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sábado, 21 de maio de 2016

Matriz do teste: objetividade da ciência e sentido da vida

waterson calvin & hobbes o sentido da vida

Duração: 90 + 10 (tolerância)

Objetivos:

1. Recordar a conceção falsificacionista da ciência.

2. Explicar a perspetiva de Popper sobre a objetividade e progresso da ciência.

3. Explicar e exemplificar o conceito de paradigma, segundo Kuhn.

4. Explicar e exemplificar os conceitos de ciência normal, anomalia, crise, ciência extraordinária e revolução científica.

5. Explicar a perspetiva de Kuhn sobre a objetividade e progresso da ciência.

6. Explicar as objeções a Kuhn estudadas.

7. Comparar as perspetivas de Popper e Kuhn acerca da objetividade e progresso da ciência.

8. Mostrar em que condições dizemos que uma atividade tem sentido.

9. Apresentar o problema do sentido da vida.

10. Explicar a perspetiva pessimista acerca do sentido da vida.

11. Explicar as objeções à perspetiva pessimista acerca do sentido da vida.

12. Explicar a perspetiva religiosa acerca do sentido da vida.

13. Explicar as objeções à perspetiva religiosa acerca do sentido da vida.

14. Explicar a perspetiva não religiosa de Peter Singer acerca do sentido da vida.

15. Explicar as objeções à perspetiva de Peter Singer.

16. Explicar outra perspetiva não religiosa acerca do sentido da vida.

17. Explicar as objeções a essa perspetiva.

18. Comparar e discutir as perspetivas acerca do sentido da vida estudadas.

19. Defender uma tese acerca do problema do problema do sentido da vida.

Natureza das questões:

Escolha múltipla, questões de resposta curta e questões de resposta extensa.

Para estudar:

No manual: da página 215 à página 228; da página 238 à página 242.

PDF’s.

No blogue Dúvida Metódica:

A evolução da ciência: Popper e Kuhn

Links sobre o sentido da vida

sentido da vida

domingo, 17 de abril de 2016

Teste de filosofia da ciência (Esla, 11º)

fisicos einstein galileu newton

Duração: 50 minutos.

Objetivos:

1. Explicar o que é o senso comum.

2. Distinguir senso comum e ciência explicando as diversas características estudadas.

3. Explicar o que é uma hipótese.

4. Formular o problema da demarcação.

5. Explicar e exemplificar o que é uma pseudociência.

6. Mostrar como é que o critério da verificabilidade permite estabelecer um critério de demarcação entre ciência e não ciência.

7. Explicar a objeção das leis da natureza ao critério da verificabilidade.

8. Mostrar como é que o critério da confirmabilidade permite estabelecer um critério de demarcação entre ciência e não ciência.

9. Criticar o critério da confirmabilidade tendo em conta o problema da indução.

10. Explicar o que defende o falsificacionismo relativamente à ciência.

11. Mostrar como é que o critério da falsificabilidade permite estabelecer um critério de demarcação entre ciência e não ciência.

12. Avaliar afirmações para apurar se são ou não verificáveis e falsificáveis.

13. Explicar a objeção ao falsificacionismo que sustenta que este não permite compreender a cientificidade das afirmações particulares.

14. Formular o problema do método científico.

15. Explicar a perspetiva indutivista do método científico.

16. Explicar as objeções ao indutivismo estudadas: a ciência estuda fenómenos inobserváveis; a observação pura não é possível.

17. Explicar a posição de Popper relativamente à indução.

18. Explicar a perspetiva falsificacionista do método científico.

19. Explicar as objeções ao falsificacionismo estudadas.

20. Comparar o indutivismo e o falsificacionismo.

A. Conhecer exemplos ilustrativos de todos os conceitos referidos.

B. Identificar os conceitos referidos em exemplos dados pelo professor.

Natureza das questões:

Escolha múltipla, questões de resposta curta e uma questão de resposta extensa.

Para estudar:

No manual: da página 193 à página 214.

No blogue Dúvida Metódica:

Links sobre filosofia da ciência

quarta-feira, 9 de março de 2016

Matriz do teste do 11º (Esla): Descartes e Hume

David Hume

Duração: 90 minutos.

