“As nossas crenças mais justificadas não têm qualquer outra garantia sobre a qual assentar, senão um convite permanente ao mundo inteiro para provar que carecem de fundamento.” John Stuart Mill
sábado, 10 de março de 2018
Matriz do 4º teste do 10º ano
quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018
Matriz do 3º teste do 11º ano
Duração: 90 + 10 minutos de tolerância
Temas:
1. O que é a retórica?
2. Em que medida o logos, o ethos e o pathos são meios de persuasão?
3. Como se diferenciam a persuasão racional e manipulação?
4. O que é a Epistemologia?
5. Em que consiste o saber-fazer?
6. Em que consiste o conhecimento de contacto?
7. Em que consiste o conhecimento proposicional?
8. Qual é a definição tradicional de conhecimento?
9. Porque é que a crença é uma condição necessária do conhecimento?
10. Porque é que a verdade é uma condição necessária do conhecimento?
11. Qual é a diferença entre palavras factivas e palavras não factivas?
12. Porque é que a justificação é uma condição necessária do conhecimento?
13. Porque é que cada uma dessas condições isoladas ou agrupadas duas a duas não constituem condições suficientes do conhecimento?
14. Em que consistem os contraexemplos à definição tradicional de conhecimento?
15. Porque é que nos casos descritos nesses contraexemplos não há conhecimento?
16. Será que os contraexemplos desmentem a definição tradicional de conhecimento?
17. O que é o conhecimento a posteriori?
18. O que é o conhecimento a priori?
19. O que é o ceticismo? Qual é a diferença entre ceticismo moderado e ceticismo radical?
20. Qual é, segundo o ceticismo radical, o problema da justificação?
21. Será que o ceticismo radical se autorrefuta?
22. Em que consiste o argumento cético dos erros percetivos?
23. Em que consiste o argumento cético da regressão infinita da justificação?
24. Conhecer alguns cenários céticos: sermos um cérebro numa cuba, a vida ser um sonho, a situação descrita no filme Matrix, etc.
25. Em que medida o ceticismo lança um desafio a quem se afirma detentor conhecimento?
26. Como é que Descartes tentou responder ao desafio cético?
27. O que é a dúvida metódica?
28. Porque é que Descartes tinha como objetivo encontrar uma crença indubitável e básica?
29. Quais são as principais etapas do percurso da dúvida metódica?
30. Porque é que Descartes recorreu à hipótese da vida ser um sonho?
31. Porque é que Descartes recorreu à hipótese do Génio Maligno?
32. Porque é que Descartes considera o Cogito como indubitável?
33. Como é que o argumento da marca tenta provar a existência de Deus?
34. Em que consiste a objeção que diz: “criar a ideia de perfeição é diferente de criar a própria perfeição”?
35. Em que consiste o critério das ideias claras e distintas?
36. Qual é a função de Deus no sistema cartesiano?
37. Em que consiste a objeção do círculo cartesiano?
38. O Cogito será realmente uma crença básica?
39. Como avalia a tentativa feita por Descartes para refutar o ceticismo e fundamentar o conhecimento?
O aluno deve conhecer exemplos ilustrativos de cada um dos tópicos.
Natureza das questões:
Escolha múltipla, questões de resposta curta, restrita e extensa.
Para estudar:
Fichas de trabalho.
PDF’s.
Ethos, logos, pathos
Ethos, Logos, Pathos & pizza
Links de Epistemologia
Páginas do manual adotado: Da 139 à 148. Da 151 à 167.
BOM TRABALHO!
sábado, 27 de janeiro de 2018
Da dúvida à certeza: vídeo e ficha de trabalho

Adaptações da alegoria da caverna em vídeo
Tema: A teoria do conhecimento de Descartes.
Após o visionamento do vídeo do filósofo inglês Warburton, responda às seguintes questões:
1. Dê exemplos que provem a falibilidade dos nossos sentidos.
2. Explique uma das objecções à tese: nunca podemos confiar no conhecimento sensorial.
3. Qual é o ponto de vista de Platão, expresso na alegoria da caverna, acerca do conhecimento empírico. Descartes concorda com ele?
4. Como se explica o argumento do sonho?
5. De que tipo de conhecimento é que o argumento do sonho não nos permite duvidar?
6. Esclareça em que consiste a experiência mental do “cérebro numa cuba”. Para que serve?
7. A experiência mental do “cérebro numa cuba” é comparável a que argumento cartesiano? Porquê?
8. De que forma ultrapassa Descartes a dúvida metafísica introduzida pelo Génio Maligno?
9. O que é o cogito?
A professora: Sara Raposo
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sexta-feira, 26 de janeiro de 2018
Matriz do 4º teste do 10º ano
Duração: 90 minutos + 10 minutos.
Natureza dos itens: escolha múltipla, correspondências, resposta curta e resposta restrita (nomeadamente exercícios de lógica).
Objetivos:
1. Saber o que é uma conetiva (ou operador) proposicional.
2. Distinguir proposições simples e compostas.
3. Conhecer as conetivas proposicionais consideradas pela lógica proposicional: negação, conjunção, disjunção (inclusiva e exclusiva), condicional e bicondicional.
