quarta-feira, 16 de setembro de 2015

Então e os direitos humanos?

refugiados

O que a Declaração Universal dos Direitos Humanos diz acerca dos refugiados é muito claro.

“Artigo 13.º

1. Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado.

2. Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país.

Artigo 14.º

1. Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em outros países.”

segunda-feira, 14 de setembro de 2015

E se, de repente, pudesse realizar todos os seus desejos?

Uma comédia, inteligente e hilariante, que está em exibição nos cinemas portugueses. Vale mesmo a pena ver.

O final do filme é... surpreendente!

SINOPSE:
"O destino do mundo está literalmente na mão de um homem cujas ações podem levar à sobrevivência do planeta Terra ou à sua destruição absoluta. O problema é que ele não faz a mínima ideia…
Sharon (John Cleese), Kylie (Terry Jones), Janet (Michael Palin) e Maureen (Terry Gilliam) compõem o Conselho Intergaláctico, um grupo desagradável de criaturas alienígenas que decidiram que a Terra e os seus habitantes deverão ser suprimidos. Mas a lei intergaláctica afirma que, antes de uma ordem de destruição, os habitantes do planeta têm uma última hipótese de salvação. De forma aleatória, deverá ser escolhido um terráqueo a quem é dado o poder absoluto para fazer qualquer coisa, apenas com um aceno de mão.
E assim, Neil Clarke (Simon Pegg), um modesto e desiludido professor, apaixonado pela vizinha Catherine (Kate Beckinsale), descobre ter poderes mágicos que lhe permitem tudo, desde calar os alunos na sala de aula a trazer pessoas de volta à vida. Mas o uso destas habilidades gera uma série de infortúnios a Neil e ao seu cão, Dennis (dobrado por Robin Williams)."

Informação retirada DAQUI

quarta-feira, 9 de setembro de 2015

Encontro com professores na Gulbenkian: 29 de setembro

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Para mais informações, ver AQUI.

A entrada é gratuita, mas requer inscrição prévia.

Inscrição até 24 de setembro, através do preenchimento da ficha de inscrição.

Faça o DOWNLOAD AQUI, preencha-a e reenvie-a para descobrir@gulbenkian.pt.

segunda-feira, 24 de agosto de 2015

A diferença entre educação (moral) e doutrinação

A Lição de Salazar Uma casa portuguesa Deus Pátria Família

«A educação moral genuína (…) não é o que os políticos têm em mente quando pensam em transmitir, por exemplo, “valores ecológicos” às crianças, ou quando pensam na “educação para a cidadania”. Este género de educação é doutrinação, e não educação moral. A genuína educação moral é ensinar a raciocinar em termos de fins e meios, a ponderar razões e a justificar corretamente o que valorizamos – em suma, ensinar a pensar eticamente, e não ensinar a repetir slogans ecológicos, igualitários, nacionalistas, multiculturalistas ou outros.»

Desidério Murcho, 7 ideias filosóficas que toda a gente devia conhecer, Bizâncio, Lisboa, 2011, pág. 55.

segunda-feira, 20 de julho de 2015

O fim de uma tradição da Escola Secundária Pinheiro e Rosa

Estátua de Sócrates, um filósofo ateniense (469 A.C - 399 A.C) do período clássico da Grécia Antiga.

Desde que há testes intermédios e exames nacionais na disciplina de Filosofia que os autores deste blogue (apenas um deles é agora professor na ESPR, eu) descrevem aqui os resultados obtidos e refletem acerca destes. Ver por exemplo AQUI, AQUI e AQUI.

Este ano o exame nacional de Filosofia da 1ª Fase foi acessível, as questões estavam formuladas com clareza e correção, tal como os critérios, e incidiam em conteúdos programáticos relevantes. Contudo, e pela primeira vez, quebrou-se uma tradição de anos da Pinheiro e Rosa: classificações positivas no exame (uma das disciplinas com melhores resultados na escola) e acima da média nacional (ver posts deste blogue de anos anteriores: 2014, 2013 e 2012).

Este ano a média obtida pelos alunos internos da escola foi de 9,12 e a média das classificações atribuídas pelos professores (a classificação interna) foi 12,8. A diferença entre esta e as médias obtidas no exame foi de 3,68. A média nacional obtida pelos alunos internos foi de 10,8 (ver informação IAVE).

Vinte e cinco alunos da escola fizeram o exame como internos. Desses vinte e cinco só quatro eram meus alunos (tive apenas uma turma do 11º, de ciências, com vinte alunos). A média que obtiveram foi de 11,75 e a diferença entre as classificações internas e a do exame foi de 2,5 valores. Os outros vinte e um não eram meus alunos.

Este blogue (que começou em 2008) e os resultados dos exames nacionais na disciplina de Filosofia têm contribuído para divulgar a imagem da ESPR. Para quem tem investido muito tempo na divulgação da escola e da disciplina, para não falar na preparação das aulas, os resultados negativos deste ano produzem alguma tristeza. Muita tristeza, na verdade.

Ensinada de forma adequada a filosofia é intelectualmente estimulante e tem um papel fundamental, diria mesmo insubstituível, na formação dos alunos do secundário. Não é, além disso, uma disciplina muito difícil e não há nenhuma razão para os alunos não terem classificações positivas num exame - se, repito, for adequadamente ensinada e estudada.