo hábitos e conhecimentos que lhe são transmitidos, associado o que viram á realidade e aceitando factos sem os questionar e vão perdendo assim a noção da realidade. Ao não questionar a vericidade ou falsidade do que lhes foi mostrado estão a agir conforme os prisioneiros, mantendo-se na ignorância e não é isto que se deve fazer.Por isso podemos concluir que a experiência mental criada por Platão adequa-se á actualidade.
Mafalda Martins 10ºD

Rafael disse...

Escolhi o primeiro vídeo para argumentar.

No primeiro vídeo, é mostrado uma representação da alegoria da caverna. Porém, no fim do vídeo, a mesma situação acontece, só que já não numa caverna, mas no presente, com os "prisioneiros", neste caso, vendo televisão. Isto é, portanto, sugerindo que os prisioneiros são semelhante a nós.
Isto é, na maioria das pessoas, verdade. Bastantes indivíduos passam todo o seu tempo em frente da televisão, no computador, em redes sociais. E claro, quando não levamos a vida de um modo crítico, acreditamos que as sombras são realidade, por assim dizer. No caso da televisão, caímos na publicidade enganosa, pois não percebemos que nos mente, por exemplo. Com pensamento acrítico, não pensamos por nós próprios, não vendo o mundo fora da caverna, e em vez disso, concentra-mo-nos nas imitações da vida, como se esta fosse a realidade.

Anónimo disse...

Se considerarmos a ideia de que os prisioneiros descritos na Alegoria da Caverna são semelhantes a nós, conseguimos estabelecer relação entre o modo como a maioria das pessoas usam as tecnologias e os prisioneiros.
Os prisioneiros que estavam fechados naquela caverna, viam a mesma como o mundo, viam toda a sua vida ali, num pequeno cubículo. Nada mais parecia existir para eles. Aliás, no seu mundo, nada mais existia, aquilo era tudo e tudo se resumia àquilo, uma caverna. De toda a realidade, eles possuíam uma parte tão insignificante, tão pequena. Aquela caverna, não era nada comparado com tudo aquilo que podiam conhecer e compreender. Mas na verdade, aquela caverna era a realidade deles. E estavam tão concentrados nesse pequeno mundo e na sua realidade, que não percebiam que existia mais para além disso, acomodaram-se ao que tinham, não desejavam mais nada, não reflectiam, não se questionavam, não tinham dúvidas. E só quando nos questionamos é que podemos pensar por nós próprios, reflectir se tudo na nossa cabeça está correcto e faz sentido para nós. Mas para quê fazer isso se já nos habituamos a determinada situação? É este o pensamento que determina a nossa atitude. A partir do momento em que nos habituamos a alguma situação, deixamos de pensar que podemos mudá-la, encontrar outra maneira de vê-la ou de fazê-la. Foi isso que aconteceu com os prisioneiros, tudo estava bem para eles, já se tinham habituado a que não existisse mais nada, por isso acomodaram-se e nem sequer tentaram ver mais além.
É aqui, que podemos relacionar com os dias de hoje e com a utilização excessiva das tecnologias. A maioria das pessoas, é viciada nas tecnologias, seja elas qual forem: televisão, internet, jogos, entre outros. Aproveitam todos os tempos livres, vivem para elas. Nada mais existe. Não existe um mundo lá fora, não existe opções àquele mundo. Por isso, as pessoas acabam por habituarem-se a essa vida, acomodam-se ao facto de só viverem para as novas tecnologias. E semelhante à situação dos prisioneiros, o senso-comum não vai reflectir. Cada indivíduo, não vai pensar se está de acordo ou não, se é realmente aquela vida que quer. Simplesmente acomoda-se, sem pensar ou reflectir. Por isso, não pensam se podiam ir mais além, se querem fazer mais para além daquilo, se querem ser diferentes. Tudo isto, porque não reflectem, não pensam por si, não formam a sua posição. Tudo isto, porque se acomodam à vida que têm. Tudo isto porque não começam pela dúvida, pela questão, só assim, poderão pôr tudo o que está dado como “adquirido” em dúvida.

Alexandre Coelho
10ºD
nº4

Anónimo disse...

