
IE_EX_Fil714_2018 by Anonymous M0pDTwqg on Scribd
“As nossas crenças mais justificadas não têm qualquer outra garantia sobre a qual assentar, senão um convite permanente ao mundo inteiro para provar que carecem de fundamento.” John Stuart Mill
Duração: 90 minutos + 10 minutos
Estrutura: Escolha múltipla. Questões de resposta curta. Exercícios de lógica.
Objetivos:
1. Indicar o objeto de estudo da Lógica.
2. Explicar o que são proposições.
3. Analisar exemplos, distinguindo frases que expressam proposições de frases que não expressam.
4. Explicar o que são ambiguidades e distinguir ambiguidades semânticas e ambiguidades sintáticas.
5. Explicar porque é importante – na filosofia e noutras áreas do conhecimento - evitar ambiguidades.
6. Distinguir proposições simples e compostas.
7. Explicar o que é um operador proposicional.
8. Conhecer os operadores considerados na lógica proposicional: negação, conjunção, disjunção (inclusiva e exclusiva), condicional e bicondicional.
9. Reescrever frases de modo a que as proposições sejam expressas de modo canónico.
10. Formalizar proposições.
11. Conhecer e compreender a tabela de verdade de cada operador proposicional.
12. Explicar e exemplificar o que são condições suficientes e condições necessárias.
13. Determinar as condições de verdade de proposições compostas através da construção de tabelas de verdade.
14. Distinguir tautologias, contradições e continências.
15. Explicar o que são argumentos.
16. Distinguir argumentos e não argumentos.
17. Identificar as premissas e a conclusão de argumentos apresentados.
18. Reescrever argumentos, colocando-os na forma canónica.
Para estudar:
PDF’ s enviados
Não é só na filosofia que a ambiguidade é um problema
Condições necessárias e suficientes: análise de um exemplo
A negação de proposições condicionais
Páginas do manual adotado: da 14 à 20; da 51 à 71.
Quino
Duração do teste: 50 minutos.
Estrutura do teste: Um grupo com itens de escolha múltipla; um grupo com diversos itens de resposta curta e um item de resposta extensa (será pedido ao aluno que redija um texto argumentativo).
Objetivos:
1. Conhecer pelo menos oito exemplos de questões filosóficas.
2. Explicar porque é que as questões filosóficas são concetuais.
3. Explicar porque é que as questões filosóficas são básicas.
4. Explicar porque é que as respostas dadas às questões filosóficas raramente são consensuais.
5. Distinguir questões filosóficas de questões não filosóficas em exemplos dados.
6. Mostrar porque é que a filosofia requer pensamento crítico.
7. Explicar os seguintes conceitos: tese, argumento, premissa, conclusão, objeção, refutação e lógica.
8. Explicar o problema subjacente à pergunta “os fins justificam os meios?”.
9. Enunciar as duas principais teses acerca desse problema.
10. Relacionar essas teses com o Utilitarismo e a Ética deontológica.
11. Explicar argumentos a favor dessas teses.
12. Explicar objeções contra essas teses.
13. Comparar esses argumentos e objeções.
14. Defender uma posição relativamente ao problema de os fins justificarem ou não os meios.
Para estudar:
Caderno.
Fotocópias.
PDF’s
Estudo da religião: a parte da Sociologia e a parte da Filosofia
Problemas filosóficos e problemas não filosóficos
Descubra a questão mais básica

A primeira é uma canção tradicional dos Roma (ciganos) e a segunda é uma canção tradicional albanesa.
“RACIONALIDADE ARGUMENTATIVA DA FILOSOFIA E A DIMENSÃO DISCURSIVA DO TRABALHO FILOSÓFICO” é um documento, da autoria de Aires Almeida, “elaborado no âmbito da definição das Aprendizagens Essenciais” e que visa apresentar algumas “Noções elementares de lógica para a disciplina de Filosofia”. Pode encontrá-lo AQUI, na página da APF. Ainda não li, mas, dado o trabalho anterior do autor, é certamente muito bom e útil.

A imagem pode ser vista aqui.
Bem vindos à filosofia!
Terão fundamento as ideias em que acreditamos? Que razões temos para as defender?
Sócrates interrogou-se a si mesmo e aos que estavam à sua volta acerca de diferentes problemas filosóficos. Cabe a cada um de nós aceitar ou não o seu desafio.