quinta-feira, 6 de março de 2014

O que ouviram fê-los pensar em quê?

O professor Aires Almeida, da Escola Secundária Manuel Teixeira Gomes, deu hoje uma palestra sobre Filosofia da Religião na ESPR. Nela discutiu – naturalmente de modo breve - se Deus existe ou não.

Julgo que correu bem e agradeço, em nome pessoal e da escola, ao orador, mas não me quero alongar em comentários, pois gostaria que fossem os alunos a fazê-los. Alguns dos quais fizeram, aliás, perguntas interessantes e pertinentes. 

O comentário é livre e cada aluno escreverá o que quiser. Mesmo assim, sugiro que não se limitem ao banal gostei/não gostei e discutam um tópico qualquer da palestra que lhes tenha despertado a atenção. Ou seja: o que ouviram fê-los pensar em quê?

Os comentários devem ser feitos na caixa de comentários deste post. Os comentários anónimos não serão publicados.

Os vários professores que estiveram presentes também poderão participar, mas os seus comentários não serão considerados um TPC. A menos que insistam nisso, claro. Sorriso 

P1010087

Nota: A fotografia não está grande espingarda,  mas a culpa não é do fotógrafo nem do fotografado, e sim da máquina e da própria sala. O fotógrafo, segundo ouvi dizer, tem provas dadas na matéria e o fotografado, como apesar de tudo salta à vista, é bastante fotogénico. Sorriso

31 comentários:

Afonso Coutinho disse...

A palestra foi deveras interessante. Porém, tive a impressão que o mais observado e falado não foi mais do que teorias que apoiam a existência de Deus, talvez devido à falta de tempo para apresentar outras teorias, mas enfim aqui está a minha opinião.
Tenho algumas objeções á teoria em qual o professor Aires defende que acreditar em Deus é a coisa correta a fazer, pois segundo um quadro em que se relaciona o facto de se acreditar em Deus e de Deus existir, no caso de ele existir, afeta muito mais positivamente quem acredita do que quem não acredita, porém se o contrário acontecer, o descrente não irá ser beneficiado, nem o crente será prejudicado.
Ora, isto torna a razão de acreditar em Deus em mais nada do que um simples interesse em ganhar algo com isso, o que seria errado da parte de qualquer crente. As nossas crenças não devem ser influenciadas por razões interesseiras.
Outra coisa que torna esta teoria algo inacreditável, é o facto de existir a certeza de que Deus recompensará os crentes com algo como o céu, a vida eterna… E nem todos os crentes serão dignos de entrar neste segundo a bíblia, não seria normal de um Deus deixar entrar assassinos e criminosos num local sagrado. Mesmo que Deus exista, não há certezas que este vai recompensar alguém, ou mesmo que ele é de facto o Deus que toda a gente quer que ele seja.

Anónimo disse...

As minhas considerações sobre a palestra

Considero que, de um modo geral, a palestra foi deveras interessante. Saliento a importância de sempre procurar lugares o mais à frente possível porque, apesar de não ter visto que havia lugares vazios, elementos mais barulhentos tendem a aglutinar-se para os confins das salas.

À parte do barulho, acredito que o autor da palestra teve uma apresentação bastante articulada com o público e a sua mensagem ficou clara: há imensos argumentos e contra-argumentos a favor e contra a existência em Deus. Referiu que a Ciência tem provido a Filosofia com imensos dados, descobertas de como o Universo é inimaginavelmente extenso, o que influência a argumentação teológica.
Um aspeto que me captou a atenção foi o facto de usar exemplos casuais ou normais para explicar o "porquê" desta dúvida ancestral. Por este motivo penso que a palestra tanto se destinava a alunos que não tivessem abordado o tema como a alunos que já tivessem adquirido conhecimentos.
Algo que certamente faz sentido é a impossibilidade de apresentar substancialmente este tema em dois tempos, uma semana ou um mês, porque é certamente um tema muito complexo.
Gostei particularmente do exemplo do argumento de sofá, o qual pode ser feito sem sequer necessitar de novos factos ou de abrir os olhos. Porque é realmente nestas situações em que se tem um raciocínio quase puro, sem influências do nosso meio ou pessoas, é recomendável que os jovens filósofos desde cedo criem este hábito.

Concluindo, tenho uma boa apreciação sobre a palestra, que foi interessante e, não obstante, uma boa forma de partilhar ideias.

Óscar Amaro

Aires Almeida disse...

Obrigado, Afonso e Óscar, pelas vossas simpáticas palavras.

Afonso, a tua objecção à ideia de que, na ausência de provas para um lado ou para outro, o melhor é apostar que ele existe faz todo o sentido e foi, muito brevemente, aflorada na palestra: a de um Deus que premeia o crente oportunista e castiga o descrente sincero. Um Deus assim não seria certamente um Deus bom e sábio.

Quanto a serem apresentados sobretudo os argumentos a favor da existência de Deus, isso vai, de certa maneira, ao encontro do que muitos descrentes pensam: que quem tem a obrigação de provar algo é quem acredita que Deus existe e não o contrário. Mas, claro, esta ideia não é pacífica. Aliás, na filosofia poucas ideias são pacíficas. Mas lembro-me das tuas intervenções (se não estou a fazer confusão) e gostei.

