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terça-feira, 24 de novembro de 2020

Matriz do 2º teste do 11º ano

Nils Forsberg: Dispute of Queen Cristina Vasa and René Descartes

Ano letivo: 2020/2021

Duração: 90 minutos.

Estrutura: contém itens de escolha múltipla, correspondências, itens de ordenação, itens de resposta curta, itens de resposta restrita e itens de resposta extensa.

Objetivos:
  1. Explicar o que é a Epistemologia.
  2. Diferenciar os vários tipos de conhecimento (conhecimento prático, conhecimento por contacto e conhecimento proposicional).
  3. Apresentar a definição tradicional de conhecimento.
  4. Mostrar porque é que a crença é uma condição necessária do conhecimento.
  5. Mostrar porque é que a verdade é uma condição necessária do conhecimento.
  6. Mostrar porque é que a justificação é uma condição necessária do conhecimento.
  7. Mostrar porque é que cada uma dessas condições isoladas ou agrupadas duas a duas não constituem condições suficientes do conhecimento.
  8. Explicar o que é o cepticismo e distinguir o ceticismo moderado e o ceticismo radical.
  9. Mostrar qual é, segundo o ceticismo radical, o problema da justificação.
  10. Discutir se o ceticismo radical se autorrefuta.
  11. Explicar em que consiste o argumento cético dos enganos percetivos.
  12. 12. Explicar em que consiste o argumento cético da regressão infinita da justificação.
  13. Conhecer alguns cenários céticos: sermos um cérebro numa cuba, a vida ser um sonho, a situação descrita no filme Matrix, etc.
  14. Mostrar em que medida o ceticismo lança um desafio a quem se afirma detentor conhecimento.
  15. Mostrar como é que Descartes tentou responder ao desafio cético.
  16. Explicar o que é a dúvida metódica.
  17. Explicar por que razão Descartes tinha como objetivo encontrar uma crença indubitável e básica.
  18. Indicar quais são as principais etapas do percurso da dúvida metódica.
  19. Mostrar porque é que Descartes recorreu à hipótese da vida ser um sonho.
  20. Mostrar porque é que Descartes recorreu à hipótese do Génio Maligno.
  21. Mostrar porque é que Descartes considera o Cogito como indubitável.
  22. Mostrar como é que o argumento da marca tenta provar a existência de Deus.
  23. Explicar em que consiste o critério das ideias claras e distintas.
  24. Mostrar qual é a função de Deus no sistema cartesiano.
  25. Explicar a objeção segundo a qual Descartes foi incoerente ao considerar a existência de Deus como provada.
  26. Explicar a objeção que diz: “criar a ideia de perfeição é diferente de criar a própria perfeição”.
  27. Explicar a objeção do círculo cartesiano.
  28. Avaliar e discutir a tentativa feita por Descartes para refutar o ceticismo e fundamentar o conhecimento.

O aluno deve conhecer exemplos ilustrativos de cada um dos tópicos.

Para estudar:

Fotocópias.
Fichas de trabalho e outros PDF’s colocados na Classroom.
Imagens mostradas nas aulas e colocadas na Classroom.

No blogue Dúvida Metódica:

Tipos de conhecimento (imagens com exemplos)

 

O Deco não percebe nada de Epistemologia (exemplo)

Um “sinal de Deus” será uma boa justificação?  (exemplo)

 

Uma dúvida inspiradora para os alunos do 11º ano (cartoon)


Algumas imagens que nos levam a duvidar dos nossos olhos e o cepticismo radical (vídeo com exemplos)


A minha vida é real: conhecimento ou mera crença? (
explicação do desafio cético e experiência mental do cérebro numa cuba)

 

2 Podcasts sobre Descartes: “Descartes: em busca da verdade indiscutível” e “Descartes: sair do rochedo solitário” (da autoria do professor Carlos Café)

 

O caro leitor não está a ler (noção de contradição pragmática)

 

Cartoons cartesianos

Vejo, logo aprendo (vídeos sobre Descartes)

 

Penso, logo não cozinho! (cartoon)

 

A vida será um sonho?

Objecção a Descartes: o Cogito é um entimema e não uma crença básica


domingo, 18 de outubro de 2020

Matriz do 1º teste do 11º ano: turmas E e F

Pintura de Augustus Edwin Mulready



Ano letivo: 2020-2021

Duração: 90 minutos

Temas: Filosofia Política (Recuperação de aprendizagens), Epistemologia.

Objetivos:

1. Dar exemplos de problemas de filosofia política.

2. Explicar em que consiste o problema da justiça distributiva.

3. Esclarecer o que é o capitalismo e o que é o comunismo.

4. Explicar, de acordo com Rawls, os conceitos de posição original e véu de ignorância.

5. Explicar cada um dos princípios de justiça propostos por Rawls.

6. Mostrar porque é que, de acordo com Rawls, o princípio da liberdade tem primazia sobre os outros.

7. Mostrar em que medida Rawls defende algumas ideias kantianas.

8. Mostrar porque é que Rawls rejeita o utilitarismo.

9. Explicar a regra maximin.

10. Analisar e discutir o argumento segundo o qual a distribuição da riqueza não se deve basear em fatores moralmente arbitrários.

11. Explicar em que medida a teoria de Rawls tenta conciliar a igualdade e a liberdade individual.

12. Explicar a teoria de Nozick (direitos invioláveis, crítica aos impostos, estado mínimo…) e mostrar em que medida constitui uma tentativa de refutar a teoria de Rawls.

13. Mostrar em que medida Nozick defende algumas ideias kantianas.

14. Explicar a teoria de Michael Sandel (importância da comunidade, eu situado…) e mostrar em que medida constitui uma tentativa de refutar a teoria de John Rawls.

15. Explicar outras objeções à teoria de Rawls.

16. Comparar a teoria de Rawls com as teorias de Nozick e de Sandel e discutir qual é a teoria mais plausível.

17. Defender uma opinião acerca do problema da justiça distributiva.

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18. Explicar o que é a Epistemologia.

19. Diferenciar os vários tipos de conhecimento (conhecimento prático, conhecimento por contacto e conhecimento proposicional).


Natureza das questões:

Escolha múltipla, correspondências, questões de resposta curta e uma questão de resposta extensa.

Para estudar:

No manual: partes assinaladas das páginas 166, 168, 169, 170, 174 (problema da justiça distributiva).

PDF´s e Fotocópias

No blogue Dúvida Metódica (opcional):