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sexta-feira, 13 de março de 2015

"Isto é comigo" - para ensinar e aprender melhor

Resultado de imagem para "Isto é comigo" Pordata

«O programa "Isto é comigo", uma iniciativa da Pordata, da Fundação Francisco Manuel dos Santos, e da RTP, em parceria com o DN, explica o que está por detrás de termos que ouvimos todos os dias.»

Informação retirada DAQUI.

sexta-feira, 6 de março de 2015

Semana Mundial das Imunodeficiências Primárias: de 22 a 29 de Abril

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Nesta Semana mude a vida de milhões.

Divulgue as Imunodeficiências Primárias (IDP) e ajude-nos a TESTAR, DIAGNOSTICAR E TRATAR e a proporcionar o tratamento adequado às pessoas que vivem com IDP.

Milhares de organizadores em todo o mundo unem forças durante a Semana Mundial da IDP, PARA TIRAR DA SOMBRA ESTAS DOENÇAS, através da realização de eventos, para sensibilizar a classe médica, pais, escolas, enfermeiros, e encorajar os governos a tomar as medidas necessárias para assegurar o diagnóstico precoce a cada bebé, criança ou adulto, de modo a receber o tratamento adequado para uma vida normal.

Para mais informações:

www.worldpiweek.org;

IPOPI, www.ipopi.org;

FEDRA, www.fedra.pt;

SPAIC,  www.spaic.pt

SPI, www.spimunologia.org;  

Imunodeficiências Primárias em Portugal: www.apdip.pt e  geral@apdip.pt.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

A Filosofia esteve ou estará em risco de extinção no secundário?

O jornal Público publicou um artigo sobre o ensino da Filosofia no secundário que vale a pena ler (clicar para aceder):

Uma disciplina que esteve em risco de extinção no secundário.

A minha dúvida reside no verbo: "esteve em vias de extinção" ou ainda estará? Como é que se ensina a Filosofia no secundário? Debatem-se questões filosóficas nas aulas, analisam-se e discutem-se os argumentos de teorias filosóficas opostas ou continua-se a debitar, em muitos casos, uma conversa vaga para os alunos decorarem e que não lhes acrescenta mais do que um fastio enorme em relação à disciplina? Seria interessante os professores de Filosofia exporem o modo como entendem o ensino desta disciplina, exporem mais o seu trabalho publicamente e discutirem as diferentes concepções de ensino que por aí abundam (pois nem todas valem o mesmo, algumas não valem mesmo nada). Todos nós (professores de Filosofia) teríamos a ganhar porque alguns dos piores inimigos da disciplina, e que podem, de facto condená-la à extinção, são os profissionais incompetentes que a leccionam.

Podem discutir a questão, colocada no título do post, na caixa de comentários deste blogue ou no Facebook do blogue em https://www.facebook.com/duvida.metodica

Agradeço os vossos contributos (de alunos e professores)!

terça-feira, 28 de outubro de 2014

A LIBERDADE DO ELEITOR

3º Encontro Presente no Futuro 2014  sobre o tema:

"À Procura da Liberdade", organizado pela Fundação Manuel dos Santos.

sábado, 18 de outubro de 2014

O nome das coisas: documentário

São quase 60 minutos de um excelente documentário sobre a escritora e poetisa Sophia.

Vale mesmo a pena ver até ao fim.

quinta-feira, 16 de outubro de 2014

LIVRES E IGUAIS?

 

3º Encontro Presente no Futuro 2014  sobre o tema: "À Procura da Liberdade", organizado pela Fundação Manuel dos Santos.

sábado, 11 de outubro de 2014

Os gatos não têm vertigens

Eis um filme que vale a pena ver, com a atriz Maria do Céu Guerra, magistral como sempre!

Em exibição nos cinemas.

 

quinta-feira, 25 de setembro de 2014

Ciência 2.0 - um site português de divulgação científica

"De que se ocupam os astrónomos? Nos dias de hoje, os astrónomos já não dedicam a maior parte do seu tempo a espreitarem através da ocular dos telescópios. Existem, na verdade, várias outras atividades que preenchem esta profissão. Perceba em que consiste “ser” astrónomo, na curta desenvolvida pelo Centro de Astrofísica da Universidade do Porto (CAUP), com a produção do Ciência 2.0."

