
Hoje, durante um filme, os meus alunos reconheceram que não gostam de jazz e que não ouvem este tipo de música. É pena! Ao ouvir a Ella talvez possam perceber porquê.
“As nossas crenças mais justificadas não têm qualquer outra garantia sobre a qual assentar, senão um convite permanente ao mundo inteiro para provar que carecem de fundamento.” John Stuart Mill

Hoje, durante um filme, os meus alunos reconheceram que não gostam de jazz e que não ouvem este tipo de música. É pena! Ao ouvir a Ella talvez possam perceber porquê.
O cartaz com a programação não se vê bem. Para conseguir ler e descobrir as variadas atividades previstas veja AQUI, na página web do Agrupamento de Escolas Dra. Laura Ayres.
Vale a pena ver este vídeo promocional do Instituto Superior Técnico: fala do que é importante fazer no ensino. Mas isso faz-se ao nível do secundário? Como? Que evidências existem para o comprovar?
Quem são, do ponto de vista dos alunos, os melhores professores? Que qualidades devem ter? Como é que lecionam as aulas?
Em Portugal, em algumas das melhores universidades, como o Instituto Superior Técnico e a Universidade do Porto, encontra-se implementado um sistema que obriga os alunos a avaliarem o professor, sob pena de não se puderem inscrever.
O Jornal Expresso publicou um artigo, que vale a pena ler: Professores nota 20, onde se enumeram exemplos - de instituições universitárias diferentes - de professores cuja excelência é reconhecida pelos alunos (tal como o mérito académico). Salienta o referido artigo:
«Há professores eloquentes, aborrecidos, cativantes, monocórdicos, fascinantes. Professores que chumbam a torto e a direito. Professores que nunca esquecemos. Por maus motivos e por boas razões. Por serem sumidades nas matérias que ensinam, porque falam de uma forma que nenhum aluno deixa de ouvir, porque simplificam o que é complicado, porque promovem o pensamento crítico, a criatividade e a discussão. São esses os preferidos dos estudantes, aqueles que têm os auditórios cheios e as disciplinas lotadas.
Longe vão os tempos em que o professor era rei e senhor na sala de aula, autoridade inquestionável, mesmo que muito questionáveis fossem os seus métodos de ensino. Os tempos mudaram, os alunos tornaram-se mais exigentes e reivindicativos e ao longo das últimas décadas cada vez mais instituições de ensino superior aplicaram sistemas de avaliação. Aos estudantes passou a pedir-se que se pronunciassem sobre a qualidade das aulas.
No Instituto Superior Técnico, um dos primeiros a querer saber o que diziam os alunos sobre os seus professores, foi desenvolvido o Sistema de Garantia da Qualidade do Processo de Ensino e Aprendizagem (QUC). Todas as disciplinas de licenciaturas, mestrados e doutoramentos são sujeitas a este escrutínio e os estudantes têm de fazer a sua avaliação, sob pena de não se poderem inscrever no semestre seguinte.
Há perguntas sobre a carga de trabalho exigida e sobre os professores. O docente mostrou-se empenhado? Expôs os conteúdos de forma atrativa? Demonstrou interação com os alunos? Neste caso, são os estudantes que dão as notas aos professores. E em cada ano os dois ‘melhores’ são distinguidos com o Prémio IST de Excelência no Ensino…»
É óbvio que na avaliação dos professores não se pode considerar como critério exclusivo a avaliação feita pelos alunos. Têm de existir outras formas de atestar o mérito pedagógico e científico de um docente (igualmente públicas e escrutináveis, é claro). No entanto, parece inegável que a avaliação pelos alunos contribui para melhorar a qualidade do ensino, como mostram os casos do Instituto Superior Técnico e da Universidade do Porto, duas instituições de mérito reconhecido a nível nacional e internacional.
Também é interessante notar, de acordo com o citado artigo, que um dos aspetos mais valorizados pelos alunos é a promoção do espírito crítico e da criatividade.
E no ensino secundário o que é que acontece? Valoriza-se, nas escolas, a qualidade da aprendizagem, a discussão de ideias, o confronto de opiniões entre os professores? E nas aulas promove-se o espirito crítico junto dos alunos?
Duração: 90 + 10 (tolerância)
Objetivos:
1. Recordar a conceção falsificacionista da ciência.
2. Explicar a perspetiva de Popper sobre a objetividade e progresso da ciência.
3. Explicar e exemplificar o conceito de paradigma, segundo Kuhn.
4. Explicar e exemplificar os conceitos de ciência normal, anomalia, crise, ciência extraordinária e revolução científica.
5. Explicar a perspetiva de Kuhn sobre a objetividade e progresso da ciência.
6. Explicar as objeções a Kuhn estudadas.
7. Comparar as perspetivas de Popper e Kuhn acerca da objetividade e progresso da ciência.
8. Mostrar em que condições dizemos que uma atividade tem sentido.
9. Apresentar o problema do sentido da vida.
10. Explicar a perspetiva pessimista acerca do sentido da vida.
11. Explicar as objeções à perspetiva pessimista acerca do sentido da vida.
12. Explicar a perspetiva religiosa acerca do sentido da vida.
13. Explicar as objeções à perspetiva religiosa acerca do sentido da vida.
14. Explicar a perspetiva não religiosa de Peter Singer acerca do sentido da vida.
15. Explicar as objeções à perspetiva de Peter Singer.
16. Explicar outra perspetiva não religiosa acerca do sentido da vida.
17. Explicar as objeções a essa perspetiva.
18. Comparar e discutir as perspetivas acerca do sentido da vida estudadas.
19. Defender uma tese acerca do problema do problema do sentido da vida.
Natureza das questões:
Escolha múltipla, questões de resposta curta e questões de resposta extensa.
Para estudar:
No manual: da página 215 à página 228; da página 238 à página 242.
PDF’s.
No blogue Dúvida Metódica:
A evolução da ciência: Popper e Kuhn
O vídeo tem legendas em português (que, apesar de terem alguns erros, ajudam quem não domina o Inglês), é preciso ativá-las.