
“As nossas crenças mais justificadas não têm qualquer outra garantia sobre a qual assentar, senão um convite permanente ao mundo inteiro para provar que carecem de fundamento.” John Stuart Mill
Além de verem o filme, leiam o livro do Tolkien em que este se baseou. Sem dúvida que vale a pena!
Vale a pena ver este filme, em exibição em muitas salas de cinema do país, do realizador Ridley Scott. O argumento é do grande escritor americano Cormac Mccarthy, autor de romances como "A estrada" e "Este país não é para velhos", ambos adaptados ao cinema.
O pano de fundo é o tráfico de droga na cidade mexicana de Juarez (uma das mais violentas do mundo). Alguns dos atores são muito conhecidos do grande público. Mas o filme vale sobretudo pelos diálogos, espantosos, acerca do livre-arbítrio, da moralidade, do sentido da vida e da morte - do mundo em que vivemos.
Outras entrevistas, efectuadas pelo professor Aires de Almeida no "Jardim da Filosofia", encontram-se AQUI.
Vale a pena ouvir.
O trailer do filme, legendado, pode ser visionado AQUI.
É um excelente filme para ver num fim de semana.
Uma sugestão para quem não é professor (ou é, mas não tem as condições de trabalho que eu tenho) e, por isso, não precisa de fazer e corrigir testes ao fim de semana.
Não é excelente, mas é um filme que vale a pena ver.
Se estivesses no espaço terias alguém, cá em baixo na Terra, a olhar para cima?
O que é que te prende à vida?
Estas são duas das questões colocadas no filme.
Encontra-se em exibição em muitas salas de cinema do país.

«Após assistir ao julgamento do nazi Adolf Eichmann, a filósofa política Hannah Arendt atreve-se a escrever sobre o Holocausto em termos inauditos. O seu trabalho provoca imediatamente escândalo mas Arendt mantém-se firme ao ser atacada tanto por inimigos, quanto por amigos.
HANNAH ARENDT é um retrato do génio que abalou o mundo com a sua tese sobre a “banalidade do mal”.»
Informação retirada da Alambique Filmes, onde também pode encontrar um breve dossier sobre o filme.
Uma página a visitar e um filme a não perder!
"O chapéu de chuva azul" é um pequeno vídeo da Pixar que antecede o filme infantil "Os monstros na universidade".
Vale a pena ouvir o autor do argumento explicar porque motivo este pequeno filme de animação (maravilhoso!) é uma espécie de ode à beleza da chuva, das cidades e do amor. É uma experiência estética que vale mesmo a pena.
Até onde pode conduzir a ausência de pensamento crítico e a crença nas palavras de um guru?
Um argumento bom ou cogente é um argumento que – além de ser válido e ter premissas verdadeiras – tem premissas mais plausíveis que a conclusão. A importância desta última característica prende-se com a necessidade de persuadir alguém: se as premissas não forem mais aceitáveis que a conclusão as pessoas que discordam desta não encontrarão no argumento razões para mudar de posição.
Vamos supor que não conhecemos razões que sejam simultaneamente verdadeiras e aceitáveis para um auditório X de modo a convencê-lo acerca de uma tese Y. Contudo, somos capazes de apresentar razões falsas mas plausíveis e aceitáveis para X. Vamos supor também que Y é uma ideia verdadeira – por exemplo, que a escravatura é errada e deve ser abolida.
Será correto persuadir X acerca de Y recorrendo a falsidades? Persuadir através de falsidades é uma forma de persuasão irracional ou manipulação. Será correto, portanto, manipular uma pessoa para a convencer de uma verdade (caso ela seja incapaz de se deixar convencer através das verdadeiras razões)?
O filme Lincoln, de Steven Spielberg, leva o espetador a pensar nessa questão, na medida em que apresenta alguns defensores da abolição da escravatura perante o dilema de assumir publicamente todas as suas ideias e assustar eventuais apoiantes ou apresentar apenas algumas dessas ideias e suavizá-las (deturpando-as um pouco) para tentar conquistar mais apoiantes para a sua causa.
Essa questão é uma especificação de uma questão ética mais geral que atravessa o filme do princípio ao fim: será que os fins justificam os meios? Por exemplo: será correto alcançar um fim moralmente bom (como a proibição da escravatura) através de meios moralmente reprováveis (como a corrupção)?
As personagens não citam Kant nem Stuart Mill, mas decerto o argumentista do filme pensou neles e no debate entre a deontologia e o consequencialismo ao escrever a história.
O filme é visualmente magnífico e a história surpreendente, como podem comprovar vendo filme.
Conclusão: vale a pena ler o LIVRO (um enorme sucesso em diversos países do mundo - não, não se trata da falácia do apelo ao povo)!
Em homenagem ao realizador Paulo Rocha com música do genial Carlos Paredes.
Vale a pena rever o filme "Verdes anos" e uma Lisboa entretanto desaparecida.
Vale a pena ver o filme, mas vale ainda mais pena ler o livro. Eis a parte em que Bilbo Baggins encontra o anel, para confirmar que o filme não substitui o livro.
Desenho de John Howe.
“Quando Bilbo abriu os olhos não teve a certeza de que os abrira, pois estava tão escuro como quando os tivera fechados. Não se encontrava ninguém perto dele. Imaginai o seu medo! Não ouvia nada, não via nada e não sentia nada além da pedra do chão.
Pôs-se de gatas, muito devagar, e tateou até tocar na parede do túnel; mas nem por ela abaixo nem por ela acima encontrou nada; absolutamente nada, nenhum sinal de gnomos, nenhum sinal de anões. Tinha a cabeça a andar à roda e nem sequer estava certo da direção em que seguiam quando caíra. Calculou o melhor que pôde e arrastou-se um bom bocado, até que, de repente, a sua mão encontrou o que, pelo tato, lhe pareceu um pequeno anel de metal frio caído no chão do túnel. Foi um ponto de viragem na sua carreira, mas ele não o soube.”
J.R.R. Tolkien, O Hobbit, Publicações Europa-América, 2003, pág. 68.
Em ambos os vídeos estão presentes algumas das ideias fundamentais que Platão apresenta no texto da alegoria da caverna. O segundo vídeo - uma passagem do filme "Matrix" (1) - foi uma sugestão de vários alunos do 10º E (a quem agradeço), após terem visionado na aula o primeiro vídeo.