Óscar, quando há muitas pessoas na sala algum ruído é inevitável. Sinceramente, não senti grande incómodo com barulho.

Referes um aspecto importante, nomeadamente que a filosofia deve ter em conta a melhor informação científica disponível. Mas que também há problemas que podem ser enfrentados de olhos fechados e sem sairmos do sofá.

Afonso Correia disse...

Na minha opinião a palestra foi interessante. No entanto não concordo com algumas das ideias defendidas pelo professor Aires por exemplo quando estávamos a discutir sobre como algo muito complexo como o universo tinha de ser criado/pensado/executado por algo ou alguém de uma inteligência superior pois, como se observa no caso do universo estes acontecimentos podem ser explicados pela ciência e devem-se a uma sequencia lógica de acontecimentos que não têm necessariamente de ter sido influenciados por algo ou alguém inteligente.
Quanto ao facto de ser a atitude mais inteligente acreditar em Deus também discordo pois, se fosse esse o caso, qualquer assassino, violador, enfim criminoso que acreditasse verdadeiramente em Deus e alguém que fosse oportunista e acreditasse apenas por interesse conseguiria entrar no Céu e “sentar-se ao lado de Deus”, etc.
Em suma, gostei da palestra pois deu-me que pensar apesar se não concordar com as ideia a favor da existência de Deus.

Carlos Pires disse...

Só um reparo:
Aires Almeida discutiu alguns argumentos a favor da existência de Deus e um contra. Discutiu. Não quer dizer que defenda as ideias envolvidas nesses argumentos.

Leonard Sá disse...

Eu gostei da palestra, pois o professor Aires Almeida falou de vários argumentos a favor da existência de Deus de uma forma interessante.

O professor abordou a Aposta de Pascal, referindo primeiro um exemplo: disse que quem acreditasse que ele tinha 1 milhão de euros recebia essa mesma quantia.
- Se acreditássemos e fosse verdade recebíamos o dinheiro.
- Se acreditássemos e fosse mentira, não perdíamos nada.
- Se não acreditássemos e fosse verdade ficávamos a perder, pois tínhamos a oportunidade de receber o dinheiro,
- Se não acreditássemos e fosse mentira não ganhávamos nada.
Sendo assim, parece melhor acreditar no professor, pois só desta maneira é que podemos ganhar algo.
Mas, na minha opinião, há um problema: a maior parte das pessoas não vai acreditar em algo simplesmente por ser a melhor opção e se puder, se calhar, ganhar algo no futuro, mas vai acreditar em algo por ter razões para tal. Podemos fingir que acreditamos (vários alunos disseram isso, mas tenho a certeza que nenhum acreditava mesmo) e como o professor não consegue ler as nossas mentes ou algo do género não pode ter a certeza se nós acreditamos ou se só estamos a fingir. Neste caso, a melhor opção até acaba por ser “acreditar” no professor, pois o professor nunca conseguirá saber se nós acreditamos ou não no que disse, e como tal, podemos ganhar algo mesmo sem acreditar.

Podemos agora aplicar o que eu referi anteriormente a Deus. Partindo do princípio que Deus recompensa quem acredita nele, mais vale acreditar na sua existência, pois esta é a única maneira de ganharmos algo. Mas existe o mesmo problema: a maior parte das pessoas que não acredita em Deus (pois têm razões para não o fazerem) não vai passar a acreditar em Deus simplesmente pelo facto de poder ganhar alguma coisa caso acredite em algo que, segundo essas pessoas, não existe. E, ainda há uma grande diferença relativamente ao exemplo anterior, pois no exemplo do professor e do dinheiro, sempre podíamos dizer que acreditávamos e o professor não conseguiria saber a verdade. Já no caso de Deus, mesmo que digamos que acreditamos, uma vez que uma das Suas caraterísticas é o facto de Ele ser omnisciente e saber tudo, então Ele saberia que não estávamos a dizer a verdade, logo não nos iria recompensar. Concluindo, não parece assim tão fácil e razoável fazer o que Pascal sugere, que é acreditar em Deus, simplesmente por ser a melhor opção.

Depois, ainda há o facto que acreditar em Deus simplesmente por se poder ganhar algo, não parece ser um comportamento digno de recompensa.

Bernardo Ferreira disse...

Na minha opinião, a palestra foi muito interessante, útil e deixou-nos algumas questões de reflexão sobre um assunto que ainda não estudámos: a Filosofia da Religião.
Na palestra, foram-nos apresentados vários aspetos sobre a própria Filosofia (tal como quando o professor Aires de Almeida referiu que a principal causa de morte são crenças falsas), foram-nos também dados a conhecer vários argumentos que defendem a existência ou não existência de Deus, tais como a aposta de Pascal, para a defesa da existência de Deus, que levava á conclusão de que a melhor hipótese entre acreditarmos ou não acreditarmos em Deus é acreditar. Também foram apresentados argumentos contra a existência de Deus, tais como o argumento do mal, que diz que se Deus existe como é possível que permite a existência de tanto mal no mundo.
A palestra contribui para o nosso conhecimento sobre a Filosofia da Religião, para uma reflexão sobre este assunto e deixou-me a conhecer argumentos sobre dois pontos de vista diferentes: a não existência e a existência de Deus.
Para terminar, quero agradecer ao professor Aires de Almeida por esta palestra muito interessante.

