“As nossas crenças mais justificadas não têm qualquer outra garantia sobre a qual assentar, senão um convite permanente ao mundo inteiro para provar que carecem de fundamento.” John Stuart Mill
segunda-feira, 17 de junho de 2019
sexta-feira, 14 de junho de 2019
Preparação para o Exame Nacional de Filosofia: enunciados e critérios de correção
segunda-feira, 10 de junho de 2019
A moralidade muda

«A moralidade é passada de geração em geração sem ser muito questionada. Mas pode mudar. Em tempos, a maioria das pessoas pensava que nada havia de errado em observar um urso a ser despedaçado por uma matilha de cães – dava um esplêndido dia de lazer para toda a família. Hoje, ficamos mais alarmados e perturbados com a crueldade desnecessária com os animais e pensamos que a perseguição aos ursos é uma coisa errada. Muitos de nós hoje pensam que a caça à raposa é provavelmente também cruel. E a maioria das pessoas deixou de pensar que a homossexualidade é perversa. Parece que a sociedade progrediu. Mas não há razão para nos tornarmos demasiado complacentes. Os seres humanos não estão necessariamente a ficar demasiado agradáveis, ano após ano. Ainda fazemos coisas más. E continuam a surgir novos problemas morais com que não sabemos lidar. Deveríamos permitir que o governo prendesse as pessoas sem julgamento, no caso de serem terroristas? Deveríamos permitir que torturassem suspeitos para obter mais informações?
Então, porque mudam desta maneira as crenças morais? De onde vêm, já agora?»
Dave Robinson, Ética no Quotidiano – Guia Prático, Gradiva, Lisboa, maio de 2019, pp. 9-10.
Algumas pessoas consideram que, dos factos referidos por Dave Robinson, se infere que a moral é relativa. Mas não é o caso do próprio autor: após a passagem citada ele acrescenta que dizer que as crenças morais vêm da sociedade “é a resposta fácil”.
Vale a pena ler mais!
segunda-feira, 20 de maio de 2019
Matriz do 6º teste do 10º ano
Ano letivo: 2018-2019
Duração: 90 minutos
Objetivos:
1. Dar exemplos de problemas de filosofia política.
2. Explicar em que consiste o problema da justiça distributiva.
3. Esclarecer o que é o capitalismo e o que é o comunismo.
4. Explicar, de acordo com Rawls, os conceitos de posição original e véu de ignorância.
5. Explicar cada um dos princípios de justiça propostos por Rawls.
6. Mostrar porque é que, de acordo com Rawls, o princípio da liberdade tem primazia sobre os outros.
7. Mostrar em que medida Rawls defende ideias kantianas.
8. Mostrar porque é que Rawls rejeita o utilitarismo.
9. Explicar a regra maximin.
10. Analisar e discutir o argumento segundo o qual a distribuição da riqueza não se deve basear em fatores moralmente arbitrários.
11. Explicar em que medida a teoria de Rawls tenta conciliar a igualdade e a liberdade individual.
12. Mostrar em que medida a teoria de Nozick constitui uma tentativa de refutar a teoria de Rawls.
13. Mostrar em que medida Nozick defende ideias kantianas.
14. Explicar as objeções à teoria de Nozick estudadas.
15. Explicar outras objeções à teoria de Rawls.
16. Comparar a teoria de Rawls com a teoria de Nozick e com outras críticas e discutir qual é a teoria mais plausível.
17. Defender uma opinião acerca do problema da justiça distributiva.
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18. Explicar os conceitos de determinismo e de livre-arbítrio.
19. Explicar qual é o problema do livre-arbítrio.
20. Apresentar a tese defendida pelo determinismo radical.
21. Explicar as razões a favor do determinismo radical.
22. Explicar as objeções ao determinismo radical estudadas.
23. Confrontar o determinismo radical com as objeções estudadas.
24. Apresentar a tese defendida pelo libertismo.
Natureza das questões:
Escolha múltipla, correspondências, questões de resposta curta e uma questão de resposta extensa.
Para estudar:
No manual: partes assinaladas das páginas 166, 168, 169, 170, 174 (problema da justiça distributiva), 65, 75, 90 (problema do livre-arbítrio).
PDF´s e Fotocópias
Livre-arbítrio: uma ilusão? (Vídeo)
Opcional:
Desigualdade social: a história de Richard e Paula (1) (banda desenhada)
Desigualdade social: a história de Richard e Paula (2) (banda desenhada)
O véu da ignorância: vídeo
Cinco ideias centrais sobre Rawls (esquema)
Pêssegos e duelos: exemplos ilustrativos do problema do livre-arbítrio
Tive, por acaso, possibilidades de escolha? (exemolo, excerto de um romance)
Um homem livre que não acreditava no livre-arbítrio
Na opinião dos alunos, existe ou não livre arbítrio? (trabalhos de alunos)
Matriz do 5º teste do 11º ano
Ano letivo: 2018-2019
Duração: 90 minutos
Objetivos:
1. Distinguir religiões monoteístas de religiões politeístas.
2. Explicar a a conceção teísta de Deus.
3. Distinguir o ateísmo do agnosticismo.
4. Distinguir a abordagem racional do problema da existência de Deus da fé.
5. Enunciar o problema da existência de Deus.
6. Explicar o argumento do desígnio.
7. Explicar as objeções estudadas ao argumento do desígnio.
8. Explicar o argumento da causa primeira.
9. Explicar as objeções estudadas ao argumento da causa primeira.
10. Explicar o argumento ontológico.
11. Explicar as objeção estudada ao argumento ontológico.
12. Explicar o problema do mal e o modo como este permite questionar a existência de Deus.
13. Explicar as respostas ao problema do mal.
14. Comparar e confrontar os argumentos a favor e contra a existência de Deus.
15. Defender uma tese acerca do problema da existência de Deus.
Natureza das questões:
Escolha múltipla, questões de resposta curta e uma questão de resposta extensa.
Para estudar:
Fotocópias
Opcional:
Se o mundo tivesse 100 pessoas: estatísticas interessantes
A objecção de Kant ao argumento ontológico: a existência não é um predicado
Se Deus existe porque é que acontecem coisas tão más?