Objetivos:

1. Discutir se Descartes refutou ou não o ceticismo.

2. Explicar e discutir a crítica de Hume a Descartes e à dúvida metódica.

3. Explicar a rejeição empirista das ideias inatas.

4. Mostrar como Hume classifica e relaciona os conteúdos mentais.

5. Explicar em que consiste o princípio da cópia.

6. Distinguir as questões de facto e as relações de ideias.

7. Discutir a opinião de Hume de que nenhum conhecimento a priori é substancial.

8. Comparar a perspetiva racionalista e a perspetiva empirista quanto às fontes do conhecimento.

9. Explicar o modo como Hume entende a causalidade.

10. Explicar a objeção a Hume e à sua conceção da causalidade segundo a qual a existência de conexões causais é a explicação mais plausível das conjunções constantes.

11. Explicar a análise feita por Hume ao problema da indução.

12. Mostrar porque é que David Hume é um cético moderado.

Natureza das questões:

Escolha múltipla, questões de resposta curta e questões de resposta extensa.

Para estudar:

No manual: da página 171 à página 191. Quanto à páginas sobre Descartes, o aluno deve escolher quais vai ler ou reler, tento em conta os objetivos.

No blogue Dúvida Metódica:

Descartes:

Os links sobre Descartes, se o aluno entender consultá-los novamente, podem ser encontrados AQUI.

Hume:

A crítica de David Hume a Descartes

Impressões e ideias

Uma folha de papel em branco

Cegos que começam a ver: impressões e ideias

Como se originou, segundo Hume, a ideia de Deus?

O problema da causalidade

Exemplos de inferências causais
Sol vai nascer amanhã? Não podemos saber!
Hume e a relação causa-efeito

A crença na causalidade é instintiva

Hume e o problema da indução: vídeos da Kahn Academy
Objeção à teoria da causalidade de David Hume

Three Minute Philosophy - David Hume e Descartes

Aconselhado:

A minha vida
Milagre??
Como transformar a ignorância numa virtude?

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Matriz do teste do 11º (Esla): Descartes e Hume

descartes e hume

Duração: 50 minutos.

Objetivos:

1. Distinguir conhecimentos a priori e conhecimentos a posteriori.

2. Explicar em que medida o ceticismo lança um desafio a quem se afirma detentor de conhecimento.

3. Explicar como Descartes tentou responder ao desafio cético.

4. Explicar o que é a dúvida metódica.

5. Explicar porque é que Descartes tinha como objetivo encontrar uma crença indubitável e básica.

6. Mostrar quais são as principais etapas do percurso da dúvida metódica.

7. Explicar porque é que Descartes recorreu à hipótese do Génio Maligno.

8. Explicar porque é que Descartes considera o Cogito como indubitável.

9. Mostrar como o argumento da marca tenta provar a existência de Deus.

10. Explicar a objeção ao argumento da marca que diz: “criar a ideia de perfeição é diferente de criar a própria perfeição”.

11. Explicar o critério das ideias claras e distintas.

12. Mostrar qual é a função de Deus no sistema cartesiano.

13. Explicar a objeção do círculo cartesiano.

14. Discutir se Cogito será realmente uma crença básica.

15. Discutir se Descartes refutou ou não o ceticismo.

16. Distinguir, de acordo com Descartes, os vários tipos de ideias.

17. Explicar a perspetiva racionalista quanto às fontes do conhecimento.

18. Explicar a crítica de Hume a Descartes e à dúvida metódica.

19. Mostrar como Hume classifica e relaciona os conteúdos mentais.

20. Explicar em que consiste o princípio da cópia.

21. Distinguir as questões de facto e as relações de ideias.

22. Discutir a opinião de Hume de que nenhum conhecimento a priori é substancial.

23. Explicar a perspetiva empirista quanto às fontes do conhecimento.

24. Explicar a análise feita por Hume à ideia de causalidade.

25. Explicar a objeção a Hume e à sua conceção da causalidade segundo a qual a existência de conexões causais é a explicação mais plausível das conjunções constantes.

26. Mostrar porque é que David Hume é um cético moderado.

Natureza das questões:

Escolha múltipla e questões de resposta curta.

Para estudar:

No manual: da página 149 à página 183.

No blogue Dúvida Metódica:

Descartes:

A vida será um sonho?

A dúvida metódica (este deveria ter sido o primeiro post deste blogue)

Um mar de dúvidas

Razões para duvidar, segundo Descartes

O caro leitor não está a ler

A esposa de Descartes

O argumento da marca

Objeção ao argumento da marca

Cartoons cartesianos

Bit Descartes

Hume:

A crítica de David Hume a Descartes

Impressões e ideias

Uma folha de papel em branco

Cegos que começam a ver: impressões e ideias

Como se originou, segundo Hume, a ideia de Deus?