Bernardo Ferreira, 10ºC, Nº10

Anónimo disse...

Miguel Ferreira 10ºB Nº13

Na generalidade considerei a palestra interessante. Creio que houve uma grande diversidade com os argumentos sobre a existência ou inexistência Deus.
O tópico que despertou mais a minha atenção foi o argumento que tenta arranjar um motivo para se acreditar em Deus. Este argumento explica que ao sermos fiéis à ideia da existência de um ser superior teremos uma maior probabilidade de sairmos beneficiados. Este apresenta o seguinte raciocínio: Se nós acreditarmos na existência de Deus e este recompensar os seus “seguidores” com uma vida eterna cheia de regalias iremos sair sempre favorecidos e o mesmo não se sucederia com quem não acreditasse na sua existência que acabaria apenas por viver uma vida miserável de um humano. Por outro lado poderemos questionar-nos e se este não existir? No entanto se pensarmos melhor, o máximo que poderia acontecer era ficarmos com uma sensação de amargura por não termos a vida eterna que tanto aguardávamos.
Outro aspeto que é realçado por opositores a esta ideia é que quem a defende estará a supor que Deus seria um ser bondoso que recompensaria quem acreditasse nele. Segundo os opositores, Deus poderá ser um ser indiferente com os humanos e que não recompensa ateus nem religiosos. Apesar deste pensamento ser plausível, o facto de nós continuarmos a acreditar em Deus continua a ser o único ideal que nos permite ter a possibilidade de sermos recompensados sem sermos prejudicados.
Para mim este argumento não altera em nada a minha opinião sobre a existência de Deus pois este não é mais do que uma tentativa de descobrir a razão de porque é que tantas pessoas no mundo acreditam neste ser misterioso. Eu penso que segundo todos os argumentos que já li sobre este assunto não temos provas suficientes para aprovar ou desaprovar a existência de Deus. No entanto sou uma pessoa de mente aberta e poderei mudar de opinião quando abordarmos este tema nas aulas de Filosofia.

Anónimo disse...

Na minha consideração a palestra foi interessante. Houve alguns incidentes como o barulho mas o professor Aires conseguiu controlar o público e transmitir o que pretendia.

O aspecto que mais me cativou foi a teoria onde segundo um quadro mostrado no PowerPoint deve-se acreditar em Deus, pois se acreditarmos em Deus receberemos a vida eterna e se não acreditarmos não somos beneficiados nem prejudicados. Na minha opinião isso é apenas "aproveitar-se" de Deus e tentar ganhar alguma coisa com isso mesmo sem acreditar no mesmo, qualquer crente que faça isso não é um verdadeiro seguidor de Deus mas sim um interesseiro que pretende ganhar algo com isso.

Concluindo, acho que foi uma palestra com nota positiva onde houve uma troca de ideias pertinentes.

António Pereira

Andreia Pimpão disse...

Na minha opinião, a palestra foi interessante. Ao longo desta, o professor Aires apresentou alguns argumentos e objeções a favor e contra a existência de Deus, dando alguns exemplos bastante claros que nos ajudam a perceber mais facilmente este tema.
Um dos exemplos que captou a minha atenção foi o de uma criança muito pequena que ainda não sabe ler nem escrever, que sentada ao computador durante algumas horas escreveu, por mero acaso enquanto carregava aleatoriamente nas teclas, Os Lusíadas, uma obra muito complexa. Então se isto é algo praticamente impossível, pois é muito complexo para uma criança daquela idade escrever por acaso esta obra, como podemos explicar a existência do Universo, algo ainda mais complexo que Os Lusíadas, ter sido criado por acaso? Alguns dos alunos presentes responderam, afirmando que todo este processo tem causas cientificas mas ainda desconhecidas, sendo que em nada na criação do Universo houve intervenção de um ser superior.
Durante a palestra, foi defendida a ideia que no caso da existência de Deus, este teria de ser um ser mais inteligente que todos os outros, um ser omnisciente e omnipresente, um ser perfeito com a capacidade de se “auto criar”, caso contrário teria de existir um ser ainda superior a Ele para o criar. Mas existirá realmente esse Deus? A verdade é que não há provas da sua existência e por isso, não é possível concluir, com certezas, algo sobre este assunto.
Sobre esse tema, foi-nos apresentada a Aposta de Pascal, em que caso acreditemos em Deus e ele não exista, não perdemos nada, talvez umas idas à catequese e à missa mas nada de mais, e no caso de não acreditarmos, não ganhamos nada. Se Deus existir e acreditarmos podemos ganhar a oportunidade de ir para o Paraíso, e se não acreditarmos podemos perder essa oportunidade.
No decorrer da sessão, vários alunos referiram que não seria justo se Deus compensasse crentes por interesse e castigasse descrentes verdadeiros, no entanto não seria justo se alguém, quer fosse crente ou não, fosse castigado, pois ao olhos de Deus todos os seres são iguais e ninguém é superior a ninguém, nem mesmo os criminosos deveriam ser castigados, pois Deus, um ser perfeito, deve ter a capacidade de perdoar, desde que haja arrependimento.

Rafael Martins disse...

