Se não sabe qual é o problema do mal pode descobrir aqui:
“As nossas crenças mais justificadas não têm qualquer outra garantia sobre a qual assentar, senão um convite permanente ao mundo inteiro para provar que carecem de fundamento.” John Stuart Mill
quinta-feira, 16 de março de 2017
Links sobre David Hume
A crítica de David Hume a Descartes
Cegos que começam a ver: impressões e ideias
Como se originou, segundo Hume, a ideia de Deus?
Exemplos de inferências causais
A crença na causalidade é instintiva
Objeção à teoria da causalidade de David Hume
Sol vai nascer amanhã? Não podemos saber!
Opcional:
Three Minute Philosophy - David Hume e Descartes
A minha vida
Links sobre Epistemologia
segunda-feira, 13 de março de 2017
A Escola Secundária Tomás Cabreira nas VI Olimpíadas de Filosofia
O meu aluno João Janeiro (11º 8) e a aluna Carolina Domingos (11º 2) irão representar a Escola Secundária Tomás Cabreira nas VI Olimpíadas Nacionais de Filosofia, em Lagos, nos dias 21 e 22 Abril, e eu irei acompanhá-los. Agradeço a ambos o interesse que manifestaram por este projeto, e em particular ao João por ter tido a iniciativa de querer participar.
Estão inscritas 31 escolas e 61 alunos.
Eis o programa:

Links: Stuart Mill e Kant
Karl Briullov: O Assassínio de Inês de Castro, 1834
O eléctrico desgovernado: discussão de um dilema moral
Será correto sacrificar uma pessoa para salvar centenas?
Discussão de um dilema moral: qual seria a ação correta?
Stuart Mill:
Qual é o critério da moralidade?
O utilitarismo: ideias básicas
Qual é a ação correta?
Apontamento sobre o Utilitarismo (tópicos)
Mentir é sempre errado? (vídeo)
Vídeo sobre o utilitarismo
Quais são os prazeres superiores?
Argumentos contra o utilitarismo
Kant:
Deveres e autonomia
Os imperativos de Kant (esquema)
As pessoas não são instrumentos
Quando é que as nossas ações têm valor moral?
Quais são as acções que têm valor moral? (ficha de trabalho)
Por dever ou apenas em conformidade ao dever? (caso real)
Agir bem para evitar problemas (BD)
Ser livre é obedecer à lei moral
Três minutos com Kant (vídeo)
Aconselhado
O que é mais importante que a felicidade?
É melhor servir que mandar despoticamente
O imperativo categórico é consequencialista?
domingo, 5 de março de 2017
quarta-feira, 1 de março de 2017
O imperativo categórico é consequencialista?
Immanuel Kant pensava que as consequências boas ou más das ações não deviam ser tidas em conta na sua avaliação moral. Para ele, o imperativo categórico era uma forma de avaliar moralmente as ações completamente independente das suas consequências. Contudo, há quem pense que a única interpretação plausível do imperativo categórico é consequencialista. John Stuart Mill apresentou deste modo essa objeção contra Kant:
Kant, esse «homem notável, cujo sistema de pensamento permanecerá por muito tempo como um dos marcos na especulação filosófica, estabelece, realmente, no tratado em questão [a Fundamentação da Metafísica dos Costumes], um primeiro princípio universal como origem e fundamento da obrigação moral; é este: “Age de tal maneira que a regra da tua ação possa ser adotada como lei por todos os seres racionais”. Mas quando começa a deduzir deste preceito qualquer um dos deveres reais da moralidade, fracassa, de forma quase grotesca, em demonstrar que haveria qualquer contradição, qualquer impossibilidade lógica (para não dizer física), da adoção por todos os seres racionais das regras de conduta mais revoltantemente imorais. Tudo o que demonstra é que as consequências da sua adoção universal seriam de tal ordem que ninguém escolheria sofrê-las.»
John Stuart Mill, Utilitarismo, Gradiva, Lisboa, 2005, pág. 47.