segunda-feira, 20 de maio de 2019

Matriz do 5º teste do 11º ano

Ano letivo: 2018-2019

Duração: 90 minutos

Objetivos:

1. Distinguir religiões monoteístas de religiões politeístas.

2. Explicar a a conceção teísta de Deus.

3. Distinguir o ateísmo do agnosticismo.

4. Distinguir a abordagem racional do problema da existência de Deus da fé.

5. Enunciar o problema da existência de Deus.

6. Explicar o argumento do desígnio.

7. Explicar as objeções estudadas ao argumento do desígnio.

8. Explicar o argumento da causa primeira.

9. Explicar as objeções estudadas ao argumento da causa primeira.

10. Explicar o argumento ontológico.

11. Explicar as objeção estudada ao argumento ontológico.

12. Explicar o problema do mal e o modo como este permite questionar a existência de Deus.

13. Explicar as respostas ao problema do mal.

14. Comparar e confrontar os argumentos a favor e contra a existência de Deus.

15. Defender uma tese acerca do problema da existência de Deus.

Natureza das questões:

Escolha múltipla, questões de resposta curta e uma questão de resposta extensa.

Para estudar:

Fotocópias

Opcional:

Se o mundo tivesse 100 pessoas: estatísticas interessantes
A objecção de Kant ao argumento ontológico: a existência não é um predicado

Se Deus existe porque é que acontecem coisas tão más?

O homem que foi visitado por Deus (vídeo humorístico)
O problema do mal em versão light, ou very light (vídeo humorístico)

terça-feira, 7 de maio de 2019

quarta-feira, 20 de março de 2019

O dever de ajudar


Este argumento não foi escrito a propósito de Moçambique e das cheias que já mataram mais de 200 pessoas e deixaram milhares de outras a precisar de ajuda urgente. Mas podia ter sido. Chamo a atenção para a terceira premissa.

Primeira premissa: O sofrimento e a morte por falta de alimento, abrigo e cuidados médicos são maus.
Segunda premissa: Se está em seu poder impedir que algo mau aconteça, sem sacrificar nada de importância semelhante, é errado não o fazer.
Terceira premissa: Ao contribuir para organizações humanitárias pode prevenir o sofrimento e a morte por falta de alimento, abrigo e cuidados médicos, sem sacrificar nada de importância semelhante.
Conclusão: Se não fizer contribuições a organizações humanitárias está a fazer algo de errado.

Peter Singer, A Vida Que Podemos Salvar, Gradiva, Lisboa, 2011, pp. 31–32.

domingo, 17 de março de 2019

Matriz do 5º teste do 10º ano

kant e mill

Ano letivo: 2018/2019

Duração: 90 minutos.

Estrutura: contém itens de escolha múltipla, itens de resposta curta, itens de resposta restrita e itens de resposta extensa.

Objetivos:

1. Explicar em que consiste o problema da fundamentação da moral.

2. Explicar porque é que o utilitarismo de Stuart Mil é uma ética consequencialista.

3. Explicar porque é que o utilitarismo de Stuart Mil é uma ética hedonista.

4. Distinguir prazeres inferiores e superiores.

5. Explicar o que é, segundo Stuart Mill, o princípio da utilidade.

6. Aplicar o princípio da utilidade a casos concretos e determinar se a ação em causa é moralmente correta ou incorreta.

7. Explicar porque é que, para o utilitarismo de Stuart Mil, os deveres não são absolutos.

8. Explicar porque é que o utilitarismo não é uma ética relativista.

9. Explicar as objeções ao utilitarismo de Stuart Mil estudadas.

10. Explicar porque é que a ética defendida por Kant é deontológica.

11. Explicar o que é, segundo Kant, o imperativo categórico.

12. Explicar a primeira fórmula (chamada fórmula da lei universal) do imperativo categórico.

13. Explicar a segunda fórmula (chamada fórmula da humanidade) do imperativo categórico.

14. Aplicar as duas fórmulas do imperativo categórico a casos concretos e determinar se a ação em causa é moralmente correta ou incorreta.

15. Explicar porque é que ética deontológica não é uma ética relativista.

16. Distinguir ações contrárias ao dever, ações por dever e ações em conformidade ao dever (motivadas por sentimentos e motivadas pelo interesse).

17. Explicar porque é que, para Kant, o motivo é que confere valor moral às ações.

18. Distinguir imperativo categórico e imperativo hipotético.

19. Explicar porque é que, para Kant, os deveres são absolutos.

20. Explicar o que entende Kant por boa vontade.

21. Distinguir autonomia e heteronomia.

22. Explicar as objeções à ética deontológica de Kant estudadas.

23. Comparar e avaliar a ética de Stuart Mill e a ética de Kant.

24. Aplicar os conteúdos de lógica relevantes, nomeadamente as formas argumentativas válidas.

Para estudar:

- PDF´s.

- No manual: partes assinaladas das páginas 133, 134, 136, 137, 138, 145 e 151.

- No blogue Dúvida Metódica:

O eléctrico desgovernado: discussão de um dilema moral

Mentir é sempre errado? (exemplo em vídeo)

Apontamento sobre o Utilitarismo  (tópicos)

Os imperativos de Kant (esquema)

As pessoas não são instrumentos (exemplos da fórmula da humanidade)

Agir bem para evitar problemas (BD)

Por dever ou apenas em conformidade ao dever? (caso real)

Opcional

O imperativo categórico é consequencialista? (Objeção)
Três minutos com Kant (vídeo)
Discussão de um dilema moral: qual seria a ação correta? (exemplo real)
Ser livre é obedecer à lei moral (excertos deste texto foram incluídos num PDF sobre Kant)