Considerei esta palestra bastante interessante pelo facto de terem sido utilizados exemplos simples para explicar este grande problema filosófico, a existência de Deus. Em relação a este problema foram apresentados vários argumentos contra e a favor. Entre os quais saliento o argumento do desígnio, no qual o professor Aires de Almeida explicou através de alguns exemplos como o de um bebé que estava a “escrever” num computador e no final tinha escrito Os Lusíadas. Este acontecimento é praticamente impossível pois é necessário um ser inteligente para o realizar, tal como para construir um relógio. Todos estes acontecimentos apenas podem surgir, quando um ser inteligente os realiza, visto isto o mesmo se aplica à formação do planeta Terra ou mesmo do Universo, que tiveram de ser criados por um ser inteligente, um ser com o poder de realizar tudo e esse ser é Deus. Mas, posteriormente surge outra questão (contra a existência de Deus): se Deus é um ser muito poderoso então porque razão há tanto mal no mundo? Pois, visto isto se Deus é um ser superior deveria manter a paz no mundo e evitar os crimes. Assim, ocorrem duas hipóteses: ou Deus não é um ser muito poderoso e não consegue evitar todo o mal que existe no mundo ou Deus não se preocupa com o que está a acontecer. Mas se isto acontecer, Deus não seria o ser que os crentes imaginam como Deus.
Em suma, gostei bastante desta palestra na medida em que me fez reflectir e adquirir mais conhecimentos sobre esta temática.

Anónimo disse...

Gostei bastante da palestra sobre a existência de Deus.
O orador mostrou bons argumentos e boas objeções à existência de Deus e mostrou a relevância da Filosofia para a descoberta na área da Ciência.
Uma das situações que me fez pensar foi : que qualquer pessoa pode ser Deus. Mas para essa pessoa ser Deus alguém superior teve que a criar e assim por adiante.
Se um ser tão forte e bondoso como Deus o que haveria antes do Universo, no nada?
Outra pergunta se coloca acerca da existência de Deus é : Como um ser tão bondoso e poderoso permite tanta maldade no Mundo?
Outra das situações que despertou o meu interesse foi : é melhor acreditar em Deus. Se houver uma recompensa após a morte como a vida eterna.Se acreditarmos em Deus(como no meu caso), se a recompensa fosse verdadeira receberíamos a vida eterna, mas se essa tal recompensa não fosse verdadeira não causaria nenhum impacto negativo nas pessoas.
Se não acreditarmos em Deus , se a recompensa fosse verdadeira sentiriamo-nos frustrantes para o resto da nossa vida, se a recompensa não fosse verdadeira nada aconteceria.
Para concluir mais vale acreditar em Deus do que não acreditar.
Em geral gostei muito da palestra dinamizada pelo professor Aires na medida em que fez refletir e adquirir mais conhecimentos sobre a temática : Filosofia da Religião.

Bernardo Fonseca
10ºB

Catarina Conceição disse...

Na minha opinião a palestra foi muito interessante, pois foram abordados pequenas coisas que nunca tínhamos pensado, como por exemplo, Porque não posso ser eu Deus?
De todos os argumentos que o professor Aires de Almeida referiu sobre a existência ou a não existência de Deus, aquele que mais me chamou à atenção foi o da aposta de Pascal. Que consistia,que quem acreditasse em Deus saía sempre a ganhar e era melhor acreditar que existia.
Por exemplo: se o Professor Aires de Almeida tivesse mil euros para e nós acreditasse-mos nele ele dava-nos esse dinheiro.
º Se nós acreditarmos nele e fosse verdade recebíamos o dinheiro.
º Se nós acreditássemos e fosse mentira, não perderíamos nada.
º Se nós não acreditássemos e fosse verdade tínhamos perdido a oportunidade de ganhar o dinheiro,
º Se nós não acreditássemos e fosse mentira não ganhávamos nada, mas também não perdíamos. Resumindo, era melhor acreditar no professor Aires Almeida pois poderíamos ganhar alguma coisa.

Outro assunto que me chamou à atenção foi em exemplo de um criança de 3 anos estar com computador à sua frente e ao carregar sem intenção de o fazer acaba por escrever uma parte de "Os Lusíadas". É praticamente impossível para uma criança desta idade ter escrito uma obra tão complexa como "Os Lusíadas", então como explicávamos o facto da existência do Universo, algo que claramente é muito mais complexo que a obra de Luís de Camões? Alguns colegas, responderam que todo o processo da criação dos planetas, universo, estrelas e etc, tem causas cientificas que ainda não foram descobertas desconhecidas.
Para terminar, queria só dizer que gostei da palestra pois fez nos pensar em coisas muito interessante e que são perguntas que todos em alguma parte da nossa vida devia-se perguntar a si próprio e pensar.

Catarina Conceição 10ºC Nº13

Anónimo disse...

Eu acho que a palestra foi muito interessante.Houve bastantes argumentos a favor e um contra da exisstência de Deus, o professor Aires Almeida também referiu que a Ciência promoveu á Filosofia dados como o Universo ser muito extenso o que gerou um grande desenvolvimento a teológica.O que mais gostei da palestra foi a questão de o professor Aires Almeida fez que quem acreditasse que ele tinha um milhão de euros recebia um milhão de euros. Ora quem acreditava e fosse verdade recebiamos o dinheiro,logo ficamos a ganhar, se acreditarmos e for mentira,não perdemos nada mas perdiriamos caso fosse verdade pois perdemos uma hipotese de ter um milhão.
Eu gostei muito da palestra e não tenho nada a dizer contra,foi informaativa e esclarecedora foi na verdade uma das poucas palestras que me manteve concentrada por isso muitos parabéns ao professor Aires Almada pela palestra que deu.
Beatriz Ferreira 10ºC nº9

Joel Domingos 10ºC disse...