O problema da causalidade

Exemplos de inferências causais
Sol vai nascer amanhã? Não podemos saber!
Hume e a relação causa-efeito

A crença na causalidade é instintiva

Hume e o problema da indução: vídeos da Kahn Academy
Objeção à teoria da causalidade de David Hume

Aconselhado:

Descartes:

O que é que realmente sabemos?

Penso, logo não cozinho!

Cegos que não sabem que são cegos

Em terra de cegos quem tem um olho não é rei

Hume:

A minha vida
Milagre??

Bom Trabalho!

quinta-feira, 28 de janeiro de 2016

Matriz do teste – 11º ano

sceptic ceticismo radical  Descartes

Duração: 100 minutos.       

Objetivos:

1. O que é a Epistemologia?

2. Em que consiste o saber-fazer?

3. Em que consiste o conhecimento de contacto?

4. Em que consiste o conhecimento proposicional?

5. Qual é a definição tradicional de conhecimento?

6. Porque é que a crença é uma condição necessária do conhecimento?

7. Porque é que a verdade é uma condição necessária do conhecimento?

8. Qual é a diferença entre palavras factivas e palavras não factivas?

9. Porque é que a justificação é uma condição necessária do conhecimento?

10. Porque é que cada uma dessas condições isoladas ou agrupadas duas a duas não constituem condições suficientes do conhecimento?

11. Em que consistem os contraexemplos à definição tradicional de conhecimento?

12. Porque é que nos casos descritos nesses contraexemplos não há conhecimento?

13. O que é o ceticismo? Qual é a diferença entre ceticismo moderado e ceticismo radical?

14. Qual é, segundo o ceticismo radical, o problema da justificação?

15. Será que o ceticismo radical se autorrefuta?

16. Em que consiste o argumento cético dos erros percetivos?

17. Em que consiste o argumento cético da regressão infinita da justificação?

18. Conhecer alguns cenários céticos: sermos um cérebro numa cuba, a vida ser um sonho, a situação descrita no filme Matrix, etc.

19. Em que medida o ceticismo lança um desafio a quem se afirma detentor conhecimento?

20. Qual é a diferença entre conhecimentos a priori e conhecimentos a posteriori?

21. Como é que Descartes tentou responder ao desafio cético?

22. O que é a dúvida metódica?

23. Porque é que Descartes tinha como objetivo encontrar uma crença indubitável e básica?

24. Quais são as principais etapas do percurso da dúvida metódica?

25. Porque é que Descartes recorreu ao à hipótese do Génio Maligno?

26. Porque é que Descartes considera o Cogito como indubitável?

27. Como é que o argumento da marca tenta provar a existência de Deus?

28. Em que consiste a objeção que diz: “criar a ideia de perfeição é diferente de criar a própria perfeição”?

29. Em que consiste o critério das ideias claras e distintas?

30. Qual é a função de Deus no sistema cartesiano?

31. Em que consiste a objeção do círculo cartesiano?

32. O Cogito será realmente uma crença básica?

33. Como avalia a tentativa feita por Descartes para refutar o ceticismo e fundamentar o conhecimento?

Natureza das questões:

Escolha múltipla, questões de resposta curta e questões de resposta extensa.

Para estudar:

Páginas 138 - 170 do Manual.

Links sobre epistemologia

falta de fundamento

terça-feira, 8 de dezembro de 2015

Matriz do teste de filosofia – 11º

Formasargumentativasvlidasmodusponen

Duração: 100 minutos

Objetivos:

1. Distinguir a validade dedutiva e a validade não dedutiva.

2. Distinguir e identificar as formas argumentativas válidas e inválidas estudadas.

3. Testar a validade de formas argumentativas através de inspetores de circunstâncias.

4. Completar formas argumentativas.

5. Construir argumentos com essas formas.

6. Identificar e explicar em que consistem os seguintes argumentos não dedutivos: generalizações, previsões, argumentos por analogia e argumentos de autoridade.

7. Conhecer e explicar as regras de validade de cada um desses argumentos não dedutivos.

8. Explicar o que são falácias informais.

9. Identificar e explicar as formas falaciosas dos argumentos não dedutivos estudados.

10. Avaliar argumentos não dedutivos determinando se são válidos ou inválidos.

11. Identificar e explicar em que consistem outras falácias informais: Argumento ad hominem, Apelo à ignorância, Falso dilema, Falácia do espantalho, Falácia da derrapagem e Petição de princípio.

