Uma imagem que faz pensar e diz muito da sociedade em que vivemos.
“As nossas crenças mais justificadas não têm qualquer outra garantia sobre a qual assentar, senão um convite permanente ao mundo inteiro para provar que carecem de fundamento.” John Stuart Mill
sexta-feira, 17 de outubro de 2014
sexta-feira, 19 de setembro de 2014
Qual é a utilidade do estudo da Lógica?
terça-feira, 16 de setembro de 2014
Para começar a estudar Filosofia

Para os meus alunos do 10º D.
2014-15 10 º Ano, Ficha de Trabalho, o Que é a Filosofia by SaraRaposo
Esquema - Perguntas Frequentes Sobre a Filosofia by dmetódica
Como este blogue já existe desde 2008, no seu "arquivo" encontram-se alguns textos e imagens que vos poderão ajudar no estudo e complementar a informação do manual. Os links, acerca da unidade inicial - o que é a Filosofia? - são vários, seguem-se alguns deles.
Boas leituras (não se assustem: alguns textos são muito curtos e têm imagens!).
Bom trabalho!
Estudo da religião: a parte da Sociologia e a parte da Filosofia
Em Filosofia estudamos “os problemas da vida”?
A origem dos problemas filosóficos
sexta-feira, 8 de agosto de 2014
Que país é este?
A pergunta não é filosófica, mas vem a propósito de várias coisas diferentes que preenchem a atualidade em detrimento do verão e das férias.
terça-feira, 6 de maio de 2014
Imagens filosóficas do Dia Aberto da ESPR
DiadoPinhas_MiguelRodrigues_nº28_11ºD.pdf by SaraRaposo
Será Que Somos Livres by SaraRaposo
Alguns dos meus alunos do 11º D e 10º A aceitaram o desafio que lhes foi lançado neste blogue: pintar, fotografar, fazer uma montagem ou desenhar uma imagem que ilustrasse um problema filosófico, acompanhada de uma pequena legenda explicativa. Este trabalho era voluntário e destinava-se a apresentar - numa exposição para os alunos do 9º ano - a disciplina de Filosofia. Como alguns trabalhos não puderam ser digitalizados, fica apenas uma pequena amostra, os autores são os alunos do 11º D: Miguel Rodrigues, Alessandro e Catarina Santos.
Agradeço a colaboração e o empenho dos que, generosamente, participaram!
segunda-feira, 5 de maio de 2014
Karl Popper: links de apoio ao estudo

Verificabilidade e falsificabilidade – alguns exemplos
O refereeing ou arbitragem científica
O falsificacionismo de Karl Popper
As teorias científicas são falsificáveis
2 Fichas de trabalho: o método e a objectividade na ciência
É preciso avaliar as tradições
Vídeos:
Medicinas alternativas: ciência ou aldrabice?
terça-feira, 18 de fevereiro de 2014
Para estudar Descartes neste blogue
Este post destina-se em particular aos meus alunos do 11º D e E que se "perdem" neste blogue por não saberem consultar a etiqueta Descartes (acontece!).
A dúvida metódica (este deveria ter sido o primeiro post deste blogue)
Descartes: da dúvida à certeza (actividade realizada na aula)
TPC do 11º D (para não correr o risco de desaparecer!)
Razões para duvidar, segundo Descartes (texto utilizado na aula)
Descartes: documentário e filme (actividade realizada na aula do 11º D)
Como é que Descartes pretendeu ultrapassar o ponto de vista dos cépticos
O solipsismo e a necessidade de Deus no sistema cartesiano (esquema utilizado na aula)
Penso, logo existo - uma ideia que toda a gente conhece?
Descartes: argumentos para provar a existência de Deus (texto utilizado na aula)
Críticas a Descartes: Ficha de trabalho (corrigida na aula)
A objeção de Kant ao argumento ontológico: a existência não é um predicado
O argumento ontológico: diálogo entre um crente e um ateu
Objeção ao argumento da marca: criar a ideia de perfeição é diferente de criar a própria perfeição
Os conceitos cartesianos de intuição e dedução
A matemática é a priori mas não é inata
Bom estudo!
sábado, 8 de fevereiro de 2014
Matriz do 3º teste de Filosofia: turmas B e C do 10º ano
Objetivos:
1. Discutir o problema do livre-arbítrio e justificar a opinião própria sobre o assunto.
2. Explicar o que é a Ética.
3. Distinguir Metaética, Ética Normativa e Ética Aplicada.
4. Explicar o que são valores.
5. Distinguir juízos de facto e juízos de valor.
6. Perceber o problema da objetividade dos juízos de valor morais.
7. Explicar a tese defendida pelo Subjetivismo moral.
8. Explicar os argumentos a favor do Subjetivismo moral.
9. Explicar as objeções ao Subjetivismo moral.
10. Explicar os conceitos de cultura, diversidade cultural e etnocentrismo.
11. Explicar a tese defendida pelo Relativismo cultural.
12. Explicar os argumentos a favor do Relativismo cultural.
13. Explicar as objeções ao Relativismo cultural.
14. Explicar a tese defendida pelo Objetivismo moral.
15. Explicar os argumentos a favor do Objetivismo moral.
16. Explicar as objeções ao Objetivismo moral.
17. Comparar e discutir as três teorias.
18. Justificar a opinião própria sobre o problema da objetividade dos juízos de valor morais.
19. Construir argumentos válidos a partir de ideias apresentadas.
20. Conhecer exemplos ilustrativos das ideias referidas.
Duração: 90 minutos.