Gostei da palestra, penso que foi interessante falar num tema tão importante como é a existência de Deus.
Uma das coisas que o Professor Aires de Almeida falou, foi na Aposta de Pascal (um argumento a favor que Deus existe, embora não o prove).
Esta aposta diz que é melhor acreditar em Deus. Mas porquê?
Segundo esta aposta, se acreditarmos em Deus e ele existir, então temos tudo a ganhar (Vida eterna).
Se acreditamos em Deus e ele não existir, então não perdemos nada, nem ganhamos nada.
Se não acreditarmos em Deus e ele existir, perdemos tudo (Vida eterna).
Se não acreditamos em Deus e ele não existir, não perdemos, nem ganhamos nada.
Conclusão, Deus premeia o crente oportunista e castiga o descrente sincero. Um Deus assim não seria certamente um Deus bom e sábio.
Mas será isto mesmo assim?
Bem, talvez não baste só acreditar em Deus para que ele nos recompense. Talvez também tenhamos de fazer a vontade dele, para isso acontecer.
Imaginemos que alguém dizia ser nosso amigo, mas como poderia realmente ele provar isso? Por demonstrá-lo em ações, por exemplo, por nos apoiar ou estar connosco nos momentos mais difíceis. Se esse suposto amigo não fizesse isso, era um oportunista.
Do mesmo modo é Deus.
Se apenas acreditarmos nele e não fizermos a sua vontade, como queremos que ele nos recompense? Temos de mostrar que não somos uns oportunistas que apenas queremos recompensas sem trabalho.
Deste modo ele sabe diferenciar “oportunistas” de pessoas “sinceras”.
Por isso, a questão de Deus premiar o crente oportunista e castiga o descrente sincero não se põe, pelos motivos alistados acima, porque nem todos aqueles que acreditam em Deus vão ser recompensados.

Rui Teixeira 10ºC disse...

A existência de Deus é um assunto ainda muito polémico apesar das recentes descobertas científicas e mudanças de mentalidade sociais. Existem milhões que defendem a sua existência e milhões que defendem que não existe.
Um dos aspetos mais interessantes da palestra do professor Aires Almeida é a da definição de Deus.
Como exemplo, o professor apresentou a possibilidade de ele ser Deus já que era um tipo fixe e sábio. Isso levou-me a pensar na definição de Deus.
Porque não poderia eu ser Deus? Talvez seja e não o saiba. E se Deus fosse o homem comum que vemos na rua? Geralmente idealizamos Deus como um homem musculado, alto e com barba branca mas será que Ele é sequer um homem? E se fosse uma mulher ou ambos?
E será que existem vários deuses para várias religiões ou será a divisão entre Islamismo, Cristianismo e Judaísmo uma invenção humana? E se existem, terão aspectos diferentes? Será que quando chegamos ao céu (se ele existe) existem fronteiras ou portões entre os vários paraísos?
Mas terá algum destes deuses forma humana? E se aquilo a que chamamos Deus fosse o Universo, sem forma humana e indiferente aos humanos e as suas divisões de tempo?
Quando à perfeição, será Deus perfeito? É possível que Deus cometa erros a que chamamos catástrofes ou azar.
Um livro como a Bíblia não deve ser visto como palavra inquestionável. É o pensamento e reflexão que deve ir a debate e não o argumento de que ''está escrito''.
A mim parece-me que a definição de Deus é tão discutível como a sua existência.

Anónimo disse...

Na minha opinião a palestra foi muito interessante, e fez-nos reflectir, apesar de ainda não termos estudado o tema abordado na palestra: a Filosofia da Religião.
O assunto que mais me chamou a atenção durante a palestra foi a Aposta de Pascal que o professor Aires de Almeida abordou com o seguinte problema: ao dizer que tinha 1 milhão de euros, quem acreditasse receberia esse dinheiro.
De acordo com a Aposta de Pascal, se nós acreditássemos no que o professor disse e fosse realmente verdade, nós iriamos ganhar realmente esse 1 milhão de euros e se acreditássemos e fosse mentira não iriamos perder nada.
Mas se pelo contrário, se nós não acreditássemos no que o professor nos disse e isso fosse realmente verdade iriamos perder tudo, mas se não acreditássemos e fosse mentira também não iriamos ganhar nada.
Por isso, a maneira mais correta de agir é acreditar, pois ao acreditar sempre temos a hipótese de ganhar.
O professor Aires de Almeida ligou este caso à crença na existência de Deus.
Se nós acreditarmos que Deus existe e Ele realmente existir, então nós temos a oportunidade de ganhar a vida eterna e todas as recompensas de Deus.
Se nós acreditarmos que Deus existe e Ele realmente não existir, então não vamos perder nada de importante, talvez apenas um pouco de tempo da nossa vida gasto em prol d’ Ele.
Se nós não acreditarmos na existência de Deus e ele realmente existir, então estamos a perder tudo aquilo que Deus nos pode dar.
Se nós não acreditarmos na existência de Deus e ele realmente não existir não vamos ganhar nada com isso.
Mais uma vez, a maneira mais correta de agir é acreditar, quer seja com o caso de recebermos 1 milhão de euros ou com o caso da existência de Deus, nós vamos ter sempre a hipótese de ganhar algo .

