domingo, 17 de abril de 2016

Matriz do teste sobre justiça social (Esla, 10º)

justiça social ou distributiva rawls nozick filosofia política

Duração: 50 minutos.

Objetivos:

1. Distinguir ética e direito

2. Explicar em que consiste o problema da justiça distributiva.

3. Explicar como é que, segundo Rawls, se podem identificar princípios de justiça de um modo imparcial.

4. Explicar cada um dos princípios de justiça propostos por Rawls.

5. Explicar o primado do princípio da liberdade e a rejeição do utilitarismo.

6. Explicar o procedimento maximin.

7. Analisar e discutir o argumento segundo o qual a distribuição da riqueza não se deve basear em fatores moralmente arbitrários.

8. Explicar de modo breve as propostas do comunismo e do liberalismo económico.

9. Explicar em que medida a teoria de Rawls tenta conciliar a igualdade e a liberdade individual.

10. Mostrar em que medida a teoria de Nozick constitui uma tentativa de refutar a teoria de Rawls.

11. Explicar outras objeções à teoria de Rawls.

12. Comparar a teoria de Rawls com a teoria de Nozick e com outras críticas e discutir qual é a teoria mais plausível.

13. Defender uma opinião acerca do problema da justiça distributiva.

Natureza das questões:

Escolha múltipla, questões de resposta curta e uma questão de resposta extensa.

Para estudar:

Partes assinaladas das seguintes páginas do Manual: da 166 à 173.

No blogue Dúvida Metódica:

Moral e legal não são sinónimos
Links sobre justiça social

sábado, 16 de abril de 2016

Matriz do 5º teste do 11º ano (ESTC) e links de apoio ao estudo

2015-16 11º Matriz Do 5º Teste by Anonymous U5LxkS

1. Hume

Impressões e ideias

Uma folha de papel em branco

Cegos que começam a ver: impressões e ideias

Como se originou, segundo Hume, a ideia de Deus?

Hume e o problema da indução: vídeos da Kahn Academy

Exemplos de inferências causais

Hume e a relação causa-efeito

O problema da causalidade

A crença na causalidade é instintiva

A abdução ou argumento a favor da melhor explicação

2. Conhecimento científico e conhecimento vulgar (senso comum)

Senso comum e ciência

O senso comum não basta para compreender o mundo (Vídeo)

Stephen Hawking no Big Bag Theory (Vídeo)

Um incentivo ao estudo da filosofia da ciência (Vídeo do Gato fedorento)

Exemplos de explicações científicas

A aplicação do conhecimento científico em Marte (Vídeo)

Dez anos depois, uma sonda chegou a um cometa a 500 milhões de quilómetros (Vídeo)
Ciência 2.0 - um site português de divulgação científica (Vídeos)

O que é o som? (Prezi)

O que é a ciência?

Maus argumentos de autoridade
Semelhanças entre a democracia e a ciência e a filosofia
Para saber ciência (um site do Centro de Ciências e Tecnologias Nucleares do Instituto Superior Técnico)

A ciência tem como objetivo explicar o mundo natural

A ciência trabalha com ideias testáveis

A ciência baseia-se em evidências

A ciência envolve a comunidade científica

Os participantes na ciência devem comportar-se cientificamente

3. A conceção indutivista do método científico

O método científico, segundo o indutivismo

Sobre o problema da indução (Vídeo)

Ou seja, uma investigação não começa com a observação

Medicinas alternativas: ciência ou aldrabice? (Vídeo)

Quando o original é mais risível que a caricatura (Vídeo do Gato Fedorento sobre a Astrologia)

A astrologia não é uma ciência: saiba porquê

Átomos e das estrelas à luz da ciência

A filosofia da ciência e as ciências ocultas

Fé e ciência, segundo Richard Dawkins (Vídeo)

Bom estudo a todos!

quinta-feira, 14 de abril de 2016

Latinofilia

ALIS VOLAT PROPRIIS voar com as próprias asas

Luís Reis, professor de Português, Latim e Grego do Agrupamento de Escola Dra. Laura Ayres, tem um blogue chamado LATINOFILIA, onde publica textos simultaneamente divertidos, informados e inteligentes.

Em 14 razões para não estudar Latim podemos, por exemplo, ler:

«I – PRIMA – Ignora o Latim, pois ele é considerado por todos como uma língua morta, que não é falada por ninguém. Além disso, não evolui, não se altera e, por isso, não tem necessidade de acordos ortográficos.

II – SECUNDA – Retirar-te-á tempo para navegares pelo Facebook ou pelo Twitter, porque é uma língua rigorosa e cheia de regras. Talvez, por isso, lhe chamem a matemática das línguas.»

E em Εὐχαριστώ,  ̓Ελλάδα! [Obrigado, Grécia!]:

«Se isto para ti é Grego e vais frequentar o 12º ano, alegra-te, pois é possível estudares na tua escola a língua-berço da filosofia e dos jogos olímpicos. Com certeza que já encontraste referências ao Grego Clássico que, tal como no caso do Latim, subsistem na nossa atualidade; elas explicam-nos o significado de muitas palavras, como, por exemplo, “Nike” [Νίκη] que significa “vitória” e “Ariston” [ά͗ριστον] – “excelente” ou “o melhor”.»

Outro destaque merecido: Para quê estudar Latim?

Depois de ler vários textos só encontrei um defeito no blogue: é atualizado com pouca frequência e não tem muitos textos. Mas estes são, também por isso, preciosos.

Como é dito em Carpe Ελληνικά: O Latim não é para mim… e ao Grego nem lhe pego… ,  “as línguas não morrem; o que morre são os falantes da língua.” Em Latinofilia o Grego e o Latim estão bem vivos. Espero que cada vez mais alunos percebam isso e escolham estudar essas línguas – na Esla e noutras escolas.

Como já foi muitas vezes assinaldado, o estudo do Grego e do Latim, além de ajudar a compreender a língua portuguesa, ajuda a pensar melhor e contribui para a autonomia intelectual dos estudantes: Alis volat propriis – ou seja, voar com as próprias asas.

 

sexta-feira, 8 de abril de 2016

O que andamos a fazer no mundo

lee-jeffries-mendigos13

TOMA E LÊ

Podes estudar história,
Enigmas, boatos e mexericos,
Páginas de electrónica maluca,
E de repente deparas-te
Com um mendigo à chuva e deixas
De saber o que andas a fazer no mundo.

Um fantasma ganha temperatura ao teu lado
E dá-te um toque no ombro.
Chuva de ouro, Dánae na espuma,
A cintilação da vida.

Estão a abraçar-te; o sol irrompe.
Alguém decifrou uma nova escrita
Cuneiforme, os miúdos andam de Vespa
Numa perseguição louca às vestais.

Tudo custa e tudo é insignificante.
Tolle, lege, Santo Agostinho,
Toma este poema e lê.

Não nos incluas
Nas tuas insuportáveis preces:
Não foi por nós
Que o teu Deus sofreu.

Stefan Hertmans

(versão de Vasco Gato)

Fotografia de Lee Jeffries.

Links sobre filosofia da ciência

Richard Feynman
Algumas diferenças entre o senso comum e a ciência
Um incentivo ao estudo da filosofia da ciência
O que é a ciência?

O que pode a ciência provar?

As teorias científicas são falsificáveis

O falsificacionismo de Karl Popper

Verificabilidade e falsificabilidade – alguns exemplos

O refereeing ou arbitragem científica

Um cientista popperiano

Medicinas alternativas: ciência ou aldrabice?

Engodo. Homeopatia é ineficaz e até perigosa, diz estudo

Mente aberta
O método científico, segundo o indutivismo