"Porque é que existe o vício da cocaína? Que efeitos provoca no cérebro? Porque existe a sensação de prazer ao consumi-la e porque depois existe ansiedade?"

terça-feira, 23 de setembro de 2014

Medo do medo

Uma sugestão musical dos meus alunos. Vale a pena ouvir atentamente a letra da canção.

quinta-feira, 18 de setembro de 2014

O pior de Nuno Crato





O pior do ministro Nuno Crato talvez não sejam as imensas coisas que fez mal (nomeadamente, a desvalorização arbitrária de umas disciplinas em detrimento de outras, os empurrões para o desemprego e a diminuição das condições de trabalho de professores que antes já tinham más condições de trabalho). O pior talvez seja o facto de a natural indignação com essas maldades levar muitas pessoas a rejeitar algumas das poucas coisas boas que ele fez (por exemplo, as metas curriculares e a introdução de mais exames) e a duvidar da bondade de algumas das suas boas ideias infelizmente ainda não concretizadas (por exemplo, a condenação do “eduquês” e da sua nefasta pedagogia).
Mas não nos enganemos. Nuno Crato é um péssimo ministro e quando se for embora não deixará saudades. Contudo, os exames (bem feitos, claro), embora não sejam uma solução mágica e única, são muito importantes e o “eduquês” está realmente errado.
Oxalá o próximo ministro da educação consiga manter o pouco que há de bom em Nuno Crato e corrija os seus inúmeros erros. Um deles, que roça o patético, é a incapacidade de reconhecer falhas – como se tem visto com a negação de que houve erros na colocação de professores quando é óbvio que houve milhares de erros e que esses erros influenciam globalmente os concursos.
Oxalá, mas… duvido. Seja qual for o partido a formar o próximo governo e seja qual for o ministro da educação, duvido que não seja mau. Afinal de contas, se Nuno Crato, com todas as boas ideias pedagógicas que tinha e que defendeu publicamente com tanta clareza, fez o péssimo trabalho que está à vista, não vale a pena esperar grande coisa de outro ministro qualquer.

terça-feira, 9 de setembro de 2014

As aulas ainda não começaram e já faltei mais de um dia

professor

Passam alguns minutos das 14 horas do dia 9 de setembro de 2014 e ainda não saiu a lista de colocações do chamado “concurso de mobilidade interna”, onde tive de participar devido ao facto de ter horário zero. Note-se que o ministro da educação prometeu que a lista sairia no início da semana e ontem prometeu que sairia hoje. Ainda não sei portanto onde irei dar aulas na próxima segunda-feira.

Apesar disso, já faltei seis tempos este ano letivo (o que dá, salvo erro, 1,1 dias da falta). Faltei a uma reunião de departamento, a uma reunião geral de professores e a uma reunião do subdepartamento de filosofia, pois achei que não fazia sentido ir a reuniões preparatórias de um trabalho de que, contra a minha vontade, não farei parte.

Bem, mas se estamos no dia 9 do primeiro mês de trabalho e eu já faltei mais de um dia, talvez seja necessário concluir que sou um professor balda e faltista, apesar de no meu processo profissional constarem poucas faltas. A menos que as pessoas com funções dirigentes (do ministério da educação para baixo) com influência neste processo não saibam o que estão a fazer. 

Para quem não sabe, faço notar que bastaria a direção do Agrupamento de Escolas Pinheiro e Rosa ter-me atribuído seis tempos letivos (por exemplo uma turma e uma direção de turma) para eu não ter horário zero. Repito: seis – 6 - tempos letivos. Seis tempos. Seis tempos. Seis tempos. Perceberam? Apenas seis tempos.

sábado, 6 de setembro de 2014

O Dúvida Metódica no ano letivo 2014-15

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Este blogue existe como projeto curricular da Escola Secundária de Pinheiro e Rosa desde 2008. Os nossos principais destinatários foram, desde o início, os alunos. Disponibilizámos, sobretudo, recursos didáticos para o ensino da Filosofia no secundário. Também partilhámos outros materiais com interesse artístico, literário, científico e, por vezes (quando o tempo escasso permitia), opiniões acerca de assuntos filosóficos e educativos.

Foi um trabalho de equipa gratificante, a nível pessoal e profissional. A criação deste blogue (apesar das difíceis condições de trabalho que sempre tivemos) foi, utilizando uma analogia, uma grande janela que se abriu para fora da escola e da sala de aula: permitiu aprender muito, trocar e confrontar ideias, participar em discussões públicas com várias pessoas ligadas ao ensino da Filosofia (no país e fora dele). Tudo isso fez com que o esforço para manter o “Dúvida Metódica” ao longo destes anos tivesse valido a pena.

Se o sucesso de um blogue educativo se avaliar pelo número de visitantes, de visualizações de páginas ou de reconhecimentos públicos de alguns especialistas da área, podemos dizer que tivemos sucesso.

Mas se o sucesso de um blogue educativo for medido pelo feedback dos professores que utilizaram os recursos disponibilizados ou que o leram diariamente, o balanço já será diferente, pois esse feedback, na maior parte dos casos, não existiu. A maioria dos que passaram por aqui (880.210 visitantes) ou utilizaram os recursos (colocados no programa Scribd, ver AQUI e AQUI), e foram muitos milhares, não deixaram qualquer sugestão, crítica ou comentário.