Beatriz Lourenço 10ºC nº7

Filomena nascimento 10B nº8 disse...

Desculpe a demora, mas aqui vai o meu comentário á palestra.
A palestra tratou de um assunto interessante e muito discutível, a existência de Deus.
Eu em particular gostei da palestra. Discordei de algumas coisas que o professor Aires Almeida disse e concordei com outras.
Como por exemplo, a aposta de Pascal, porque se acreditarmos só por acreditar, estamos a ser falsos connosco mesmo e com Deus (para quem acredita que existe), pois não estamos a ser verdadeiros e não cremos porque acreditamos e que nos muda a vida, mas sim por interesse.
É Deus sendo todo poderoso sabe se estamos a ser sinceros ou não, mas se não existir ninguém saberá, mas também não receberemos nada nem perdemos.
Por isso discordo com a aposta de Pascal, pois nós temos que ter as nossas crenças por aquilo que acreditamos e não o que nós da mais benefícios.

Francisco Santos disse...

Esta palestra foi bastante interessante e acho que nos cativou a todos pelo facto de não discutirmos apenas a existência de Deus, mas sim os vários argumentos, a favor e contra a tal existência de um ser poderoso e omnipotente, e os vários pontos de vista.
Gostei da relação que o autor da palestra fez entre a religião e a ciência.
Quanto à aposta de Pascal, que o melhor era acreditar em Deus, acho que ele tratou deste tema como se fosse um jogo e tivéssemos um prémio a ganhar mas, na verdade, não é; é um assunto que altera as vidas de cada um. Quanto ao prémio, que só quem acreditasse em Deus é que receberia a vida eterna, ninguém nos garante que Deus não iria castigar mesmo os seus próprios crentes. É claro também que existem crentes gananciosos que só querem é a tal vida eterna e, portanto, se Deus premiar esses, está a ser injusto para os outros mas, por outro lado, se Deus não premiar estes crentes gananciosos, também não está a cumprir a sua promessa, pois estes crentes não o deixam de ser, mas simplesmente pelo prémio.
Ao contrário da ciência, quanto à existência de Deus não existem provas concretas que sirvam de evidência para a sua existência e, como tal, é absurdo pensar que foi Deus que nos criou quando por outro lado temos a ciência com provas concretas de que descendemos de antepassados que foram evoluindo até esta nossa forma.
Também tenho uma objeção ao argumento ateu que faz a pergunta “Se Deus existe, porque permite tanto mal?”. Para julgarmos Deus por ele permitir tanto mal, temos primeiro de acreditar nele. Se acreditamos nele, temos de nos seguir pela Bíblia e na Bíblia está escrito que quem governa na Terra neste momento é o Satanás, devido a uma aposta entre Deus e ele para ver se ele era capaz, ou não, de governar a Terra. Mas o mal existente não é por ele ser mau, mas sim por não conseguir governar a Terra, pois ele era um anjo de Deus que decidiu virar-se contra para tentar ter todo o poder.

Anónimo disse...

Na minha opinião,achei a palestra bastante atrativa no qual consegui consolidar alguns conhecimentos;o tema em que foi abordado,a meu ver é um dos mais discutidos e atraentes da Filosofia,no qual era sobre a "Filosofia da Relegião",a tese central deste tema é sempre a existência de Deus,será que as nossas crenças estão certas?,será que só vamos à missa porque fomos educados assim?;para respondermos estas perguntas devemos recorrer à causas anteriores ,logo quando chegarmos ao básico será sempre a existência de Deus.Imaginemos que se as nossas crenças estejam erradas? será que ganhamos a vida eterna no paraíso ou perdemos tudo ?,Deus é Unipotente e Ominisciente ou seja é um ser perfeito,mas se ele é perfeito qual é a razão de tanta maldade,doenças,e coisas muito horrosas no mundo?,Se existe,porque ele permite isso?,à isto a Filosofia dá-nos resposta.Em suma,adorei imenso quando o Sr Aires Almeida referiu-se à Teoria de Pascal,ela argumenta-nos que muitos fingem acreditar em Deus para poderem ter um lugar garantido no paraíso(isto se houver)caso contrário não perdemos nada.
Cássia Rossana 10ºc

Anónimo disse...

Na palestra do professor Aires de Almeida foram-nos propostos vários temas, mas o mais discutido é um que ainda não demos, o da Filosofia da Religião. Alguns dos intervenientes perguntaram o porquê de haver tanto mal no mundo se Deus é um ser tão bondoso (de acordo com a Bíblia); A resposta do professor Aires, que é o que muitos Cristãos dizem, é que Deus é como um pai que em vez de estar constantemente a proteger os seus filhos (ou seja, nós) deixa-os aprender com os seus erros, pois assim nunca mais o voltarão a cometer;
Outro dos temas que me deixou a pensar foi que a maior causa de mortes/guerras são as crenças; isso de facto demonstra-se, pois, talvez se o Hitler não tivesse a sua crença de que os Judeus eram inferiores e que a raça Ariana era superior a todas as outras, muito provavelmente não teria acontecido a Segunda Guerra Mundial;
Posto isto, na minha opinião a palestra foi interessante traz expetativas sobre aquilo que iremos abordar no tema da Filosofia da Religião.

