Mesmo que o conceito de “não praticante” faça, eventualmente, sentido na religião não faz na filosofia.
“As nossas crenças mais justificadas não têm qualquer outra garantia sobre a qual assentar, senão um convite permanente ao mundo inteiro para provar que carecem de fundamento.” John Stuart Mill
domingo, 14 de abril de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
Sinto, logo existo?
Apanhar um tiro e sentir dor não prova que a res extensa (no caso refere-se ao corpo, mas significa as coisas físicas em geral) seja real. O “penso, logo existo” escapa ao génio maligno mas o “sinto, logo existo” não, pois…
Apontamento sobre o Utilitarismo
Este apontamento sobre o Utilitarismo encontra-se no blog 50 Lições de Filosofia, que serve de apoio ao manual homónimo. 
sexta-feira, 12 de abril de 2013
quinta-feira, 11 de abril de 2013
Clarice Lispector para as escolas, na Gulbenkian
"As pessoas que se comprazem no sofrimento, que gostam de sentir-se infelizes e fazer aos outros infelizes, jamais poderão orgulhar-se de sua beleza. O mau humor, o sentimento de frustração, a amargura marcam a fisionomia, apagam o brilho dos olhos, cavam sulcos na face mais jovem, enfeiam qualquer rosto. Essa é a razão porque a mulher, que cultiva a beleza, deve esforçar-se para ser feliz. Felicidade é estado de alma, é atmosfera, não depende de fatos ou circunstâncias externas.”
Clarice Lispector
A citação foi tirada do livro "Correio feminino". Para saber mais sobre o livro, clicar AQUI. Para saber mais acerca desta escritora, ver AQUI, no excelente site brasileiro de literatura (clicar na imagem para aceder).
Entender é sempre limitado

"Eu não entendo. Eu não entendo. Isso é tão vasto que ultrapassa qualquer entender. Entender é sempre limitado. Mas não entender pode não ter fronteiras. Eu sinto que sou muito mais completa quando não entendo. Não entender, do modo como falo, é um dom. Não entender, mas não como um simples estado de espírito. Bom é ser inteligente e não entender. É uma benção estranha, como ter loucura sem ser doida. É um desinteresse manso, uma doçura de burrice. Só que de vez em quando vem a inquietação: eu quero entender um pouco, não demais. Mas pelo menos entender que eu não entendo."
Clarice Lispector
