“As nossas crenças mais justificadas não têm qualquer outra garantia sobre a qual assentar, senão um convite permanente ao mundo inteiro para provar que carecem de fundamento.” John Stuart Mill
sábado, 10 de março de 2012
sexta-feira, 9 de março de 2012
Para estudar as teorias éticas de Kant e Stuart Mill
A imagem foi tirada daqui.
A. Links para textos e fichas de trabalho do Dúvida Metódica:
- Cumprir o dever pelo dever: um exemplo
- Agir bem para evitar problemas
- Quais são as ações que têm valor moral?
- Qual dos personagens, o Calvin ou a Susie, está a agir de acordo com o princípio kantiano da moralidade?
- As pessoas não são instrumentos
- Como se formula, na linguagem de Kant, o princípio que o Manelinho encontra escrito no livro?
- Devemos mentir para salvar a vida de um amigo? – Não, diz Kant (1)
- Devemos mentir para salvar a vida de um amigo? – Não, diz Kant (2)
- Três minutos com Kant
- “Mentiras boas” e outras objeções à ética kantiana
- Qual é o critério da moralidade?
- O utilitarismo: ideias básicas
- Argumentos contra o utilitarismo
B. Exercícios para resolver e questões para discutir:
As teorias éticas de Kant e Stuart Mill: ideias fundamentais
Ética: fichas de trabalho sobre Kant e Stuart Mill
Para discutir na primeira aula de Filosofia
Bem-vindos à discussão dos problemas filosóficos :)
Preparação para o teste intermédio de Filosofia - 2
Teste intermédio de Filosofia: enunciado, resolução e critérios de correcção
C. Para os mais curiosos, que querem saber ainda mais sobre Kant e Mill, sugiro links para alguns dos artigos disponíveis na Crítica, revista de Filosofia online (estas leituras não são obrigatórias para o teste).
A ética de Kant
A teoria moral de Kant
A ética de John Stuart Mill
John Stuart Mill (1806–1873)
Bom estudo! :)
quinta-feira, 8 de março de 2012
Elas e ela
No Dia Internacional da Mulher, deixo uma sugestão: a leitura de um artigo do jornal Público de ontem sobre um estudo realizado pelo INE (Instituto Nacional de Estatística) acerca da situação das mulheres portuguesas.
"As mulheres portuguesas são mais pobres, porque têm taxas de desemprego mais elevadas. Vivem mais, em média até aos 82 anos, e têm filhos cada vez mais tarde. As que estão presas têm vindo a diminuir, mas aumentam as que são vítimas de crimes. Em profissões como a Medicina estão em maioria, como, de resto, entre a população: são 5,5 milhões, ou seja, 52,2% portuguesa. Eis um retrato estatístico no feminino.
Na véspera do Dia Internacional da Mulher, o Instituto Nacional de Estatística (INE) pôs-se a fazer as contas no feminino e concluiu, por exemplo, que a relação de feminilidade se alterou na última década: passou de 107,1 para 109,2 mulheres por cada cem homens. O maior aumento foi no grupo etário dos 75 e mais anos: em dez anos passamos a ter mais 27,3% de mulheres nessa faixa etária.
Em 2010, a idade média das mulheres ao primeiro casamento era de 29,2 anos. Antes disso, têm o primeiro filho - aos 28,9 anos - o que traduz um adiamento da maternidade em 2,4 anos face ao que se passava em 2000. Eventualmente porque têm menos filhos (1,37 crianças em 2011), as mulheres representam 63,8% da população que vive só."
Para continuar a ler este artigo do jornal Público, pode ver AQUI.
quarta-feira, 7 de março de 2012
A divergência de opiniões é incompatível com a objetividade?
Para defender a ideia de que os juízos morais são subjetivos argumenta-se que as pessoas, individualmente consideradas, discordam imenso acerca deles. Para defender a ideia de que os juízos morais são culturalmente relativos argumenta-se que as diversas sociedades têm normas e valores morais muito diferentes. E em ambos os casos nega-se que existam verdades objetivas na ética.
Contudo, o facto de em relação a um assunto Y existirem divergências de opinião implicará que não possam existir verdades objetivas acerca de Y? Esse facto implicará que os juízos feitos acerca de Y sejam subjetivos ou então culturalmente relativos? Esse facto impedirá que se possam avançar ideias acerca de Y compreensíveis e aceitáveis em qualquer sociedade e por qualquer indivíduo capaz de pensar?
Suponha que Y é uma questão científica como, por exemplo, a idade do planeta Terra ou a causa da SIDA. Depois, suponha que Y é uma questão ética como, por exemplo, a excisão ou a violência doméstica. Há, naturalmente, bastantes diferenças entre a ciência e a ética, mas serão elas suficientes para impedir que as respostas às perguntas anteriores sejam semelhantes quer Y seja um assunto científico quer Y seja um assunto ético?