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quinta-feira, 20 de março de 2014

Matriz do 4º Teste de Filosofia: turmas B e C do 10º ano

Aristóteles Kant Stuart Mill

 

Duração: 90 minutos

Objetivos:

1. Explicar o que é a Ética.

2. Explicar o que é um dilema moral.

3. Descrever os dilemas morais apresentados nas aulas.

4. Explicar em que consiste o problema da fundamentação da moral e relacionar as questões do bem último e da ação correta.

5. Explicar porque é que o Utilitarismo de Stuart Mil é uma ética consequencialista.

6. Explicar porque é que o Utilitarismo de Stuart Mil é uma ética hedonista.

7. Distinguir prazeres superiores e prazeres inferiores, segundo Stuart Mil.

8. Explicar o que é, segundo Stuart Mill, o princípio da utilidade.

9. Aplicar o princípio da utilidade a casos concretos e determinar se a ação em causa é moralmente correta ou incorreta.

10. Explicar porque é que, para o Utilitarismo de Stuart Mil, os deveres não são absolutos.

11. Explicar as objeções ao Utilitarismo de Stuart Mil estudadas.

12. Explicar o que entende Kant por boa vontade e porque a considera o bem último.

13. Distinguir ações contrárias ao dever, ações por dever e ações em conformidade ao dever (motivadas por sentimentos e motivadas pelo interesse).

14. Explicar porque é que, para Kant, a intenção é que confere valor moral às ações.

15. Explicar o que é, segundo Kant, o imperativo categórico.

16. Explicar a primeira fórmula (chamada fórmula da lei universal) do imperativo categórico.

17. Explicar a segunda fórmula (chamada fórmula da humanidade) do imperativo categórico.

18. Aplicar as duas fórmulas do imperativo categórico a casos concretos e determinar se a ação em causa é moralmente correta ou incorreta.

19. Explicar porque é que, para Kant, os deveres são absolutos.

20. Distinguir imperativo categórico e imperativo hipotético.

21. Distinguir autonomia e heteronomia.

22. Explicar as objeções à Ética Deontológica de Kant estudadas.

23. Comparar o Utilitarismo de Stuart Mil e a Ética Deontológica de Kant e discutir qual delas é mais plausível.

Nota: os alunos devem conhecer exemplos ilustrativos das ideias referidas.

Links:

Qual é o critério da moralidade?

O utilitarismo: ideias básicas

Apontamento sobre o Utilitarismo

Argumentos contra o utilitarismo

Um prazer superior

As teorias éticas de Kant e Stuart Mill: ideias fundamentais

Quando é que as nossas ações têm valor moral?

Quais são as acções que têm valor moral?

Agir bem para evitar problemas

Por dever ou apenas em conformidade ao dever?

Qual dos personagens, o Calvin ou a Susie, está a agir de acordo com o princípio kantiano da moralidade?

As pessoas não são instrumentos

Os imperativos de Kant

Devemos mentir para salvar a vida de um amigo? – Não, diz Kant (1)

Devemos mentir para salvar a vida de um amigo? – Não, diz Kant (2)

Tem que se fazer justiça, nem que o céu desabe

Complementar:

Qual é a ação correta?

Qual é o mal de mentir?

SACRIFICAVAS UMA VIDA PARA SALVAR 200?

Um dilema moral da Medicina

Discussão de um dilema moral: qual seria a ação correta?

Cumprir o dever pelo dever: um exemplo

BOM TRABALHO!

