O trailer promete um bom filme.
“As nossas crenças mais justificadas não têm qualquer outra garantia sobre a qual assentar, senão um convite permanente ao mundo inteiro para provar que carecem de fundamento.” John Stuart Mill
domingo, 13 de março de 2016
sexta-feira, 11 de março de 2016
Matriz do teste do 10º (Esla): Stuart Mill e Kant
Duração: 90 minutos.
Objetivos:
1. Explicar em que consiste o problema da fundamentação da moral.
2. Explicar porque é que o Utilitarismo de Stuart Mil é uma ética consequencialista.
3. Explicar porque é que o Utilitarismo de Stuart Mil é uma ética hedonista.
4. Distinguir prazeres inferiores e superiores.
5. Explicar o que é, segundo Stuart Mill, o princípio da utilidade.
6. Aplicar o princípio da utilidade a casos concretos e determinar se a ação em causa é moralmente correta ou incorreta.
7. Explicar porque é que, para o Utilitarismo de Stuart Mil, os deveres não são absolutos.
8. Explicar as objeções ao Utilitarismo de Stuart Mil estudadas.
9. Explicar o que é, segundo Kant, o imperativo categórico.
10. Explicar a primeira fórmula (chamada fórmula da lei universal) do imperativo categórico.
11. Explicar a segunda fórmula (chamada fórmula da humanidade) do imperativo categórico.
12. Aplicar as duas fórmulas do imperativo categórico a casos concretos e determinar se a ação em causa é moralmente correta ou incorreta.
13. Distinguir ações contrárias ao dever, ações por dever e ações em conformidade ao dever (motivadas por sentimentos e motivadas pelo interesse).
14. Explicar porque é que, para Kant, a intenção é que confere valor moral às ações.
15. Distinguir imperativo categórico e imperativo hipotético.
16. Explicar porque é que, para Kant, os deveres são absolutos.
17. Explicar o que entende Kant por boa vontade.
18. Distinguir autonomia e heteronomia.
19. Explicar as objeções à Ética Deontológica de Kant estudadas.
20. Compare e avalie a ética de Stuart Mill e a ética de Kant.
Natureza das questões:
Escolha múltipla, questões de resposta curta e questões de resposta extensa.
Para estudar:
Partes assinaladas das seguintes páginas do Manual:: da 132 à 134, da 136 à 138 e da 140 à 145.
No blogue Dúvida Metódica:
O eléctrico desgovernado: discussão de um dilema moral
Qual é o critério da moralidade?
O utilitarismo: ideias básicas
Apontamento sobre o Utilitarismo
Argumentos contra o utilitarismo
Deveres e autonomia
As pessoas não são instrumentos
Mentir é sempre errado?
Agir bem para evitar problemas
Quando é que as nossas ações têm valor moral?
quarta-feira, 9 de março de 2016
Matriz do teste do 11º (Esla): Descartes e Hume
Duração: 90 minutos.
Objetivos:
1. Discutir se Descartes refutou ou não o ceticismo.
2. Explicar e discutir a crítica de Hume a Descartes e à dúvida metódica.
3. Explicar a rejeição empirista das ideias inatas.
4. Mostrar como Hume classifica e relaciona os conteúdos mentais.
5. Explicar em que consiste o princípio da cópia.
6. Distinguir as questões de facto e as relações de ideias.
7. Discutir a opinião de Hume de que nenhum conhecimento a priori é substancial.
8. Comparar a perspetiva racionalista e a perspetiva empirista quanto às fontes do conhecimento.
9. Explicar o modo como Hume entende a causalidade.
10. Explicar a objeção a Hume e à sua conceção da causalidade segundo a qual a existência de conexões causais é a explicação mais plausível das conjunções constantes.
11. Explicar a análise feita por Hume ao problema da indução.
12. Mostrar porque é que David Hume é um cético moderado.
Natureza das questões:
Escolha múltipla, questões de resposta curta e questões de resposta extensa.
Para estudar:
No manual: da página 171 à página 191. Quanto à páginas sobre Descartes, o aluno deve escolher quais vai ler ou reler, tento em conta os objetivos.
No blogue Dúvida Metódica:
Descartes:
Os links sobre Descartes, se o aluno entender consultá-los novamente, podem ser encontrados AQUI.
Hume:
A crítica de David Hume a Descartes
Cegos que começam a ver: impressões e ideias
Como se originou, segundo Hume, a ideia de Deus?
Exemplos de inferências causais
Sol vai nascer amanhã? Não podemos saber!
Hume e a relação causa-efeito
A crença na causalidade é instintiva
Hume e o problema da indução: vídeos da Kahn Academy
Objeção à teoria da causalidade de David Hume
Three Minute Philosophy - David Hume e Descartes
Aconselhado:
A minha vida
Milagre??
Como transformar a ignorância numa virtude?
sábado, 5 de março de 2016
Como transformar a ignorância numa virtude?
«Os filósofos que se dão ares de superior sabedoria e confiança têm uma dura tarefa quando se encontram com pessoas de feitio inquiridor, que os expulsam de todos os cantos onde se refugiam e não podem deixar de acabar por os fazer cair em algum dilema perigoso. O melhor expediente para evitar esta confusão é sermos modestos nas nossas pretensões, e até sermos nós mesmos a apontar as dificuldades antes de elas serem apresentadas como objeções contra nós. Podemos por este meio converter nossa a própria ignorância numa espécie de mérito.»
David Hume, Tratados I: Investigação sobre o Entendimento Humano, tradução de João Paulo Monteiro, Lisboa, INCM, 2002, pág. 48.
Na imagem: Estátua de David Hume de Alexander Stoddart, em Edimburgo.
sexta-feira, 4 de março de 2016
O que é a vontade boa?