Eu escolhi o tema da Rede Social.
Primeiro, escolhi este tema porque faço parte dos jovens que hoje em dia já não consegue ver a sua vida sem as redes sociais.
Tal como os prisioneiros viviam pensando que as sombras eram a sua realidade, muita gente recorre às redes sociais para viverem essa realidade que não têm com as sombras do dia-a-dia. O que quero dizer é que as pessoas hoje em dia metem rótulos umas às outras, aquela é bonita, aquela é feia, aquele é bonito, aquele é feio, aquela é gorda, aquele é magrinho e por aí fora… Há pessoas que não são tão bem aceites na sociedade como outras. As pessoas têm o hábito de as pôr de parte, hoje em dia, os rótulos é que são importantes. Como isto acontece muitas vezes, o único refúgio da maioria dos adolescentes de hoje é a internet, mais propriamente as redes sociais. Na vida real não são aceites, quando na internet basta um “aceitar amigo” e já entraram na vida de outra pessoa, na vida real não têm com quem desabafar e é na internet que encontram um amigo, na vida real no mínimo têm três, quatro amigos quando na internet se pode ter imensos. A internet é um meio seguro de viver uma vida à parte, em que podemos ser aceites com facilidade, quando na nossa realidade não é bem assim. Pessoas que se sentem postas de parte recorrem às redes sociais, de certeza que preferem a vida virtual à vida real. Afinal, o caminho é muito mais fácil. Há muitos casos mas a verdade é que todos os jovens ou praticamente a maioria usa e abusa das redes sociais, não serve só para aquelas pessoas que se sentem postas de parte pela sociedade e se refugiam na internet, mas para todos os jovens. As redes sociais são um meio de “se dar a conhecer” a toda a gente e de uma certa forma expressarem-se e mostraram-se a todas as pessoas. A relação com as pessoas adeptas das redes sociais e os prisioneiros da caverna é principalmente a realidade, mais depressa um adolescente prefere e acredita na realidade da internet do que na sua própria realidade, com os prisioneiros eles estavam habituados a viver daquela maneira e eram como cegos que não são cegos, pensavam saber a verdadeira realidade do mundo, quando na verdade viviam limitados às sombras. A verdadeira relação é a realidade em que vivem e aquilo em que acreditam e não deixam ninguém tirar-lhes o que para eles é real. Mas ao contrário dos prisioneiros que não sabiam, não duvidavam e só sabiam da existência daquele mundo, as pessoas das redes sabem da existência dos dois mundos o real e o virtual e não duvidam, mas vivem ao mesmo tempo numa realidade virtual e na verdadeira realidade. Não é por saberem que existe algo para além da realidade que deixam de estar limitados. Vivem limitados pela internet e principalmente pela ideia da realidade virtual.

Ana Sofia Viegas 10ºF

Bernardo 10ºC disse...

O vídeo que escolhi foi o da A alegoria da Caverna.
Logo no inicio de vídeo, estão três homens sentados dentro de uma caverna, onde só podem olhar para uma parede que está a frente deles e através dela só vêem as sombras do que passa perto da entrada da caverna onde se encontram. Ao observarem as sombras pensavam que estavam a ver a realidade das coisas, até que um homem vindo do exterior da caverna os alerta para a realidade, mas estes não acreditaram de imediato, quando o homem vindo do exterior os faz ir para fora da caverna eles percebem que ele estava a dizer a verdade.
E agora esses homens que viviam na caverna, somos nós, e as sombras são as novas tecnologias. Nos dias de hoje, muitas pessoas são dependentes das novas tecnologias, nomeadamente o computador e os vídeo-jogos por exemplo. Muitas pessoas ficam imensas horas a jogar no computador e por vezes o que fazem nos jogos fazem na vida real, sem pensar se é o mais correcto, em vês de conviverem com os seus amigos.

Alina Dahmen 10ºC disse...

“Mito da Caverna – por Maurício de Souza” é um vídeo que retrata e se identifica com os dias de hoje. Os três velhos deste vídeo passavam a vida inteira a ver a sombra das pessoas/animais que passavam á frente da caverna, tal como os presos da alegoria da caverna (que viam as sombras das pessoas a carregarem objectos, como por exemplo vasos). Estes velhos (ou os prisioneiros da alegoria da caverna) assumiam como realidade todas as sombras que viam passar. Como não pensaram sequer que existia qualquer coisa diferente com que se entreter que ver estas sombras, a vida deles passava-lhes “à frente dos olhos”, sem que eles participassem activamente nela. Podem, portanto, ser considerados “espectadores da vida”. Por pensarem conhecer toda a realidade, ridicularizaram e perseguiram o seu “salvador” por este lhes querer mostrar a verdadeira vida e a realidade, ou seja, fora da caverna, vendo os objectos/seres vivos em três dimensões, aqueles que dão origem às sombras. Mais fácil era, para eles, continuarem na ignorância que tomar o esforço de alcançar o conhecimento e questionar o que lhes é dito através das sombras. Esses “prisioneiros das sombras”, semelhantes aos prisioneiros da caverna de Platão, representam todas as pessoas que dependem da televisão e que preferem aceitar os “conhecimentos” transmitidos por esta a pensarem por si próprios. Na maior parte das vezes, os espectadores nem se questionam se estes conhecimentos são ou não verdadeiros. A televisão tem, também, grande poder de influência. Por exemplo a publicidade: existem, por exemplo, dois produtos alimentares de diferentes marcas, por exemplo o azeite. Uma das duas marcas tem, em vários canais televisivos, publicidade a decorrer. O outro é de uma marca menos conhecida, mas feito com ingredientes de melhor qualidade. Se uma pessoa, que se identifica com os velhos do vídeo, estiver diante os dois produtos e tem que decidir qual deles comprar, provavelmente escolherá o primeiro, pois este é “aconselhado” pela televisão e o mais conhecido. Este é apenas um dos muitos exemplos do poder da influência da televisão.

andreia palma 10F disse...