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Matriz do 3º teste de Filosofia: turmas B e C do 10º ano

relativismo cultural

Objetivos:

1. Discutir o problema do livre-arbítrio e justificar a opinião própria sobre o assunto.

2. Explicar o que é a Ética.

3. Distinguir Metaética, Ética Normativa e Ética Aplicada.

4. Explicar o que são valores.

5. Distinguir juízos de facto e juízos de valor.

6. Perceber o problema da objetividade dos juízos de valor morais.

7. Explicar a tese defendida pelo Subjetivismo moral.

8. Explicar os argumentos a favor do Subjetivismo moral.

9. Explicar as objeções ao Subjetivismo moral.

10. Explicar os conceitos de cultura, diversidade cultural e etnocentrismo.

11. Explicar a tese defendida pelo Relativismo cultural.

12. Explicar os argumentos a favor do Relativismo cultural.

13. Explicar as objeções ao Relativismo cultural.

14. Explicar a tese defendida pelo Objetivismo moral.

15. Explicar os argumentos a favor do Objetivismo moral.

16. Explicar as objeções ao Objetivismo moral.

17. Comparar e discutir as três teorias.

18. Justificar a opinião própria sobre o problema da objetividade dos juízos de valor morais.

19. Construir argumentos válidos a partir de ideias apresentadas.

20. Conhecer exemplos ilustrativos das ideias referidas.

Duração: 90 minutos.

Leituras:

Páginas indicadas do manual 50 Lições de Filosofia e do Caderno do Estudante.

Problema do livre-arbítrio: Matriz do 3º mini teste: turmas B e C do 10º ano 

Subjetivismo moral:

Onde está o mal?
Subjetivismo moral: a moralidade é algo muito pessoal

Relativismo cultural:

O que é a cultura?

A diversidade do vestuário

Capacidade de adaptação

O que vamos almoçar: larvas ou sardinhas?

Nós…
O bem e o mal dizem apenas respeito à sociedade e à cultura?
Enterrar viva uma pessoa é errado ou isso é relativo?
Uma tradição admissível, segundo os relativistas culturais
A tolerância não implica o relativismo
A ideia de que todas as ideias são preconceituosas não será também preconceituosa?
Qual é, afinal, a tradição?

Se há progresso moral, o relativismo é falso

Algumas regras morais são universais

Objetivismo moral:

A divergência de opiniões é incompatível com a objetividade?
Tem razão quem se apoiar nas melhores razões
Objectivismo Moral
relativismo cultural no tribunal

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Matriz do 3º mini teste: turmas B e C do 10º ano

O problema do livre-arbítrio

Ao estudar para o mini teste tenha em conta estas questões:

 

1.   Qual é o problema do livre-arbítrio?

2.   Que teses defende o Determinismo Radical?

3.   Que argumentos tem o Determinismo Radical?

4.   Que objeções se podem fazer ao Determinismo Radical?

5.   Que teses defende o Libertismo?

6.   Que argumentos tem o Libertismo?

7.   Que objeções se podem fazer ao Libertismo?

8.   Que teses defende o Determinismo Moderado?

9.   Que argumentos tem o Determinismo Moderado?

10. Que objeções se podem fazer ao Determinismo Moderado?

11. Qual das teorias lhe parece mais plausível? Porquê?

12. Na sua opinião há ou não há livre-arbítrio? Porquê?

Links:

Obrigatórios:

Pêssegos e duelos: exemplos ilustrativos do problema do livre-arbítrio

O Determinismo

Argumentos a favor do Libertismo

O livre-arbítrio existe, pois temos consciência dele

O livre-arbítrio é uma criação humana e… existe!

Baixar a fasquia: uma objecção ao Determinismo Moderado

Possibilidades Alternativas: uma objecção ao Determinismo Moderado

Fortemente aconselhados:

Formulação do problema do livre-arbítrio (1)

A resposta do determinismo radical (2)

A resposta do libertismo (3)

Na opinião dos alunos, existe ou não livre arbítrio?

Se o determinismo radical for verdadeiro, salvar 155 pessoas não tem qualquer mérito

Vídeos: Sobre o livre arbítrio 

Aconselhados:

Tive, por acaso, possibilidades de escolha?

Contradição !?

Livre-arbítrio e responsabilidade moral: duas situações

Terá o determinista radical razão?

