quarta-feira, 28 de novembro de 2018

Matriz do 2º teste do 11º ano

David Hume

Ano letivo: 2018/2019

Duração: 90 minutos.

Estrutura: contém itens de escolha múltipla, correspondências, itens de ordenação, itens de resposta curta, itens de resposta restrita e itens de resposta extensa.

Objetivos:

1. Explicar o que é o empirismo.

2. Mostrar como Hume classifica e relaciona os diversos conteúdos mentais.

3. Explicar em que consiste o princípio da cópia.

4. Explicar a rejeição empirista das ideias inatas.

5. Distinguir as questões de facto e as relações de ideias.

6. Discutir a opinião de Hume de que nenhum conhecimento a priori é substancial.

7. Explicar o modo como Hume entende a causalidade.

8. Explicar as objeções à perspetiva de Hume acerca da causalidade

9. Explicar a análise feita por Hume ao problema da indução.

10. Mostrar porque é que David Hume se considera um cético moderado.

11. Comparar a perspetiva racionalista e a perspetiva empirista quanto ao problema da origem do conhecimento.

12. Avaliar e discutir as ideias de David Hume acerca do conhecimento.

Para estudar:

Fotocópias.

Fichas de trabalho enviadas por email.

No blogue Dúvida Metódica:

Cegos que começam a ver: impressões e ideias

O problema da causalidade

A crença na causalidade é instintiva

Sol vai nascer amanhã? Não podemos saber!

Three Minute Philosophy - David Hume e Descartes  (vídeo)

quarta-feira, 21 de novembro de 2018

Matriz do 2º teste do 10º (turmas D e E)

MPT

Ano letivo: 2018/2019

Duração: 90 minutos.

Estrutura: contém itens de escolha múltipla, correspondências, itens de resposta curta, itens de resposta restrita e um item de resposta extensa.

Objetivos:

1. Explicar o que é a lógica.

2. Explicar o que é uma proposição.

3. Distinguir frases que exprimem proposições de frases que não exprimem proposições.

4. Classificar proposições quanto à qualidade (afirmativas e negativas) e quanto à quantidade (universais, particulares e singulares).

5. Reescrever frases universais, particulares e singulares de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

6. Nomear e explicar as relações lógicas contidas no Quadrado da Oposição.

7. Determinar o valor de verdade de proposições dadas tendo em conta o Quadrado da Oposição.

8. Negar proposições universais, particulares e singulares.

9. Explicar o que é uma conetiva (ou operador) proposicional.

10. Distinguir proposições simples e compostas.

11. Nomear as conetivas proposicionais consideradas pela lógica proposicional: negação, conjunção, disjunção (inclusiva e exclusiva), condicional e bicondicional.

12. Identificar a forma canónica e algumas formas alternativas de cada conetiva proposicional.

13. Reescrever frases com conetivas proposicionais de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

14. Identificar e usar os símbolos representativos das conetivas proposicionais (constantes lógicas).

15. Saber o que são variáveis proposicionais.

16. Fazer o dicionário de proposições dadas.

17. Formalizar proposições dadas.

18. Reconhecer o âmbito das conetivas proposicionais usadas numa proposição.

19. Compreender a tabela de verdade de cada operador proposicional.

20. Compreender o que são condições suficientes e condições necessárias.

21. Determinar as condições de verdade de proposições compostas através da construção de tabelas de verdade.

22. Explicar o que são argumentos.

23. Distinguir argumentos e não argumentos.

24. Identificar as premissas e a conclusão de argumentos dados.

25. Descobrir premissas ocultas.

26. Colocar argumentos na expressão canónica.

27. Formalizar argumentos.

28. Distinguir a validade dedutiva e a validade não dedutiva.

29. Avaliar intuitivamente a validade ou invalidade de argumentos dedutivos.

30. Testar a validade de formas argumentativas através de inspetores de circunstâncias.

Para estudar:

Fotocópias.

PDF’s.

sexta-feira, 26 de outubro de 2018

Matriz do 1º teste do 10º ano

ssdfre

Ano letivo: 2018/2019

Duração do teste: 90 minutos.

Estrutura do teste: contém itens de escolha múltipla, correspondências, itens de resposta curta, itens de resposta restrita e um item de resposta extensa.