O que acontece com os prisioneiros da “alegoria da caverna” de Platão é o mesmo que acontece com muitos elementos da nossa sociedade. Os prisioneiros, tal como aquelas pessoas que vivem no vício da televisão, internet, redes sociais e jogos acreditam apenas naquilo que vêem, estão limitadas a tudo o que sempre viram e ouviram e não se questionam sobre aquilo que existe para além do objecto com 4 lados que têm à frente. Muitas vezes isso trás inúmeras consequências para o bem-estar físico e psíquico das pessoas pois ao estarem “acorrentadas” aos mass media aceitam tudo aquilo que lêem e vêem sem se questionarem. A mente dessas pessoas não trabalha como a de uma pessoa que se questiona, que em vez de ter uma vida sedentária em frente ao computador ou à televisão procura saber mais e pratica desportos, visita lugares e adquire cultura geral vivendo os acontecimentos por ela própria e não por um ecrã. O mesmo se passa com a internet, visto que as pessoas não conseguem perceber os riscos que esta contem, e por muito que a sociedade seja alertada sobre estes perigos, a mente desta gente é tão acrítica que não aceita e pensa que ainda vive num mundo cor-de-rosa.
É certo que a televisão e a internet têm também aspectos positivos e faz bem à mente passar em média uma hora ou duas em frente a um ecrã mas mais que isso também já se torna demasia. O mesmo é o que acontece com os jogos virtuais que influenciam as pessoas a agir de uma maneira imprópria para a sociedade. Talvez se as pessoas passassem mais tempo a questionarem o porquê das coisas, talvez se as pessoas fossem mais críticas em relação à sua vida e ao mundo em geral, hoje não tínhamos uma sociedade tão dominada pelos mass media.

andreia palma 10F

Tatiana Mendonça 10ºD disse...

O vídeo “As sombras da vida”é inspirada na alegoria da caverna de Platão. Nesta banda desenhada encontra-se um grupo de três homens que vivem presos no interior de uma caverna, fora desta está um outro homem e objectos (animais). As sombras do homem e dos animais são visionadas pelos homens que estavam presos à ignorância no interior da caverna achando que as sobras que viam reflectidas na parede da caverna era o mundo real, no entanto é tudo ilusório. Platão com a alegoria da caverna pretende mostrar os prisioneiros são semelhantes a nós, pois o homem não procura o conhecimento e não adopta uma atitude crítica porque é um caminho difícil a seguir pois implica esforço, por isso maioria das pessoas prefere ficar na ignorância. Tal como os prisioneiros o homem acredita naquilo que os seus olhos vêem simplesmente porque sim e não se questiona, achando que os que os seus sentidos lhes mostram a realidade. Um exemplo que mostra o que está a acontecer na nossa sociedade é a televisão. As pessoas por vezes passam muito tempo em frente á televisão e ficam acreditando muitas vezes naquilo que lhes é mostrado achando que é a realidade e não se lembram que não passa da ficção, acabam por misturar a realidade com a ficção, acabando por fazer aquilo que lhes é mostrado.

Anónimo disse...

Se admitirmos que os prisioneiros descritos na alegoria da caverna são semelhantes a nós, podemos estabelecer algumas relações entre o modo como algumas pessoas usam as recentes descobertas tecnológicas e a situação dos prisioneiros. Por exemplo, o uso do computador para aceder às redes sociais e aos jogos.
Actualmente, os utilizadores das redes sociais usam-nas para diversos fins. Por exemplo, para manter contacto com as pessoas que têm uma localização geográfica muito distante, para lançar petições sobre os mais variados assuntos, para jogar os vários jogos desta rede social, etc.
Mas apesar destas boas maneiras de usar as redes sociais, estas têm um impacto negativo na vida das pessoas, pois estas passam muito tempo nestas redes sociais e deixam de conviver fisicamente com as pessoas. De acordo com uma fonte que mostra ao longo dos seis anos de criação desta rede [http://aeiou.expresso.pt/facebook-atinge-400-milhoes-de-utilizadores=f562139], o número de utilizadores já chega aos 400 milhões, pois como se pode verificar pela visualização do vídeo dois, esta rede teve uma grande adesão logo desde o início. Este exemplo permite ver que os vários utilizadores utilizam excessivamente estas redes sociais, provocando vários problemas a nível social e outros tipos de problemas.
Nestas redes, as pessoas aceitam acriticamente a informação que lhes é transmitida. Este meio pode ser usado pela comunicação social e outras organizações, pretendendo transmitir determinadas notícias ou petições relacionadas a determinado assunto. Desta forma, a informação é transmitida até nós e não nos questionamos acerca da sua veracidade. Deste modo, podemos ser comparados aos prisioneiros da alegoria da caverna, que estão presos com correntes de metal e pensavam que as sombras eram a realidade. Neste caso, não estamos presos por este tipo de correntes, mas por outras correntes, tais como a ignorância, a falta de espírito crítico, etc.
Outra forma visível de mostrar esta afirmação é substituir as sombras da caverna pelas redes sociais, ou seja, nestas as pessoas partilham informações pessoais e fotografias no seu perfil e adicionam amigos que conheceram na Internet, sem pensarem que podem eventualmente estar a cometer erros graves de ignorância, que podem levar a problemas no mundo real.

David Afonso nº6 10ºD

Anónimo disse...

As redes socias,como por exemplo o Facebook e o Hi5 tem vantagens e desvantagens.
Como Platão disse na alegoria da caverna, que as sombras representadas nas paredes correspondem à realidade o que nas redes socias, não acontece por vezes.
Como por exemplo, um cidadão que tem uma conta numa rede e que por acaso tem problemas psicologicos ou é pedófilo, começa a comunicar com outras pessoas mais novas a dixer que é boa, a perguntar dados pessoais à outra, mas isso não corresponde à realidade como está na alegoria.
A outra pessoa nao consegue distringuir a aparencia da realidade, porque nao conseguer perceber que ele tem problemas psicologicos.
Platao diz isto mesmo, no final da alegoria da caverna que as pessoas que estão na caverna são semelhantes a nós, porque certas vezes nao conseguimos distringuir a aparência da realidade.
Platão diz por outras palavras que tudo na vida há vantagens e desvantagens.


