terça-feira, 28 de outubro de 2014

A LIBERDADE DO ELEITOR

3º Encontro Presente no Futuro 2014  sobre o tema:

"À Procura da Liberdade", organizado pela Fundação Manuel dos Santos.

domingo, 26 de outubro de 2014

Porque não devemos chamar "bárbaros" aos fanáticos islâmicos

 estado islâmico fanatismo religioso

Nos últimos meses, perante as atrocidades cometidas por grupos islâmicos fanáticos como o Estado Islâmico e o Boko Haram, vulgarizou-se nas redes sociais e até na imprensa o uso da palavra “bárbaro”. Julgo que a crítica é correta mas que a palavra escolhida para a exprimir é errada.

Os gregos antigos e os romanos chamavam “bárbaros” aos estrangeiros. A palavra grega que se traduz por “bárbaro” significava “aquele que fala como os animais”. Ou seja: quem não falava grego, quem não era grego, era considerado inferior aos gregos e visto como sub-humano. Julgar que a cultura dos outros povos é inferior à nossa, julgar que aquilo a que estamos acostumados é superior àquilo a que não estamos acostumados, é uma atitude pouco inteligente mas frequente na história da humanidade. Nas ciências sociais é conhecida por etnocentrismo.

Apesar da maioria das pessoas não saber a história da palavra, quando se diz “bárbaro” cria-se geralmente a ideia de que estamos a criticar um costume estrangeiro. Ora, o que há de errado nas acções do Estado Islâmico e do Boko Haram não é o facto de não serem portuguesas, europeias ou ocidentais, mas sim o facto objectivo de serem atrocidades que violam os direitos humanos e prejudicam as pessoas direta e indiretamente atingidas. Se forem realizadas por portugueses não serão menos más.

Sendo assim, o facto de, por exemplo, a tourada ser uma tradição portuguesa não a torna mais benigna nem a impede de ser criticada - nem por portugueses nem por estrangeiros. E caso um estrangeiro a critique este não será um bárbaro, mas alguém que se preocupa com os animais não humanos.

Matriz do 1º teste do 10º ano (turma D)

2014-15 10º Matriz do 1º teste.pdf by dmetódica

Seguem-se links dos posts utilizados nas aulas e outros que podem ser úteis ao estudo (a consulta de outras etiquetas deste blogue fica entregue à vossa autonomia e às necessidades de cada um):

TEMA 1 - O que é a Filosofia? - Uma resposta inicial

1. Bem-vindos à Filosofia!

2. Para começar a estudar Filosofia

3. Porque não se entendem os filósofos?

4. Duas adaptações da alegoria da caverna de Platão

5. A alegoria da caverna: o texto de Platão

6. A alegoria da caverna: ficha de trabalho (realizada na aula)

7. Problemas filosóficos e problemas não filosóficos

8. Estudo da religião: a parte da Sociologia e a parte da Filosofia

9. Descubra a questão mais básica

TEMA 2 - Os instrumentos lógicos do pensamento

1. O que é um argumento?

2. Onde está a conclusão?

3. Entimema: conceito e exemplos

4. Contra-exemplo: o que é e para que serve

5. Argumentos não dedutivos: previsão, generalização, analogia e argumento de autoridade

6. Argumento dedutivo ou não dedutivo? (ficha de trabalho realizada na aula)

Bom trabalho!

sábado, 25 de outubro de 2014

Ou isto ou aquilo

Para os meus alunos do 11º A e 10º D com votos de bom estudo para o teste!

Ou Isto ou Aquilo

Ou se tem chuva e não se tem sol
ou se tem sol e não se tem chuva!


Ou se calça a luva e não se põe o anel,
ou se põe o anel e não se calça a luva!


Quem sobe nos ares não fica no chão,
quem fica no chão não sobe nos ares.


É uma grande pena que não se possa
estar ao mesmo tempo em dois lugares!


Ou guardo o dinheiro e não compro o doce,
ou compro o doce e gasto o dinheiro.


Ou isto ou aquilo: ou isto ou aquilo...
e vivo escolhendo o dia inteiro!


Não sei se brinco, não sei se estudo,
se saio correndo ou fico tranquilo.


Mas não consegui entender ainda
qual é melhor: se é isto ou aquilo.

Cecília Meireles

Matriz do 1º teste do 11º ano (turma A)

2014-15 11º Matriz do 1º teste.pdf by dmetódica

Seguem-se links de alguns dos posts (a consulta de outras etiquetas deste blogue fica entregue à vossa autonomia e às necessidades de cada um):

1. Qual é a utilidade do estudo da Lógica?

2. Lógica proposicional: formalização e construção de tabelas de verdade.1.

3. Condições necessárias e suficientes: análise de um exemplo

4. A negação de proposições condicionais

5. A bicondicional: tabela de verdade e exercícios

6. Argumentos dedutivos: algumas formas válidas e inválidas (falácias formais)

7. A relação entre verdade e validade

8. Validade dedutiva

9. "A lógica é fofinha"

Bom trabalho a todos!