segunda-feira, 9 de setembro de 2013

Os chimpanzés e orangotangos têm personalidade, tal como nós

chimpanze abraça leopardo     chimpanze

«[Conclusão de um] Estudo: Os chimpanzés e orangotangos têm, de facto, personalidades, e estas são semelhantes às humanas.

Uma investigação publicada na revista Animal Behaviour revelou que, numa análise da personalidade de chimpanzés e orangotangos individuais a partir de observações feitas por diferentes humanos, a eliminação da variabilidade individual devida ao observador não alterou as conclusões sobre as características dos animais, sugerindo que os humanos envolvidos no estudo não projetaram as suas ideias ao avaliar o caráter dos primatas.»

Leia mais na Naturlink.

Estes dados são relevantes para a discussão filosófica dos direitos dos animais não humanos, nomeadamente porque sugerem que, além de sofrimento físico, alguns animais não humanos podem sentir sofrimento psíquico.

sexta-feira, 6 de setembro de 2013

Trazer o parlamento às escolas do agrupamento Pinheiro e Rosa

                                                      

Parlamento dos jovens cartaz de divulgação do secundário. by dmetódica

O Parlamento dos Jovens é uma iniciativa institucional da Assembleia da República, desenvolvida ao longo do ano lectivo com as Escolas de todo o país que desejarem participar, Ensino Básico e Ensino Secundário, culminando com duas Sessões Nacionais que se realizam anualmente, na Assembleia da República.

O tema aprovado, pela Comissão de Educação e Ciência da Assembleia da República, para esta edição do Ensino Secundário é

"Crise demográfica (emigração, natalidade, envelhecimento)”.

No ensino básico, o tema é "Drogas – evitar e enfrentar as dependências".

Podem inscrever-se para participar no Programa Parlamento dos Jovens – Ensino Secundário 2013/2014, todas as Escolas do universo do ensino público, privado e cooperativo, abrangendo o Continente, Regiões Autónomas e os Círculos da Europa e fora da Europa. A decisão de inscrição cabe ao Órgão de Gestão de cada Escola, em articulação com o Conselho Pedagógico, formalizando-se com o envio dum formulário de inscrição (on-line), até ao dia 18 de Outubro de 2013.

As inscrições devem ser realizadas no sítio da AR: http://app.parlamento.pt/webjovem2014/index.html

***

Nota: Alguns dos trabalhos e actividades, dos alunos do ano passado, podem ser consultados: AQUI, AQUI, AQUI, AQUI e AQUI.

quinta-feira, 5 de setembro de 2013

Seria correto fazer uma guerra para salvar uma aldeia?

Homem chora com o cadáver do filho nos braços na Síria

As “Nações Unidas, no limite das suas capacidades, deveriam autorizar a intervenção [militar noutros países] que impeça que se cometam crimes contra a humanidade, nos casos em que se pode esperar razoavelmente que isso não provoque um mal maior do que o que evita. Isto aponta não só para um direito de intervir como, nas circunstâncias apropriadas, um dever de intervir.”

Peter Singer, Um Só Mundo: A Ética da Globalização, Gradiva, Lisboa, 2004, pp. 199-200.

Ao explicar a necessidade da intervenção não fazer mais mal que bem, Peter Singer cita (pág. 192) estas palavras (de Michael Doyle): “não faz sentido moral salvar uma aldeia e iniciar a Terceira Guerra Mundial”.

Quando se fala da possibilidade de uma intervenção militar na Síria deve-se, portanto, considerar as graves violações dos direitos humanos perpetradas pelo governo sírio, mas também as consequências prováveis dessa intervenção, nomeadamente no que diz respeito ao número de mortos e feridos. Existe ou não o risco dessas consequência serem ainda piores que as atrocidades de Bashar al-Assad?

terça-feira, 3 de setembro de 2013

segunda-feira, 2 de setembro de 2013

Um novo ano e o fim de um projeto

Este ano, por razões que explico no blogue de Ciência Política (para aceder clicar na imagem), vou suspender a publicação de posts no "Homo politicus" .

Um breve intervalo imposto pelas circunstâncias, espero poder voltar no próximo ano letivo.

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domingo, 1 de setembro de 2013

Um ano letivo de boas descobertas!

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Discurso

E aqui estou, cantando.
Um poeta é sempre irmão do vento e da água:
deixa seu ritmo por onde passa.


Venho de longe e vou para longe:
mas procurei pelo chão os sinais do meu caminho
e não vi nada, porque as ervas cresceram e as serpentes
andaram.


Também procurei no céu a indicação de uma trajetória,
mas houve sempre muitas nuvens.

(...)

Cecília Meireles