ANDRÉ FILIPE GUERREIRO PEDRO
10º C Nº 3

Pedro disse...

Nós podemos comparar este vídeo que representa a alegoria da caverna com os dias de hoje, tal como os prisioneiros que estavam dentro da caverna, que só viam as sombras projectadas pelos outros pensando que eram a realidade, algumas pessoas da actualidade também vivem dentro de uma mentira, com crenças falsas, pensando que no que acreditam é verdadeiro mas por vez é falso, estando “aprisionados” pela sua própria ignorância e por não quererem aceitar a opinião dos outros que pode ser verdadeira ou não.

Luís Faustino, 10ºF Nº15 disse...

Sim, podemos estabelecer uma relação entre a situação dos prisioneiros (que pensam que as sombras eram a realidade) com as pessoas que usam as novas descobertas tecnológicas, especialmente a televisão. Há pessoas que são cada vez mais influenciadas pela televisão, (que querem agir como se a realidade fosse uma série), que vai eventualmente muda-las, e digo isto para as pessoas que são viciadas na televisão(talvez se aplique ás pessoas que não vêm televisão com tanta regularidade).
Como se pode ver no vídeo, Piteco tenta convencer os homens que as sombras não são a realidade, mas eles não querem acreditar, e mesmo quando Piteco se põe á frente das sombras para lhes tentar chamar á atenção, eles ficam enraivecidos, não concordando com ele, mas Piteco consegue que eles saiam da caverna, ficando cegos pois nunca viram a luz do Sol, e diz ele para os homens abrirem os olhos devagar. Depois de os abrirem, eles finalmente ficaram convencidos que a realidade não eram as sombras, mas sim o que estava para além da caverna. No fim do vídeo, pode-se ver a mesma história, mas no nosso dia-a-dia, mostrando 3 homens a ver televisão, e um deles dizendo que não existe outra coisa para fazer. No meu ponto de vista, as sombras seriam a realidade em que os homens acreditavam ser a verdadeira, a luz do Sol sendo a realidade de Piteco(a que os homens não estavam acostumados), a expressão “abram os olhos”, diz para os homens pararem de viver na ignorância (dizendo assim) e começarem a acreditar na realidade de Piteco.
O que eu quero dizer, em poucas palavras é que, nos dias de hoje, há muitas pessoas como os prisioneiros da Alegoria de Platão, que encaram a televisão outros meios de comunicação como a Internet como a realidade e que não querem acreditar em mais nada que seja oposto ao que eles acreditam(por exemplo, vêm uma noticia na televisão, mas depois alguém contam essa mesma noticia, ou uma completamente diferente e dizem que não acreditam pois eles não viram essa noticia na televisão), mas é apenas um meio de comunicação, que eventualmente nos vai criando um vicio, e que nos vai influenciar as escolhas do nosso dia-a-dia.

vladyslav disse...

Hoje em dia há imensas tecnologias:
As redes sociais, que foram inventadas para criar uma vida virtual na internet. Nela estão envolvidos milhões e milhões de pessoas que estão espalhadas pelo mundo. Muitas pessoas passam horas e horas conectadas a estes espaços virtuais a fazer novos amigo, a comentarem fotos de pessoas que provavelmente não conhecem nem nunca vão conhecer, torna-se um vicio, não se consegue parar.
O mesmo acontece com os vídeo jogos, não se para de jogar ate se chegar ao fim do jogo e muitos deles nem têm fim…
As series televisivas, são feitas de tal maneira que sem ver todos os episódios não se percebe o sentido…
O markting, faz com que compremos produtos que não precisamos.
Os telemóveis, hoje em dia um adolescente não consegue “conviver” com os seu amigos, colegas e familiares se pelo menos não enviar 100~300 sms’s p/dia e falar ao telefone 30~40 minutos.
Tudo isto nos faz dependentes, sem as novas tecnologias mais de metade do mundo de funcionar, seria uma autentica catástrofe. Tudo isto para demonstrar o quanto nos presisamos e somos dependentes das tecnologias modernas.
Esta dependência pode ser facilmente comparada com as correntes que prendiam os prisioneiros dentro da caverna na Alegoria da Caverna. Imagine só o que aconteceria se estas correntes fossem removidas… ser que seriamos capazes do nos adoptar ao mundo sem elas??? Iríamos repara que afinal talvez nem sabemos viver, e que as maquinas são nos indispensáveis pois fazem muito trabalho por nos.
Os vídeo jogos, os telemóveis, as televisões, as consolas e as redes sociais são como vampiros, alimentam se do nosso dinheiro e tempo… é impossível resistir a este vicio, vamos sempre acabar por gastar pelo menos algum do nosso tempo e dinheiro nisto.
Há pessoas que passam o seu dia assim:
2~3h -> TV
2~3h -> Computador
1~2h -> Telemóvel
2~3h -> Consolas
2~3h -> Redes sociais
Etc.
Passando assim todo o seu tempo livre, “viciados” a perder tempo e dinheiro, muitos acabam por perder os seus amigo na vida real so para fazer mais na sua vida virtual.
Podemos assim comparar as nossas casas com a caverna onde estamos presos pelas “correntes do vicio” das tecnologias modernas.
A intenção das pessoas que criam todos estes jogos, produtos, redes sociais nunca é tirar nos das cavernas e abrir nos os olhos mas sim atrair nos ainda mais de maneira a que fiquemos cada vez mais dependentes e gastemos cada vez mais tempo i dinheiro.
Podemos assim comparar estas pessoas aos guardas que mantinham os prisioneiros nas cavernas e mostravam-lhes sombras de objectos fazendo assim com que eles pensassem que aquela sim era a realidade.
Então a pergunta é:
COMO DEIXAMOS UM VICIO COM A IDADE DE MAIS DE 100 ANOS?