Diogo Mateus 10º
C

Anónimo disse...

Sara Martins, 10ºB, Nº22

A palestra foi bastante interessante e divertida. Gostei de como Aires Almeida abordou o tema, a existência de Deus, um problema filosófico muito discutível.
Até à algum tempo pensava que acreditar em Deus era quase como uma perca de tempo e uma teoria sem jeito, peço desculpa, mas se calhar era por nunca ter abordado os melhores exemplos para a existência de tal, como por exemplo: «antes do big bang o que havia?», «nada.», seria a minha resposta. NADA?! Como é o "nada"? É impossível pensar no nada, porque ao pensarmos no nada podemos pensar no escuro, mas aí já há algo. Então, o que será que havia antes do Big Bang?
Devido a esta e a muitas outras dúvidas que agora permanecem na minha mente, fico a considerar sobre a existência de Deus.

Anónimo disse...

Achei o tema sobre da existência de Deus bastante apelativo.
Existiram bastantes argumentos a favor e objecções à existência de Deus, interessantes.
O que mais chamou-me à atenção foi a Aposta de Pascal embora não concorde, porque não basta só acreditar que Deus exista porque não se tem nada a perder em não acreditar muito pelo contrário só se tem a ganhar.
Ao acreditarmos só por essa razão e mais nenhuma não devia contar, e se Deus existir mesmo só devia compensar quem fosse realmente sincero e que tenha feito a Sua vontade.
É mais sincero quem diz que não acredita do que os que fingem porque não tem nada a perder .
Ana Rita Peres Passos nº3 10ºC

Xavier Diaz disse...

Na minha opinião, a palestra correu muito bem. Discutindo diversas ideias e argumentos interessantes sobre a existência ou inexistência de Deus, tais como: o argumento da causa primeira, o argumento do desígnio, o argumento ontológico, entre outros. Deve-se dar crédito ao professor Aires Almeida por transmitir estas ideais de uma forma cativante e simples usando muitas vezes comparações para explicar tais ideias. Vale a pena também notar que pela parte do público houve também várias intervenções pertinentes e inteligentes aos temas dados na palestra.
Enfim, o argumento que mais achei interessante foi o argumento ontológico criado por Santo Anselmo no século XI que de uma forma simples e sintetizada seria algo do género:
• A ideia de Deus é a ideia de um ser perfeito;
• Um ser perfeito tem que existir (pois a existência é uma condição necessária de algo perfeito);
• Logo, Deus existe.
Segundo este argumento, uma pessoa que afirma que Deus não existe está a ser contraditória pois ao dizer que Deus não existe então a ideia que esse individuo tem não é de Deus mas de um ser inferior a este porque se esse ser não existe logo não é perfeito ou seja não é Deus, formando-se aqui uma contradição pois se é perfeito então tem que obrigatoriamente existir.
Uma das falhas deste argumento é que usando o mesmo esquema pode-se justificar a existência de praticamente tudo, até mesmo as coisas mais ridículas. Substituindo a ideia de um Deus perfeito por outra ideia qualquer desde que seja a ideia de algo perfeito então essa ideia terá obrigatoriamente de existir pois a existência é uma característica da perfeição. Neste caso seres como: zombies perfeitos, unicórnios perfeitos, bichos papões perfeitos, sereias perfeitas, entre outros exemplos; existiriam e no entanto é bastante improvável, para não dizer impossível, a existência de tais seres. Justificar a existência de algo simplesmente porque a ideia deste é a ideia de algo perfeito é bastante ilógico visto que assim permite-se a existência de coisas inexistentes. Logo, este argumento não é o mais adequado para justificar a existência de Deus.

Xavier Diaz disse...

Cont.
Outra falha deste argumento é que assume a existência como uma característica da perfeição. Mas será mesmo assim? Se considerarmos Deus como um ser perfeito então as características que utilizar-se-iam seriam, por exemplo: omnipotência, omnisciência, omnipresença; mas não a existência porque a existência não é uma característica como as outras que utilizamos diariamente no qual descrevemos as coisas, definindo-as, mas sim a condição que vai permitir que essas mesmas coisas sejam capazes de possuírem certas características. Se existir então é real e possui determinadas características, se não existir então é fictício (apenas uma ideia) que, não obstante, também poderá possuir certas características, só que estas seriam apenas irreais. Ou seja, para descrever determinado individuo podemos dizer atributos como: alto, cabelos encaracolados, magro, olhos verdes, entre muitos outros adjetivos; mas não dizemos que tal sujeito existe pois é a própria existência que vai permitir que tal sujeito tenha, de facto, esses atributos caso contrário esse sujeito não passaria de uma mera ideia fictícia como um personagem de um livro. Aplicando esta ideia ao argumento ontológico, então Deus teria de primeiro existir para depois ser perfeito e não disser que Deus existe porque é perfeito e dentro da perfeição está a existência visto que a existência é aquilo que vai permitir que Deus tenha características tal como a perfeição. O que o argumento ontológico faz é trocar a ordem, dizendo primeiro que Deus é perfeito e como tal, existe e aquilo que tem-se de analisar primeiro é a existência ou inexistência de Deus e depois, caso exista, é que averigua-se se é perfeito ou não. Com esta linha de pensamento não há nenhuma contradição em afirmar que Deus não existe e que a ideia de Deus é a ideia de um ser perfeito. Logo, o argumento ontológico não prova a existência de Deus.
Apesar de considerar o argumento ontológico o mais interessante da palestra, este traz várias falhas e penso que não seria o mais adequado para justificar a existência de Deus devido aos argumentos apresentados anteriormente.