A partilha dos recursos didáticos e o trabalho colaborativo - descritos nas teorias pedagógicas e nos documentos do ministério como desejáveis e uma forma de melhorar a qualidade do ensino - na prática acabam por ser, em muitos casos, uma miragem. Há várias razões para explicar isso, mas vou referir apenas uma delas: os professores que não estudam nem investem na preparação das aulas e que são incapazes de expor publicamente o seu trabalho não querem dialogar com os colegas que o fazem e encaram-nos como arrogantes e presunçosos, mesmo que se aproveitem do que estes partilham. Recentemente, uma professora de Filosofia apelidou-me a mim e ao Carlos de “arianos da Filosofia”. É compreensível que se reaja assim perante quem perturba a inatividade ou a pode tornar mais evidente aos olhos dos outros.

Este tipo de atitude é depois justificado através de uma ideia popular entre a classe docente: não há factos objetivos em educação e, portanto, a qualidade das aprendizagens dos alunos e o mérito da profissão não podem ser avaliados (nem pelo trabalho público desenvolvido, nem pelos resultados dos alunos na avaliação externa, nem por outro tipo de atividades que se realizem). Ou seja: a ideia de que não há nenhuma maneira imparcial e fidedigna de comparar e distinguir os professores, ao contrário do que acontece nas outras profissões. É irónico que assim se pense: os professores têm permanentemente de avaliar e distinguir o desempenho dos alunos, mas eles próprios não podem ser avaliados sem suspeição. Esta ideia é conveniente, pelo menos para alguns professores, pois ajuda a manter o status quo e a defender que a graduação profissional, cujo principal fator é a antiguidade, é o único critério aceitável.

Para que serve, então, um professor empenhar-se e tentar constantemente melhorar, se a antiguidade é considerada o critério decisivo em coisas tão importantes como a distribuição do serviço e a atribuição dos horários zero?

É o dever do professor para com os alunos. Contudo, em termos de carreira, não serve para nada. O excelente trabalho que o meu colega Carlos Pires fez neste blogue, nas suas aulas, na divulgação da escola e da Filosofia não lhe serviram para nada: foi-lhe atribuído horário zero e terá que ir para outra escola, onde provavelmente não terá turmas de Filosofia.

Assim, ainda que ele se mantenha como autor e esporadicamente volte a escrever aqui, este blogue passará por isso a ser diferente. Lamento muito que assim seja.

No presente ano letivo, este blogue só não deixou de ser um projeto curricular da escola porque me foram atribuídas turmas de Filosofia. Continuarei a divulgar no “Dúvida Metódica” o que faço nas minhas aulas por acreditar que os professores de Filosofia devem dar um contributo para melhorar a qualidade do ensino e a imagem pública da disciplina. Desempenharmos as nossas funções com profissionalismo e competência contribui para que a disciplina de Filosofia não desapareça do ensino secundário. Ao contrário do que muita gente parece pensar, este não é um dado adquirido e o futuro poderá ser ainda pior que o presente.

Sara Raposo

segunda-feira, 18 de agosto de 2014

Horário zero

SALA

Fui hoje informado que no próximo ano letivo terei horário zero. Terei, portanto, que concorrer. Pelo que ouvi dizer, numa escola secundária de Faro há dois horários – sem filosofia, apenas com disciplinas dos cursos profissionais e outros similares. Vivo em Faro, mas se numa das cidade próximas existisse um horário com filosofia tentaria ir para lá. Infelizmente parece que não há.

Sou professor há vinte e dois anos. Dez deles, sendo os últimos nove consecutivos, na Escola Secundária de Pinheiro e Rosa. Tive Muito Bom numa avaliação e Excelente na outra. Nos anos que levei alunos a exame a média destes foi sempre superior à média nacional e melhor que a maioria das outras disciplinas da escola. Além do Dúvida Metódica, criei um blogue de Sociologia que está quase a chegar ao milhão de visitas e um blogue para usar nas aulas de Área de Integração, do Ensino Profissional. Já ouvi – e li – muitas pessoas diferentes dizerem que não faço um mau trabalho. Mas nada disso conta, pois na minha escola há colegas com mais tempo de serviço e eu sou o último da lista.