É impossível, não há maneira de desistir das tecnologias sem haver consequências gravíssimas. Claro que todos nos podemos minimizar o nosso uso destas tecnologias mas ai começaríamos a sentir nos mal, “vazios”. Como um drogado sem a sua droga.

Analisando todos estes factos é fácil compararemos a nossa situação com a situação dos prisioneiros da Alegoria da Caverna.

Anónimo disse...

N°14 10°C

O Mito da Caverna

O Mito da Caverna mostra perfeitamente como a história de Platão também explica a nossa situação hoje em dia.
O Platão escreveu sobre os prisioneiros, que só viram as sombras da vida. Não conheciam outra realidade. Hoje em dia, isto é transmitindo para as redes sociais. A televisão é comparável com a parede da caverna. As pessoas só olham para um ecrã, em vez de olhar directamente para a realidade.
Os chats tomaram o lugar das conversas directas. Já não há tanto contacto directo como havia. As pessoas continuam a ser cegas, até um dia alguém abre-os os olhos. Primeiro vão andar dizer que é uma loucura, mas depois vendo a realidade vão aceitando e saber que estavam errados, vão ver a realidade ela é.
A caverna e a televisão, são os pensamentos acríticos. Os prisioneiros acreditam apenas naquilo que vêm sem pensar nas outras realidades. A luz do sol é a filosofia. Vendo a luz do sol, começam a ter um pensamento crítico. Sabendo que há mais do que aquilo que vêm. Acho que o vídeo mostra muito bem estas relações.

JoãoSilva Nº 17 10º ano Turma C disse...

Os Prisioneiros da caverna viviam na escuridão da caverna onde só viam sombras e não conheciam o mundo real. O conhecimento que tinham sobre o mundo era muito limitado porque para eles o a realidade la fora não existia.
De modo semelhante, na atualidade algumas pessoas abstraem-se da realidade, vivendo num mundo à parte, por exemplo, quando veem televisão, jogam jogos de vídeo, ou navegam na Internet.
Por vezes, essas atitudes são tão exageradas que provocam o isolamento e falta de comunição com o mundo exterior, o que pode prejudicar uma vida saudável física e psicologicamente.

Anónimo disse...

Comentário ao vídeo de cartoons

Hoje em dia muitos de nós podemos ser comparados aos prisioneiros, do texto “A alegoria da caverna” de Platão. Apesar de não considerar-mos que a realidade são as sombras, como os prisioneiros e os bonecos do cartoon faziam, acabamos por cometer o mesmo erro quando nos tornamos tão dependentes das novas tecnologias. Quando deixamos, que neste caso a televisão, se torne a nossa realidade, tornamo-nos também prisioneiros. Mais uma vez assim como na alegoria, vivemos como os prisioneiros numa realidade que não é a verdadeira. Por isso em vez de ficarmos em casa, a ver a vida de personagens fictícias (como nas novelas) e desportos, devíamos aproveitar a vida e viver a verdadeira realidade, como o prisioneiro procurou fazer.

João Pedro Gil Rosa
nº16 10ºC

João Rosa disse...

Comentário ao vídeo de cartoons

Hoje em dia muitos de nós podemos ser comparados aos prisioneiros, do texto “A alegoria da caverna” de Platão. Apesar de não considerar-mos que a realidade são as sombras, como os prisioneiros e os bonecos do cartoon faziam, acabamos por cometer o mesmo erro quando nos tornamos tão dependentes das novas tecnologias. Quando deixamos, que neste caso a televisão, se torne a nossa realidade, tornamo-nos também prisioneiros. Mais uma vez assim como na alegoria, vivemos como os prisioneiros numa realidade que não é a verdadeira. Por isso em vez de ficarmos em casa, a ver a vida de personagens fictícias (como nas novelas) e desportos, devíamos aproveitar a vida e viver a verdadeira realidade, como o prisioneiro procurou fazer.

João Pedro Gil Rosa
nº16 10ºC

Jéssica disse...

O vídeo que escolhi foi sobre o mito da caverna, que nos mostra o relacionamento entre a história de Platão e a situação dos dias de hoje.
Relaciona a caverna e os prisioneiros com as pessoas de hoje em dia, ou seja, a parede da caverna com as sombras é como se fosse a televisão.
Hoje em dia, a televisão é a nossa realidade, acreditamos em tudo o que se passa na televisão, como os prisioneiros acreditavam apenas naquilo que viam nas paredes da caverna.
Os prisioneiros são as pessoas acríticas, que só acreditam naquilo que vêm.
A história de Platão da alegoria da caverna é uma metáfora do que é a filosofia e, que a realidade não é apenas aquilo que vemos mas também as ideias e o conhecimento.