Xavier Diaz, 10º B

Anónimo disse...

Abel Ramos 10ºB
Considero que a palestra tenha sido interessante, visto que foram abordados argumentos favoráveis à existência de Deus. Alguns dos argumentos apresentados deixaram-me surpreendido já que eram novos para mim. Depois da palestra continuei a refletir sobre estas questões e ideias surpreendentes.

Mariana Rosa 10ºC disse...

Achei interessante o tema sobre a existências de Deus, foi-nos apresentadas várias teorias que nos deixou a pensar um pouco na existência de Deus.
O professor Aires Almeida apresentou várias ideias sobre este tema, achei interessante ao professor perguntar porque não poderia ser Deus e apresentou várias ideias, ao qual não significava ser, Deus aos olhos das pessoas que acreditam em Deus é um ser perfeito sem defeitos mas também foi interessante as objeções que puseram. Se Deus realmente existe porque permite tanto mal no mundo? A resposta a esta objeção é que Deus permite o mal no mundo para que as pessoas tenham mais fé. O professor Aires apresentam também outras ideias mas também achei interessante a ideia de a criança de 3 anos ter escrito os Lusiadas ao acaso, era completamente impossivel isso acontecer a meu ver, mas Aires Almeida perguntou porque não seria possivel? E alguém disse que uma criança não seria racional o suficiente para escrever os Lusiadas.
Foi argumentado também que se Deus existir os crentes ficaram mais beneficiados mas se não existir será indiferente tanto para os crentes como para os outros.

Fernando Guerreirp disse...

A palestra do autor do nosso livro de 10ª ano de Filosofia, Aires de Almeida, foi mais interessante do que esperava mas não gostei de algumas das teorias defendidas e também de terem sido dadas mais objeções a existência de Deus do que propriamente argumentos a favor, sendo que eu acredito na existência de Deus não concordei com algumas objeções, nomeadamente:
Porque não posso eu ser Deus?
R: Porque sou muito baixo, logo não sou perfeito
Mas na Bíblia não se refere Deus como um ser perfeito, nem perto disso, não há nenhuma citação que refira isso, nós humanos por associarmos Deus a um ser omnisciente é que o temos como o protótipo de Homem perfeito mas imaginando que este é omnisciente, não quer com isto dizer que seja perfeito é o mesmo que fazemos ao imaginar Deus, imaginamos o seu Físico e a sua parte psicológica, mas ninguém nos diz que Deus é perfeito, ele pode estar ao nosso lado e nos não reparamos, isso já depende da religião e crença de cada um.
Outro das objeções que não gostei foi:
Porque é que se Deus criou o Mundo este tem tantas Guerras?
Quando Deus criou o Mundo, segundo a Bíblia e referindo me agora a historia da Barca de Noé, ele criou o mundo mas fez logo com adversidades porque se não houvesse barreiras ou obstáculos não saberíamos muito provavelmente o que seria a tristeza e sem isto não iriamos conhecer o sentimento como orgulho de superar uma barreira, se o Mundo fosse perfeito não valia a pena viver porque seria uma vida monótona.
Fernando Guerreiro 10ºc nº15

Adkaiokdao daiwjdaoiwjdio disse...

Na minha opinião a palestra foi muito boa.
Não se tornou desinteressante devido a forma como o professor Aires a dirigiu, de uma forma séria mas ao mesmo tempo com o seu sentido de humor em relação ao assunto, sendo isto um aspeto muito positivo pois, como já referi, conseguiu transmitir quase tudo o que queria(não devido à palestra em si, mas sim pela falta de tempo).
Não concordo com o argumento da aposta de Pascal pois independentemente de termos mais a ganhar em acreditarmos em Deus, caso este exista, o facto de acreditarmos ou não, não depende de recompensas ou não, mas sim dos motivos(não interesseiros) que nos levam a acreditar.
Tiago Santos 10ºB

Aires Almeida disse...

Agradeço a todos os vossos simpáticos comentários.
O mais importante é que aquilo que eu disse vos dê que pensar e, concordando ou discordando dos argumentos apresentados.

Margarida Bairinhas nº12 10B disse...

Eu gostei da palestra, achei que o Professor Aires de Almeida abordou muito bem o tema da existência de Deus, apresentando assim teorias muitas explicitas.
O que mais me chamou à atenção foi a aposta de Pascal, que consiste numa aposta entre acreditar ou não acreditar em Deus.
Se acreditarmos sem uma razão ou uma crença falsa, pois acreditamos em Deus não por acreditarmos que ele exista, mas sim por interesse.
Porém não há uma maneira de as outras pessoas saberem se a nossa crença é verdadeira ou falsa.
Por isso concluo que não concordo com a aposta de Pascal, pois cada um acredita naquilo que quer e não naquilo que lhe dá mais benefícios.