Vídeo: Free will (Livre-arbítrio)

sábado, 30 de novembro de 2013

Matriz do 2º teste do 10º ano: turmas B e C

bifurcacao

Duração: 90 minutos

Objetivos *:

1. Efetuar a negação de proposições apresentadas.

2. Distinguir condições suficientes e necessárias.

3. Explicar o que é uma definição explícita.

4. Distinguir definições implícitas de definições explícitas.

5. Distinguir boas e más definições explícitas.

6. Explicar o que é um raciocínio.

7. Distinguir raciocínios de não raciocínios.

8. Identificar as premissas e a conclusão de raciocínios.

9. Identificar as premissas ocultas de entimemas.

10. Colocar raciocínios na expressão canónica.

11. Relacionar raciocínios e argumentos.

12. Distinguir validade dedutiva de validade não dedutiva.

13. Explicar o que são generalizações e previsões.

14. Avaliar raciocínios dedutivos, distinguindo os válidos dos inválidos.

15. Distinguir a afirmação da antecedente e a negação da consequente de formas de raciocínio inválidas como a negação da antecedente e a afirmação da consequente.

16. Construir argumentos válidos a partir de frases dadas.

17. Explicar o que é um argumento sólido.

18. Explicar o que é uma ação.

19. Distinguir ações de não ações.

20. Distinguir ações que envolvem deliberação de ações que não envolvem deliberação.

21. Explicar a diferença entre deliberação racional e deliberação não racional.

22. Esclarecer o conceito de determinismo.

23. Esclarecer o conceito de livre-arbítrio.

24. Explicar qual é o problema do livre-arbítrio.

25. Explicar quais são as teses defendidas pelo Determinismo Radical.

26. Explicar os argumentos do Determinismo Radical.

27. Explicar as objeções ao Determinismo Radical estudadas.

28. Discutir: o que é mais plausível os argumentos do Determinismo Radical ou as objeções?

Links:

Os links indicados na Matriz do 2º mini teste.

Pêssegos e duelos: exemplos ilustrativos do problema do livre-arbítrio
O Determinismo
Se o determinismo radical for verdadeiro, salvar 155 pessoas não tem qualquer mérito

Posts úteis, embora não usados nas aulas:

Formulação do problema do livre-arbítrio (1)
Sobre o livre arbítrio
Terá o determinista radical razão?

* Tendo em conta que a turma B fará o teste alguns dias depois da turma C, serão ainda acrescentados alguns objetivos.

a suposta ilusão do Livre Arbitrio

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Matriz do 2º mini teste: turmas B e C do 10º ano

Modus ponens afirmação da antecedente

Duração: 40 minutos.

Objetivos:

1. Efetuar a negação de proposições apresentadas.

2. Distinguir condições suficientes e necessárias.

3. Distinguir definições implícitas de definições explícitas.

4. Distinguir boas e más definições explícitas.

5. Distinguir raciocínios de não raciocínios.

6. Identificar as premissas e a conclusão de raciocínios.

7. Identificar as premissas ocultas de entimemas.

8. Colocar raciocínios na expressão canónica.

9. Relacionar raciocínios e argumentos.

10. Distinguir validade dedutiva de validade não dedutiva.

11. Compreender o que são generalizações e previsões.

12. Avaliar raciocínios dedutivos, distinguindo os válidos dos inválidos.

13. Distinguir a afirmação da antecedente e a negação da consequente de formas de raciocínio inválidas como a negação da antecedente e a afirmação da consequente.

14. Construir raciocínios válidos a partir de frases dadas.

15. Compreender o que é um raciocínio sólido.

Para estudar: as páginas indicadas nas aulas do manual “50 Lições de Filosofia”, os PDF´s usados e as seguintes ligações.

Ligações:

Identificação, classificação e negação de proposições

A negação de proposições condicionais

Condições necessárias e suficientes: análise de um exemplo

O que é um argumento?

Onde está a conclusão?

Entimema: conceito e exemplos grecia turismo

A relação entre verdade e validade

Afirmação da antecedente e negação da consequente

Argumento dedutivo ou não dedutivo? (Exemplos A, B, C e D)

Diga-me o que pode deduzir?

Posts úteis, embora não usados nas aulas:

Validade dedutiva

Generalizações e previsões