Anónimo disse...

Mito da Caverna-Por Maurício de Souza..........

A alegoria da caverna se refere a vida,pois se pensarmos bem veremos que a caverna nada mais é do que o mundo em que nós "seres humanos" vivemos.As SOMBRAS são as ideias o PRISONIERO é o filosófo e a LUZ é a realidade,todos estes elementos estão presentes na vida,tudo é imposto e influenciado de uma maneira ou de outra.Por já convivermos com isso muito tempo, é quase impossível se conhecer a realidade e ter ideias próprias,a maioria das pessoas são influenciadas em seus gostos e hábitos etc..o que causa falta de personalidade e ignorância. Esta história quer mostrar para todos nós que devemos aprender a racicíonar por nós mesmo e não pensar apenas sobre o que querem que pensemos.Os homens que não queriam sair da caverna,somos nós que não estamos despostos a pensar,porque já estamos acomodados a esta vida que levamos.Então somos convidados a sair da caverna para ver a realidade e aprendermos a pensar não sobre o que querem que pensemos e sim descubramos o verdadeiro mundo que existe e nós não conhecemos.
DOINA COVALI TURMA 10ªC Nª10

Anónimo disse...

Afonso, Nº2/10ºD
Tal como apresenta na B.D. os homens de dentro da carverna pensavam que toda a sua realidade eram só sombras, até que alguem os encontrou assim e achou que nao deviam ficar assim e chamou-lhes á razão, ao principio nao acreditaram e tentaram mata-lo e correram para fora da caverna, ao principio ficaram ofuscados, mas depois descobriram que havia muito mais coisas do que as sombras nas quais eles acreditavam sere a unica realidade.
Isso ainda hoje ainda se aplica em muitos aspectos como uma pessoa em vez de sair e passear, fica em casa(a caverna), a ver televisao ou jogar computador( as sombras).

Anónimo disse...

Ion 10ºC disse:
"O Mito da Caverna"

É muito facil relacionar uma coisa à outra, pois sobre o mito da caverna, nós conseguimos observar os homens parados, a admirar as sombras que são projectadas na parede, contemplando a vida. E isso também acontece nos dias de hoje só que um pouco diferente.
Hoje em dia há pessoas que ficam o dia todo em casa a ver televisão, sendo que lá fora tem um mundo a espera para ser vivido. Só que nos casos de hoje a mídia tem culpa destes acontecimentos todos.A mídia incentiva todas a pessoas a ficarem dia após dia a verem televisão,em vez de praticar outras actividades.Isto tem como consequência o facto das pessoas já nao pensarem por si próprias mentalmente, e acabam por perder a o sentido da realidade.O mesmo acontecia com os prisioneiros da caverna, observavam as sombras que eram projectadas na parede e nem se quer se questionavam se as sombras eram a realidade.

Diogo Laranjo disse...

(Parte 1) Vou falar então sobre o "mito da caverna". Muito resumidamente, o que platão trata na alegoria (e/ou mito) da caverna é nada mais do que a ignorância, a facilidade com que as pessoas se deixam enganar com aquilo que lhes é pôs-to diante dos seus olhos. Platão conta a história de uns homens que viviam numa caverna, de costas voltadas para a luz, acorrentados e que assim permaneciam a olhar para o muro da caverna, vendo diversas sombras de objectos que, para eles, se tratavam da realidade, um dia um homem saiu da caverna e descobriu então que a realidade não era o que tinha vivido todo aquele tempo e que a desconhecera, apressou-se em voltar à caverna pois pensou que seria sensato informar os outros. Porém eles não acreditaram, nem sequer o queriam ouvir, se pudessem provavelmente mata-lo-iam por ter uma opinião diferente da deles do que era a realidade.Pois bem e de que forma poderá isto ser interpretado? Por outras palavras, os homens que estão na caverna são nada mais do que o Homem, ou seja, trata-se de uma critica, bem realista na minha opinião, ao que se passa com a maior parte da população.

Diogo Laranjo disse...

(Parte 2)A maioria das pessoas vive na escuridão (caverna, ignorância), limita-se a ouvir o que lhes é dito e aceitar sem contestação. Se a maioria disser que sim a algo provavelmente uma outra pessoa também o dirá pois é muito mais fácil guiar-se pela maioria (não se questionar sobre se está a fazer bem ou mal, pior ou melhor) e simplesmente não ter trabalho nenhum a pensar e chegar a uma decisão/opinião própria (alcançar a luz, sair da caverna). De facto, o texto de Platão continua fiel aos dias de hoje, temos diversos exemplos de que isto continua a acontecer. Por exemplo na televisão, se nos reclames/programas for dito às pessoas que algo está certo de uma certa maneira o mais provável é que essas pessoas o encarem como verdadeiro e nem se dêem ao trabalho de se questionarem sobre o assunto. O mesmo se passa com a Internet onde bastante gente cria redes sociais sem nem sequer ter o mínimo interesse nelas e nem saber como tirar proveito delas, criam-nas apenas porque os outros também têm. O mesmo se passa com muitos outros e variados aspectos (talvez com tudo mesmo). Se queremos que isto mude só depende de nós, da nossa vontade e do nosso espírito critico, nunca nos devemos deixar influenciar, não devemos encarar algo como certo sem antes nos perguntar-mos umas quantas vezes se o mesmo está correcto.

