Mostrar mensagens com a etiqueta Links 2013-14. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Links 2013-14. Mostrar todas as mensagens

domingo, 26 de janeiro de 2014

Matriz do 3º teste de avaliação (turmas D e E)

2013-14 11º Matriz do 3º teste by dmetódica

Links de apoio ao estudo dos diversos temas:

A – Filosofia, retórica e democracia.

A democracia ateniense

Retórica e democracia: esquema

Sofista ou surfista?

Sobre o poder da retórica

Defender a objetividade não significa que se seja dogmático

O que é a democracia?

Meios de persuasão

Ethos, logos, pathos

Ethos, Logos, Pathos & pizza

B – Descrição e interpretação da atividade cognitiva

1. Algumas relações entre os vários tipos de conhecimento

2. O conhecimento por contacto facilita as cunhas.

3. Ficha de trabalho: identificação dos diferentes tipos de conhecimento

4. O carácter factivo do conhecimento

5. O tempo até pode ser relativo, mas a verdade não

6. Informação “útil” para adolescentes sobre a hora de deitar

7. Uma crença pode ser útil mas falsa

8. Previsão certeira de sismo em Itália: crença verdadeira, mas não justificada

10. Obviamente!

11. O Deco não percebe nada de Epistemologia

12. Dois contra-exemplos à chamada definição tradicional de conhecimento

C – O problema da possibilidade do conhecimento: o ponto de vista dos céticos

Algumas imagens que nos levam a duvidar dos nossos olhos e o cepticismo radical.

O argumento céptico da regressão infinita da justificação: um exemplo.

O argumento céptico da divergência de opiniões.

Uma objecção ao argumento céptico dos erros e ilusões perceptivas.

quinta-feira, 9 de janeiro de 2014

Matriz do 3º mini teste: turmas B e C do 10º ano

O problema do livre-arbítrio

Ao estudar para o mini teste tenha em conta estas questões:

 

1.   Qual é o problema do livre-arbítrio?

2.   Que teses defende o Determinismo Radical?

3.   Que argumentos tem o Determinismo Radical?

4.   Que objeções se podem fazer ao Determinismo Radical?

5.   Que teses defende o Libertismo?

6.   Que argumentos tem o Libertismo?

7.   Que objeções se podem fazer ao Libertismo?

8.   Que teses defende o Determinismo Moderado?

9.   Que argumentos tem o Determinismo Moderado?

10. Que objeções se podem fazer ao Determinismo Moderado?

11. Qual das teorias lhe parece mais plausível? Porquê?

12. Na sua opinião há ou não há livre-arbítrio? Porquê?

Links:

Obrigatórios:

Pêssegos e duelos: exemplos ilustrativos do problema do livre-arbítrio

O Determinismo

Argumentos a favor do Libertismo

O livre-arbítrio existe, pois temos consciência dele

O livre-arbítrio é uma criação humana e… existe!

Baixar a fasquia: uma objecção ao Determinismo Moderado

Possibilidades Alternativas: uma objecção ao Determinismo Moderado

Fortemente aconselhados:

Formulação do problema do livre-arbítrio (1)

A resposta do determinismo radical (2)

A resposta do libertismo (3)

Na opinião dos alunos, existe ou não livre arbítrio?

Se o determinismo radical for verdadeiro, salvar 155 pessoas não tem qualquer mérito

Vídeos: Sobre o livre arbítrio 

Aconselhados:

Tive, por acaso, possibilidades de escolha?

Contradição !?

Livre-arbítrio e responsabilidade moral: duas situações

Terá o determinista radical razão?

Vídeo: Free will (Livre-arbítrio)

quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Matriz do 2º mini teste: turmas B e C do 10º ano

Modus ponens afirmação da antecedente

Duração: 40 minutos.

Objetivos:

1. Efetuar a negação de proposições apresentadas.

2. Distinguir condições suficientes e necessárias.

3. Distinguir definições implícitas de definições explícitas.

4. Distinguir boas e más definições explícitas.

5. Distinguir raciocínios de não raciocínios.

6. Identificar as premissas e a conclusão de raciocínios.

7. Identificar as premissas ocultas de entimemas.

8. Colocar raciocínios na expressão canónica.

9. Relacionar raciocínios e argumentos.

10. Distinguir validade dedutiva de validade não dedutiva.

11. Compreender o que são generalizações e previsões.

12. Avaliar raciocínios dedutivos, distinguindo os válidos dos inválidos.

13. Distinguir a afirmação da antecedente e a negação da consequente de formas de raciocínio inválidas como a negação da antecedente e a afirmação da consequente.

