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“As nossas crenças mais justificadas não têm qualquer outra garantia sobre a qual assentar, senão um convite permanente ao mundo inteiro para provar que carecem de fundamento.” John Stuart Mill
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«A lógica estuda alguns aspetos da argumentação. A lógica permite-nos 1) distinguir os argumentos corretos dos incorretos, 2) compreender por que razão uns são corretos e outros não, e 3) evitar cometer falácias ou sofismas na nossa argumentação. Uma falácia (…) é um argumento incorreto que parece correto. Um argumento correto é um conjunto de afirmações organizadas de tal modo que uma delas (a conclusão) é apoiada pelas outras (as premissas). Num argumento incorreto as premissas não apoiam a conclusão.»
Desidério Murcho e Júlio Sameiro, Lógica – 11º Ano.
A lógica estuda a argumentação. Os argumentos são muito importantes em diversas áreas: na filosofia, mas também na política, no direito, em inúmeras situações do dia a dia. Daí que seja útil perceber o que são argumentos e o que torna uns corretos e outros incorretos.
Este ano o Dúvida Metódica “pertencerá” aos alunos do 10º A e do 11º A e C do Agrupamento de Escolas Dra Laura Ayres. Aqui encontrarão textos, fichas de trabalho, esquemas, matrizes e outras orientações, fotografias, cartoons, vídeos, etc. Acima de tudo, encontrarão problemas filosóficos para discutir e ajuda para o vosso estudo.
Bem-vindos à filosofia!
Retirado de: M. C. Escher, the official website - http://www.mcescher.com/
Quando observamos esta imagem, o que vemos depende dos pormenores em que focamos o nosso olhar.
O mesmo se passa, por exemplo, em relação a alguns acontecimentos da nossa vida: muitos deles são factos objetivos, mas o modo como os compreendemos depende da perspetiva em que nos colocamos. Daí que o nosso olhar possa ser, eventualmente, distorcido e a compreensão que obtemos falsa.
Há muitas possibilidades de distorção. Duas das mais frequentes são: uma situação nos parecer melhor do que na realidade é ou então pior do que na realidade é. Manter a lucidez e o espírito crítico é uma forma de as evitar.
O que a Declaração Universal dos Direitos Humanos diz acerca dos refugiados é muito claro.
“Artigo 13.º
1. Toda a pessoa tem o direito de livremente circular e escolher a sua residência no interior de um Estado.
2. Toda a pessoa tem o direito de abandonar o país em que se encontra, incluindo o seu, e o direito de regressar ao seu país.
Artigo 14.º
1. Toda a pessoa sujeita a perseguição tem o direito de procurar e de beneficiar de asilo em outros países.”