Maria disse...

Maurício de Souza, de uma forma bastante irónica, adapta a Alegoria da Caverna de Platão e com esta adaptação ele retrata a sociedade da actualidade.
Este compara os três prisioneiros que se encontravam numa caverna, vivendo das "sombras" que eram reflectidas nas paredes da caverna, e segundo eles, esta era a vida, com outras três pessoas dos dias de hoje, tendo a mínima noção da realidade, embora também estejam a viver noutro tipo de "sombras".
Ou seja, os três prisioneiros, passaram uma parte das suas vidas iludidos, viveram na ignorância, não tinham o verdadeiro conhecimento do que é a vida, do que é a realidade, no entanto, nunca fizeram questões a eles próprios do estilo: "será que as formas que observamos nas paredes representam a vida?" , "não há outro tipo de vida atrás destas paredes?".
Quando abandonaram a caverna impropositadamente,ficaram paralisados com a realidade que enfrentavam naquele momento. Depois de alguns instantes, perceberam que estavam a viver uma farsa e então foram a busta da sabedoria e da descoberta.
Quando retrata os homens da actualidade, pretende transmitir a mesma ideia que a dos prisioneiros da caverna, pois estes por sua vez também estão a viver uma vida que aparentemente seja a vida real para eles. Isto é, apesar de se tratar de épocas muito deiferentes e distantes, a Humanidade continua a pensar e a agir da mesma maneira!
Pois NÓS, mesmo que estejam em causa outro tipo de acontecimentos, não passamos de uns prisioneiros dos vícios da actualidade e da atitude dogmática, não tendo a capacidade de reflectir de uma forma racional sobre vários conceitos que influenciam completamente o rumo das nossas vidas!

Adriana 10ºC disse...

Eu escolhi o 1º vídeo;
Platão, na Alegoria da Caverna ”, mostra-nos que a filosofia corresponde a uma forma de pensamento e a uma viagem mental que nos conduz do fundo da ilusão em direcção à realidade. Assim sair da ilusão e subir ao encontro da realidade implicará questionar as nossas crenças básicas, crenças estas que nos parecem dados adquiridos e incontestáveis. Questionar as nossas crenças fundamentais leva-nos que possamos ter de enfrentar a incompreensão dos outros, ou seja, das pessoas que se satisfazem com ideias pré-concebidas, logo, será difícil sairmos da ilusão e andarmos de encontro à realidade que nos dará verdadeira liberdade de pensamento porque exigirá de nós, disciplina intelectual, esforço crítico e autocrítico. Vamos por partes:
Sair da caverna será o mesmo que procurar encontrar crenças fundamentais que sejam racionalmente justificadas e/ou definir a actividade filosófica como algo que critica e rigorosamente examina as razões subjacentes às nossas crenças fundamentais, porque todos nós adoramos ser livres mas o que fazemos com a nossa liberdade? Usamos essa liberdade, para nos expressarmos, para fazer tudo aquilo de que gostamos, esquecendo-nos que a vida está se tornando cada vez mais permissiva. Assim, ao admitirmos que a ideia, de Platão é verdadeira em relação a nós então podemos questionar: onde se encontra realmente a verdadeira realidade? Será que ela está fora de nós, ou dentro de nós? Onde será que deveremos começar a procurar a verdadeira realidade das coisas? No exterior, onde, possamos expressar o que quer que queiramos ou dentro de nós para então expressarmos inteligentemente para fora de nós? A realidade só existe quando não há confusão e desarmonia dentro de nós, quando, psicologicamente, não há o perigo de cairmos em nenhuma armadilha. As armadilhas à realidade são inúmeras: a televisão, o computador, os telemóveis, as drogas psicotrópicas, as drogas neurolépticas, falsos sábios, falsos pregadores, livros considerados excelentes pelos críticos, etc.
Verificamos actualmente que a maioria da nossa sociedade anda confusa e que existe desordem dentro dela, então não precisaria primeiro de livrar-se desta desordem antes de podermos falar de realidade? Se não temos nenhum relacionamento com ninguém – porque os nossos relacionamentos são baseados em imagens – surgirá então o conflito que é inevitável onde há divisão, e todos nós não nos damos conta, que esta constante dependência às novas tecnologias causa-nos mais tarde ou mais cedo conflitos e desordem. Então, se queremos realmente ser livres mentalmente e psicologicamente para que possamos descobrir a verdadeira realidade da nossa vida, teremos que mudar e começar o mais rapidamente possível a compreender a profundeza da palavra realidade. Assim, só seremos realmente livres, se desenvolvermos, todas as forças que se encontram adormecidas, dentro de nós e para que isto aconteça, é necessário interiorizarmo-nos e começarmos a compreender a profundeza da verdadeira REALIDADE; precisámos começar, como já foi dito anteriormente, por desenvolver tudo aquilo que está perto de nós que é nós mesmos. A grandeza da realidade, mas da verdadeira realidade, só é digna de assim ser chamada se nós sabermos agir com beleza e perfeição perante nós e perante os outros que estão próximos, porque a realidade e a luz, não se encontram fora de nós, mas antes de irmos procura-las lá fora, devemos encontra-las dentro do nosso interior, porque elas são aquelas que nos dão paz, amor e harmonia. A realidade é a luz de nós mesmos e também a luz do Mundo porque sem ela o Homem vive completamente no breu e nas trevas preferindo como os prisioneiros permanecer no interior da sua caverna.

alexandra brito 10ºD disse...