14. Construir raciocínios válidos a partir de frases dadas.

15. Compreender o que é um raciocínio sólido.

Para estudar: as páginas indicadas nas aulas do manual “50 Lições de Filosofia”, os PDF´s usados e as seguintes ligações.

Ligações:

Identificação, classificação e negação de proposições

A negação de proposições condicionais

Condições necessárias e suficientes: análise de um exemplo

O que é um argumento?

Onde está a conclusão?

Entimema: conceito e exemplos grecia turismo

A relação entre verdade e validade

Afirmação da antecedente e negação da consequente

Argumento dedutivo ou não dedutivo? (Exemplos A, B, C e D)

Diga-me o que pode deduzir?

Posts úteis, embora não usados nas aulas:

Validade dedutiva

Generalizações e previsões

quinta-feira, 7 de novembro de 2013

TPC das turmas D e E do 11º ano

knowledge_jeezny1

A ficha de trabalho, que devem realizar para a próxima aula, encontra-se no link seguinte:

Construção de argumentos

Bom trabalho a todos e bom fim de semana!

domingo, 3 de novembro de 2013

Exercícios de lógica dos exames nacionais para resolver

top

Caros alunos do 11º D e E,

Para comprovar o vosso domínio das noções de lógica, sugiro um bom exercício: resolver as questões dos exames nacionais.

A realização desta tarefa, além de aumentar a vossa autoconfiança, tem também a vantagem de vos permitir comprovar como esses exercícios são bastante mais fáceis do que os realizados nas aulas :)

Eis os links (seguidos dos critérios de correcção):

Exame de Filosofia 2013 (1ª Fase): enunciado e critérios de correcção
Teste intermédio de Filosofia 2013: enunciado e critérios de correcção
Exame nacional de Filosofia 2012 (2ª Fase): enunciado
Exame nacional de Filosofia 2012 (2ª Fase): critérios de correcção

Outros exames nacionais, podem ser consultados AQUI.

sexta-feira, 18 de outubro de 2013

Matriz do 1º Teste de Filosofia do 10º ano: turmas B e C

Duração: 75 minutos

Objetivos:

1. Conhecer pelo menos 8 exemplos de questões filosóficas.

2. Explicar porque é que as questões filosóficas são concetuais.

3. Explicar porque é que as questões filosóficas são básicas.

4. Saber que as respostas dadas às questões filosóficas raramente são consensuais.

5. Distinguir questões filosóficas de questões não filosóficas em exemplos dados.

6. Mostrar porque é que a filosofia requer pensamento crítico.

7. Indicar o objeto de estudo da Lógica.

8. Explicar o que são proposições.

9. Analisar exemplos, distinguindo frases que expressam proposições de frases que não expressam proposições.

10. Conhecer exemplos de frases diferentes que expressem uma única proposição e de frases que expressem, cada uma delas, várias proposições.

11. Distinguir ambiguidades sintáticas e ambiguidades semânticas.

12. Distinguir diferentes tipos de proposições: afirmativas e negativas; universais, particulares e singulares; e condicionais.

13. Analisar exemplos, identificando neles os diferentes tipos de proposições.

14. Reescrever frases de modo a que as proposições sejam expressas de forma canónica.

15. Explicar as condições de verdade das proposições condicionais.

16. Explicar o que é a negação.

17. Efetuar a negação de proposições apresentadas.

18. Distinguir condições suficientes e necessárias.

19. Distinguir definições implícitas de definições explícitas.

20. Distinguir boas e más definições explícitas.

Leituras:

No Manual 50 Lições de Filosofia: da página 8 à 16 (na página 14 só importa, por agora, a Revisão, ou seja, a ficha de trabalho) e a página 25. O texto da página 26 não foi analisado na aula mas pode ser útil.

No blogue Dúvida Metódica:

Problemas filosóficos e problemas não filosóficos

Estudo da religião: a parte da Sociologia e a parte da Filosofia

Descubra a questão mais básica

Discutir ideias em vez de repetir frases

Ambiguidades

Ambiguidade

Identificação, classificação e negação de proposições

A negação de proposições condicionais

Condições necessárias e suficientes: análise de um exemplo