4. Identificar a forma canónica e algumas formas alternativas de cada conetiva proposicional.
5. Reescrever frases com conetivas proposicionais de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.
6. Identificar e usar os símbolos representativos das conetivas proposicionais (constantes lógicas).
7. Saber o que são variáveis proposicionais.
8. Formalizar proposições dadas.
9. Reconhecer o âmbito das conetivas proposicionais usadas numa proposição.
10. Compreender a tabela de verdade de cada operador proposicional.
11. Compreender o que são condições suficientes e condições necessárias.
12. Determinar as condições de verdade de proposições compostas através da construção de tabelas de verdade.
13. Explicar o que são argumentos.
14. Distinguir argumentos e não argumentos.
15. Identificar as premissas e a conclusão de argumentos dados.
16. Colocar argumentos na expressão canónica.
17. Formalizar argumentos.
18. Distinguir a validade dedutiva e a validade não dedutiva.
19. Avaliar intuitivamente a validade ou invalidade de argumentos dedutivos.
20. Testar a validade de formas argumentativas através de inspetores de circunstâncias.
21. Explicar as seguintes formas argumentativas válidas: negação dupla, modus ponens, modus tollens, silogismo disjuntivo, silogismo hipotético, contraposição e as leis de De Morgan.
22. Explicar as seguintes formas argumentativas inválidas: negação da antecedente e afirmação da consequente.
23. Identificar as formas argumentativas válidas e inválidas referidas em exemplos dados.
24. Completar formas argumentativas.
25. Construir argumentos com essas formas.
26. Explicar os seguintes argumentos não dedutivos: generalizações, previsões, argumentos por analogia e argumentos de autoridade.
27. Identificar generalizações, previsões, argumentos por analogia e argumentos de autoridade.
28. Explicar as regras de validade de cada um desses argumentos não dedutivos.
29. Explicar o que são falácias informais.
30. Explicar as formas falaciosas dos argumentos não dedutivos estudados: falácias da generalização precipitada, da amostra não representativa, da previsão inadequada, da falsa analogia e do apelo ilegítimo à autoridade.
31. Identificar essas falácias em exemplos dados.
32. Avaliar intuitivamente argumentos não dedutivos determinando se são válidos ou inválidos.
33. Explicar em que consistem outras falácias informais: Argumento ad hominem, Apelo à ignorância, Falso dilema, Falácia do espantalho, Falácia da derrapagem, Petição de princípio, Apelo ao povo e Falácia da falsa relação causal.
34. Identificar essas falácias informais em exemplos dados.
Para estudar:
Fotocópias da página 8 até à página 32.
Esquema.
Fichas de trabalho.
No blogue Dúvida Metódica:
Derrapagem: do casamento homossexual ao incesto
Falácias informais do apelo à ignorância, da derrapagem e do boneco de palha
Exemplos das falácias do espantalho e da derrapagem
Exemplos da falácia do apelo à ignorância
A falácia do apelo ao povo
Um cartaz político falacioso: falso dilema.
Qual é a falácia?
Quais são as falácias utilizadas por Trump?
Resulta mesmo?
Qual é a falácia?
Manipulação publicitária
Falácias informais: vídeos
quinta-feira, 11 de janeiro de 2018
Dedicado aos alunos desmotivados e que não gostam da escola
Menino com cabelo congelado reacende debate sobre pobreza
Eis uma história verdadeira passada na China. Os numerosos alunos portugueses que dizem não gostar da escola e que, coitados, se sentem “desmotivados” talvez ganhem alguma coisa se a lerem. Infelizmente, a maioria deles não a lerá, mesmo que isso lhes seja pedido, pois – como os próprios reconhecem, sem qualquer vergonha, como se isso fosse natural – “não gostam de ler”.

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018
Links de Epistemologia
Uma dúvida inspiradora para os alunos do 11º ano
Tipos de conhecimento
Ficha de trabalho: identificação dos diferentes tipos de conhecimento
Vídeos sobre a definição tradicional de conhecimento
O Deco não percebe nada de Epistemologia (exemplo)
O carácter factivo do conhecimento
O reconhecimento implícito da factividade do conhecimento
Um “sinal de Deus” será uma boa justificação? (exemplo)
Dois contra-exemplos à chamada definição tradicional de conhecimento
Como são parecidas a ilusão e a realidade!
O argumento céptico da regressão infinita da justificação: um exemplo
A dúvida metódica (este deveria ter sido o primeiro post deste blogue)
Razões para duvidar, segundo Descartes
O caro leitor não está a ler (contradição pragmática)
A minha vida é real: conhecimento ou mera crença?
A esposa de Descartes (Cartoon)
Sinto, logo existo? (Cartoon)
Vejo, logo aprendo (Vídeo sobre Descartes)
Aparência e realidade: um vídeo de Nigel Warburton
Objecção a Descartes: o Cogito é um entimema e não uma crença básica
Aconselhado:
O que é que realmente sabemos?
Penso, logo não cozinho!
Cegos que não sabem que são cegos
Em terra de cegos quem tem um olho não é rei
