Antes de responder, consulte a informação disponibilizada AQUI.
“As nossas crenças mais justificadas não têm qualquer outra garantia sobre a qual assentar, senão um convite permanente ao mundo inteiro para provar que carecem de fundamento.” John Stuart Mill
segunda-feira, 11 de fevereiro de 2013
domingo, 10 de fevereiro de 2013
O Mentor
Até onde pode conduzir a ausência de pensamento crítico e a crença nas palavras de um guru?
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013
A República de Platão: documentário e livro
A República é um diálogo socrático escrito por Platão, filósofo grego (século IV a.C) acerca do governo ideal.
A parte mais conhecida deste livro (do cap. VII) é a chamada "alegoria da caverna".
Existe uma tradução em português:

terça-feira, 5 de fevereiro de 2013
A filosofia, o belo e a consolação
Um excelente documentário do filósofo Roger Scruton encontrado do Facebook.
Imperdível. Experimentem a ver apenas o início que seja e...
domingo, 3 de fevereiro de 2013
Lincoln: será correto mentir para defender a verdade?
Um argumento bom ou cogente é um argumento que – além de ser válido e ter premissas verdadeiras – tem premissas mais plausíveis que a conclusão. A importância desta última característica prende-se com a necessidade de persuadir alguém: se as premissas não forem mais aceitáveis que a conclusão as pessoas que discordam desta não encontrarão no argumento razões para mudar de posição.
Vamos supor que não conhecemos razões que sejam simultaneamente verdadeiras e aceitáveis para um auditório X de modo a convencê-lo acerca de uma tese Y. Contudo, somos capazes de apresentar razões falsas mas plausíveis e aceitáveis para X. Vamos supor também que Y é uma ideia verdadeira – por exemplo, que a escravatura é errada e deve ser abolida.
Será correto persuadir X acerca de Y recorrendo a falsidades? Persuadir através de falsidades é uma forma de persuasão irracional ou manipulação. Será correto, portanto, manipular uma pessoa para a convencer de uma verdade (caso ela seja incapaz de se deixar convencer através das verdadeiras razões)?
O filme Lincoln, de Steven Spielberg, leva o espetador a pensar nessa questão, na medida em que apresenta alguns defensores da abolição da escravatura perante o dilema de assumir publicamente todas as suas ideias e assustar eventuais apoiantes ou apresentar apenas algumas dessas ideias e suavizá-las (deturpando-as um pouco) para tentar conquistar mais apoiantes para a sua causa.
Essa questão é uma especificação de uma questão ética mais geral que atravessa o filme do princípio ao fim: será que os fins justificam os meios? Por exemplo: será correto alcançar um fim moralmente bom (como a proibição da escravatura) através de meios moralmente reprováveis (como a corrupção)?
As personagens não citam Kant nem Stuart Mill, mas decerto o argumentista do filme pensou neles e no debate entre a deontologia e o consequencialismo ao escrever a história.
sexta-feira, 1 de fevereiro de 2013
Votos de bom estudo!
Espero que os alunos das turmas A, C e D do 11º ano, que farão teste na próxima semana, “instalem” o software filosófico corretamente (pensando, compreendendo e discutindo, e não decorando)!