12. Explicar o que se entende por retórica.

13. Distinguir persuasão racional e manipulação.

14. Explicar como ocorre a manipulação publicitária.

15. Distinguir o regime democrático existente em Atenas no século V a. C. das atuais democracias.

16. Explicar a importância da democracia para o desenvolvimento da retórica.

17. Explicar quem eram os sofistas.

18. Explicar as ideias dos sofistas relevantes para o seu exercício da retórica.

19. Explicar as críticas de Platão aos sofistas.

Natureza das questões:

Escolha múltipla, questões de resposta curta e extensa, exercícios de lógica.

Para estudar:

Páginas usadas ou referidas na aula do manual adotado.

PDF com a tabela explicativa e exemplificativa das conetivas.

Validade dedutiva

Afirmação da antecedente e negação da consequente

Construção de argumentos

Ficha de revisão - 11º

Generalizações e previsões

Generalização ou contra-exemplo?

Argumento por analogia

Duas tradições: o apedrejamento e a tourada

Argumentos não dedutivos: previsão, generalização, analogia e argumento de autoridade

Ficha de revisão: identificação de argumentos não dedutivos

Falácias informais do apelo à ignorância, da derrapagem e do boneco de palha

Exemplos das falácias do espantalho e da derrapagem

Derrapagem: do casamento homossexual ao incesto

Petição de princípio

Exemplos da falácia do apelo à ignorância

Apelo à ignorância: Milagre ou falácia?

Sobre o poder da retórica

Da vaidade das palavras

O que é a democracia?

Sem comentários

Manipulação publicitária

Aconselhado:

A relação entre verdade e validade

A importância da validade: duas analogias

Um cartaz político falacioso: falso dilema

Criticar não é o mesmo que arrotar

Sofista ou surfista?

domingo, 1 de novembro de 2015

Matriz do 2º mini teste – 11º ano

modus ponens

Objetivos:

1. Explicar o que é um argumento.

2. Distinguir argumentos de não argumentos.

3. Explicar o que é um entimema.

4. Identificar premissas ocultas.

5. Reescrever argumentos e colocá-los na expressão canónica.

6. Distinguir a validade dedutiva e a validade não dedutiva.

7. Conhecer os operadores verofuncionais e respetivas condições de verdade: negação, conjunção, disjunção (inclusiva e exclusiva), condicional e bicondicional.

8. Formalizar argumentos.

9. Testar a validade de formas argumentativas através de inspetores de circunstâncias.

10. Distinguir e identificar as formas argumentativas válidas e inválidas estudadas.

11. Construir argumentos com essas formas.

12. Completar formas argumentativas.

Natureza das questões:

Escolha múltipla, questões de resposta curta e exercícios de lógica.

Para estudar:

Páginas usadas ou referidas na aula do manual adotado.

PDF com a tabela explicativa e exemplificativa das conetivas.

O que é um argumento?

Ficha de Trabalho – Argumentos

Entimema: conceito e exemplos

Onde está a conclusão?

Validade dedutiva

Afirmação da antecedente e negação da consequente

Construção de argumentos

Aconselhado:

A relação entre verdade e validade

A importância da validade: duas analogias

domingo, 11 de outubro de 2015

Matriz do 1º mini teste: 11º A e C

Mr. Spock logic Lógica

Duração: 50 minutos.

Objetivos:

1. Indicar o objeto de estudo da Lógica.

2. Explicar o que são argumentos.

3. Explicar o que são proposições.

4. Analisar exemplos, distinguindo frases que expressam proposições de frases que não expressam.

5. Explicar o que são ambiguidades e porque é importante evitá-las.

6. Distinguir proposições simples e compostas.

7. Explicar o que é um operador proposicional.

8. Explicar o que são operadores proposicionais verofuncionais e não verofuncionais.

9. Analisar exemplos, identificando os operadores proposicionais verofuncionais e os não verofuncionais.

10. Conhecer os operadores verofuncionais: negação, conjunção, disjunção (inclusiva e exclusiva), condicional ebicondicional.

11. Reescrever frases de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

12. Formalizar proposições.

13. Conhecer e compreender a tabela de verdade de cada operador proposicional.

14. Explicar e exemplificar o que são condições suficientes e condições necessárias.

15. Determinar as condições de verdade de proposições compostas através da construção de tabelas de verdade.

16. Distinguir tautologias, contradições e continências.

Natureza das questões:

Escolha múltipla, questões de resposta curta e exercícios de lógica.

Para estudar:

Páginas usadas ou referidas na aula do manual adotado.

PDF com a tabela explicativa e exemplificativa das conetivas.

O que estuda a lógica?

Ambiguidade sintática

Ambiguidades

Ambiguidade

Discutir ideias em vez de repetir frases

A negação de proposições condicionais (a parte explicada na aula)