Descobri que a possibilidade de ter horário zero era elevada há semanas atrás, mas tinha ainda uma esperança remota e irrealista, para não dizer estúpida, de que isso não sucedesse. Quando há minutos li a frase “não tem horário para o ano letivo 2014/2015, pelo que tem de concorrer ao Destacamento por Ausência da Componente Letiva” lembrei-me do final do romance O Processo de Franz Kafka quando K., mortalmente apunhalado no coração, murmura “Como um cão!”. E senti-me apunhalado no coração. Mas não mortalmente. Mas não mortalmente.

sexta-feira, 8 de agosto de 2014

Que país é este?

portugal bateu no fundo

A pergunta não é filosófica, mas vem a propósito de várias coisas diferentes que preenchem a atualidade em detrimento do verão e das férias.

quinta-feira, 3 de julho de 2014

TIC@Portugal14 em Faro

"No próximo dia 4 julho de 2014, numa iniciativa da Associação EDUCOM/APTE (Associação Portuguesa de Telemática Educativa), através do seu Centro de Competência TIC – EDUCOM,  realizar-se-á o Encontro TIC@Portugal’ 2014, que tem por objetivo refletir sobre as práticas de uso das TIC na Educação.

Este evento, que decorre dos anteriores TIC@Algarve (seis edições realizadas) e que desde o ano passado assumiu um caráter nacional, mas descentralizado, e foi levado a cabo em colaboração com diversos Centros de Competência TIC da ERTE/Direção-Geral da Educação do Ministério da Educação e Ciência, (localizados em Coimbra, Santarém, Setúbal e Viseu)  que integraram, com sessões locais e por vídeo-conferência.

Este ano, retoma-se a excelente experiência dos TIC@Algarve e do TIC@Portugal’13, para benefício de toda a comunidade educativa do país. Haverá um espaço distribuído e um tempo partilhado (por vídeo-conferência) de reflexão em torno das práticas com as TIC nas escolas. Pretende-se que seja uma oportunidade para os professores apresentarem e discutirem a utilização das TIC nos processos de ensino e de aprendizagem este ano com especial enfoque na utilização de dispositivos móveis na educação."

A informação anterior foi retirada deste sítio.

O programa do encontro e os resumos das comunicações, deste ano, podem ser consultados: AQUI.

As fotos do encontro do ano passado e as duas comunicações apresentadas pelos autores deste blogue podem ser lidos em

Encontro TIC@Portugal'13: fotos

sexta-feira, 30 de maio de 2014

Aprender história no mosteiro dos Jerónimos

Os alunos do 11º D e E realizaram uma visita de estudo a Lisboa e puderam escolher, livremente, o tema do trabalho. A Mariana Guerreiro e Miguel Rodrigues (do 11º D) escolheram falar do mosteiro dos Jerónimos. Este trabalho foi feito no âmbito das disciplinas de História e Filosofia (neste caso, mais de História). As fotografias e o texto (que não foi editado) são da autoria de ambos os alunos. Ei-los:

A Igreja de Santa Maria de Belém - Mariana Nº20, Miguel R Nº28, 11ºD(2) by SaraRaposo

Visita de estudo ao parlamento: o relato dos alunos

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Relatório - Parlamento - Rafaela e Cátia Fonseca 11ºE by SaraRaposo

quinta-feira, 15 de maio de 2014

A filosofia da ciência e as ciências ocultas

Para os meus alunos do 11º ano.

Eis dois exemplos - verídicos! - que demonstram como é importante estudar o problema  filosófico da demarcação, isto é: saber qual é o critério que nos permite distinguir uma teoria científica de uma teoria não científica.

Exemplo 1

"Os funcionários do parlamento convidaram a Alexandra Solnado para falar de vidas passadas numas jornadas da saúde. Francamente incomoda-me. Mesmo sabendo que nada disto tem a ver com a actividade dos nossos parlamentares, incomoda-me que pela circunstância absolutamente casual de quem organiza essas jornadas da saúde não ter qualquer vestígio de cultura científica, Alexandra Solnado ficar com uma fotografia com que irá alegar que a casa da democracia reconhece a validade dos seus delírios.
Uma instituição como o parlamento, deveria ter algum bom senso. Por um lado, para não cair no ridículo. Por outro, para não municiar de argumentos de autoridade estas alegações delirantes de vidas passadas e conversas com Jesus. Como diz o Ricardo Araújo Pereira neste vídeo: "eu falei com o Jesus Cristo e ele disse-me que nunca falou com a Alexandra Solnado".

David Marçal

Informação retirada do blogue Rerum Natura, ver AQUI.

Exemplo 2 

"(...) vejo o anúncio de bolsas de investigação científica para 2014/2015 proporcionadas por uma fundação ligada à indústria farmacêutica.
O anúncio é normal, o regulamento comum, e até se faz a exigência de redacção em inglês... Apenas uma coisa destoa (quer dizer, parece-me destoar, sei lá as voltas epistemológicas que as coisas dão sem eu dar conta...): a investigação científica digna de subsídio é em... parapsicologia!"

Maria Helena Damião

Informação retirada do blogue Rerum Natura, ver AQUI.