O primeiro vídeo tem como inspiração a alegoria da caverna escrita por Platão. E resume-se assim:
Os três homens desde da infância apenas viram as sombras e pensavam que era a realidade. O rapaz mostrou-lhes a realidade, e eles não acreditaram que aquilo, que viram, era a realidade pois acreditavam, que a realidade era as sombras na parede. Os homens não gostam da realidade que o rapaz lhes mostrou porque para eles a realidade eram as sombras na parede, então os homens perseguiram o rapaz até que saem da caverna e vêm a luz, ficam encadeados, o rapaz diz-lhes para abrirem os olhos lentamente para os olhos habituarem-se á luz. Depois de verem a realidade os homens agradecem-lhe por os ter condizido ate á luz.
A Platão nesta alegoria queria representar o ser humano em relação ao conhecimento, sendo a luz o conhecimento e os homens o ser humano.
Um ser humano que vive na ignorância, não pensando por si próprio. Quando obter conhecimento vai ter de se habituar ao ele. Depois de se habituar vai viver uma vida muito mais realista.
Na última parte do vídeo vê-se a evolução dos tempos e entende-se que o autor do vídeo quer explicitar que “nós” (ser humanos), cada vez mais vivemos mais uma vida ligada á tecnologia chegado muitas vezes a confundir a ficção com a realidade.

Helga 10F disse...

mito da caverna
As pessoas hoje em dia comportam-se como os prisioneiros caverna. Acreditam apenas no que vêem e são completamente influenciavéis por tudo o que se passa na televisão e internet sem sequer se questionarem se o que vêem é realmente verdadeiro e optarem por uma atitude dogmática, assim sem saberem o que realmente se passa no mundo e á sua volta.

Gonçalo Pereira 10ºC disse...

A partir do trailer do filme “A Rede Social” podemos tirar algumas ilações: hoje o relacionamento pessoal é ultrapassado pelo relacionamento virtual, e a curiosidade de conhecer-mos os interesses dos outros e de dar-mos a conhecer os nossos, fez com que as redes sociais crescessem imenso num curto espaço de tempo, e tenham uma enorme aderência.
Através das redes sociais conseguimos relacionar-nos com pessoas que estão do outro lado do mundo, e pessoalmente podemos não falar com o vizinho que mora ao lado.

Anónimo disse...

Se considerarmos a ideia de que os prisioneiros descritos na Alegoria da Caverna são semelhantes a nós, conseguimos estabelecer relação entre o modo como a maioria das pessoas usam as tecnologias e os prisioneiros.
Os prisioneiros que estavam fechados naquela caverna, viam a mesma como o mundo, viam toda a sua vida ali, num pequeno cubículo. Nada mais parecia existir para eles. Aliás, no seu mundo, nada mais existia, aquilo era tudo e tudo se resumia àquilo, uma caverna. De toda a realidade, eles possuíam uma parte tão insignificante, tão pequena. Aquela caverna, não era nada comparado com tudo aquilo que podiam conhecer e compreender. Mas na verdade, aquela caverna era a realidade deles. E estavam tão concentrados nesse pequeno mundo e na sua realidade, que não percebiam que existia mais para além disso, acomodaram-se ao que tinham, não desejavam mais nada, não reflectiam, não se questionavam, não tinham dúvidas. E só quando nos questionamos é que podemos pensar por nós próprios, reflectir se tudo na nossa cabeça está correcto e faz sentido para nós. Mas para quê fazer isso se já nos habituamos a determinada situação? É este o pensamento que determina a nossa atitude. A partir do momento em que nos habituamos a alguma situação, deixamos de pensar que podemos mudá-la, encontrar outra maneira de vê-la ou de fazê-la. Foi isso que aconteceu com os prisioneiros, tudo estava bem para eles, já se tinham habituado a que não existisse mais nada, por isso acomodaram-se e nem sequer tentaram ver mais além.
É aqui, que podemos relacionar com os dias de hoje e com a utilização excessiva das tecnologias. A maioria das pessoas, é viciada nas tecnologias, seja elas qual forem: televisão, internet, jogos, entre outros. Aproveitam todos os tempos livres, vivem para elas. Nada mais existe. Não existe um mundo lá fora, não existe opções àquele mundo. Por isso, as pessoas acabam por habituarem-se a essa vida, acomodam-se ao facto de só viverem para as novas tecnologias. E semelhante à situação dos prisioneiros, o senso-comum não vai reflectir. Cada indivíduo, não vai pensar se está de acordo ou não, se é realmente aquela vida que quer. Simplesmente acomoda-se, sem pensar ou reflectir. Por isso, não pensam se podiam ir mais além, se querem fazer mais para além daquilo, se querem ser diferentes. Tudo isto, porque não reflectem, não pensam por si, não formam a sua posição. Tudo isto, porque se acomodam à vida que têm. Tudo isto porque não começam pela dúvida, pela questão, só assim, poderão pôr tudo o que está dado como “adquirido” em dúvida.Alexandre Coelho
10ºD Nº4