Objetivos:

1. Conhecer pelo menos oito exemplos de questões filosóficas.

2. Explicar porque é que as questões filosóficas são concetuais.

3. Explicar porque é que as questões filosóficas são básicas.

4. Explicar porque é que as questões filosóficas estão em aberto.

5. Distinguir questões filosóficas de questões não filosóficas em exemplos dados.

6. Mostrar porque é que a filosofia requer pensamento crítico.

7. Explicar o que é a lógica.

8. Explicar o que é uma proposição.

9. Distinguir frases que exprimem proposições de frases que não exprimem proposições.

10. Explicar o que são ambiguidades e distinguir ambiguidades semânticas e ambiguidades sintáticas.

11. Explicar porque é importante – na filosofia e noutras áreas do conhecimento - evitar ambiguidades.

12. Classificar proposições quanto à qualidade (afirmativas e negativas) e quanto à quantidade (universais, particulares e singulares).

13. Reescrever frases universais, particulares e singulares de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

14. Nomear e explicar as relações lógicas contidas no Quadrado da Oposição.

15. Determinar o valor de verdade de proposições dadas tendo em conta o Quadrado da Oposição.

16. Negar proposições universais, particulares e singulares.

17. Explicar o que é uma conetiva (ou operador) proposicional.

18. Distinguir proposições simples e compostas.

19. Nomear as conetivas proposicionais consideradas pela lógica proposicional: negação, conjunção, disjunção (inclusiva e exclusiva), condicional e bicondicional.

20. Identificar a forma canónica e algumas formas alternativas de cada conetiva proposicional.

21. Reescrever frases com conetivas proposicionais de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.

22. Identificar e usar os símbolos representativos das conetivas proposicionais (constantes lógicas).

23. Saber o que são variáveis proposicionais.

24. Fazer o dicionário de proposições dadas.

25. Formalizar proposições dadas.

26. Reconhecer o âmbito das conetivas proposicionais usadas numa proposição.

Para estudar:

Fotocópias (até à página 11) e PDF’s.

No blogue Dúvida Metódica:

O que é a filosofia?

Estudo da religião: a parte da Sociologia e a parte da Filosofia

Problemas filosóficos e problemas não filosóficos

Descubra a questão mais básica

Ambiguidade sintática

Ambiguidades

Ambiguidade

Não é só na filosofia que a ambiguidade é um problema

sábado, 30 de junho de 2018

Dar notas não é um ato solitário

reunião de professores

De acordo com a lei em vigor, as classificações dos alunos são atribuídas pelo conselho de turma e não pelo professor de cada disciplina. O professor propõe uma classificação, mas esta só se torna efetiva se for aprovada pelo conselho de turma, ou seja, pelos outros professores do aluno.

Não se trata de uma formalidade sem importância. Por isso, a imposição de serviços mínimos na greve dos professores às reuniões de avaliação decidida recentemente por um colégio arbitral, impondo que as reuniões se possam realizar com metade dos professores mais um, entre outras consequências perversas (como limitar o direito à greve dos professores) descredibiliza o processo de avaliação e prejudicará os alunos de um modo muito mais grave que a própria greve.

Como é natural, na maior parte dos casos a classificação atribuída é a classificação proposta pelo professor. Contudo, há diversas situações em que os outros professores têm uma palavra a dizer.

Há casos em que subir um valor a classificação de um aluno numa disciplina lhe permite transitar de ano ou, transitando de ano, inscrever-se na disciplina no ano seguinte. A análise desse género de casos, para ser rigorosa e justa, tem de envolver todos os professores do aluno, havendo um votação em que todos participam e em que não existem abstenções (as decisões são tomadas por maioria, tendo o diretor de turma voto de qualidade em caso de empate).

Mesmo quando não há lugar a votações formais, ouvir os colegas discorrer sobre um certo aluno e inteirar-se da sua situação escolar global leva por vezes os professores a repensarem a classificação que tinham proposto para ele.

E há ainda casos, felizmente raros mas infelizmente reais, em que um conselho de turma se apercebe que as classificações propostas não respeitam os critérios aprovados na escola e tem de intervir.

Essas e outras situações mostram que a atribuição de uma classificação a um aluno não deve ser uma decisão individual de um professor, mas sim uma decisão analisada e escrutinada por todos os professores do aluno e aprovada pelo menos pela maioria deles.

Se num conselho de turma em que participam apenas metade mais um dos professores for necessário fazer uma votação, uma decisão importante poderá ser aprovada por apenas um quarto dos professores do aluno.

Por isso, a decisão do colégio arbitral e antes disso as decisões políticas do governo que motivaram esta greve dos professores são uma perversão da avaliação e, dada a importância da avaliação, da própria educação.