Leituras:
Páginas indicadas do manual 50 Lições de Filosofia e do Caderno do Estudante.
Problema do livre-arbítrio: Matriz do 3º mini teste: turmas B e C do 10º ano
Subjetivismo moral:
Onde está o mal?
Subjetivismo moral: a moralidade é algo muito pessoal
Relativismo cultural:
O que vamos almoçar: larvas ou sardinhas?
Nós…
O bem e o mal dizem apenas respeito à sociedade e à cultura?
Enterrar viva uma pessoa é errado ou isso é relativo?
Uma tradição admissível, segundo os relativistas culturais
A tolerância não implica o relativismo
A ideia de que todas as ideias são preconceituosas não será também preconceituosa?
Qual é, afinal, a tradição?
Se há progresso moral, o relativismo é falso
Algumas regras morais são universais
Objetivismo moral:
A divergência de opiniões é incompatível com a objetividade?
Tem razão quem se apoiar nas melhores razões
Objectivismo Moral
quinta-feira, 6 de fevereiro de 2014
Se há progresso moral, o relativismo é falso
Se o relativismo cultural fosse verdadeiro, não faria sentido falar de progresso moral.
Por exemplo: o facto de as mulheres há décadas atrás não poderem votar e hoje já poderem (em muitos países) é habitualmente visto como um mudança positiva, como um progresso. Ver essa mudança como um progresso parece ser algo muito plausível e sensato. Mas isso implica uma comparação entre os padrões culturais atuais e os padrões culturais de épocas anteriores (que eram aceites pela grande maioria das pessoas) e a afirmação de que, pelo menos nesse aspeto, as sociedades atuais são melhores que as sociedades do passado. Ora, segundo o relativismo cultural, esses juízos transculturais não são – supostamente - possíveis (pois quando tentamos fazê-los limitamo-nos a exprimir a nossa própria cultura) 1.
Há vários outros exemplos semelhantes: a escravatura, os direitos das crianças, etc.
Como esses exemplos mostram, temos boas razões para falar da existência de progresso moral. Por isso, o relativismo cultural muito provavelmente não é verdadeiro.
Harry Grant Dart, "Why Not Go the Limit?", na revista Puck, em 1908.
O cartoon é uma paródia do movimento sufragista, ou seja, das pessoas que defendiam o direito das mulheres votarem2. O desenho é bom, mas incorre claramente na falácia da derrapagem (também conhecida por bola de neve ou declive escorregadio).
1 James Rachels, Elementos de Filosofia Moral, tradução de F. J. Azevedo Gonçalves, Lisboa, 2004, Colecção Filosofia Aberta, Edições Gradiva, pp.41-42.
2 The Appendix.
sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
sábado, 28 de setembro de 2013
Ambiguidades
Diz-se que uma frase é ambígua quando exprime mais do que uma proposição. A ambiguidade é semântica se resulta do facto da frase conter palavras com mais do que um significado. Por exemplo: “A Maria Francisca Botão mostrou-me as notas” tanto pode referir-se a classificações escolares como a dinheiro. (Outro exemplo aqui.) Mas a ambiguidade é sintática se resultar – como sucede no cartoon com a frase “João viu o homem com o telescópio” – do modo como as palavras estão ligadas.
Cartoon de Ben Rosen.
domingo, 11 de agosto de 2013
sábado, 20 de julho de 2013
domingo, 14 de julho de 2013
Não pensas, logo não existes
O cartoon não capta bem o que Descartes queria dizer com o “penso, logo existo”, mas tem muita graça.
Fonte: o blogue Filosofia Hoje.
segunda-feira, 1 de julho de 2013
sábado, 13 de abril de 2013
Sinto, logo existo?
Apanhar um tiro e sentir dor não prova que a res extensa (no caso refere-se ao corpo, mas significa as coisas físicas em geral) seja real. O “penso, logo existo” escapa ao génio maligno mas o “sinto, logo existo” não, pois…
domingo, 3 de março de 2013
Penso, logo não cozinho!
Falando a sério: a necessidade de realizar muitas tarefas domésticas está longe de favorecer o estudo e a reflexão, pelo que não é preciso recorrer a um cenário cético para, ocasionalmente, o jantar não existir.
sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013
Como são parecidas a ilusão e a realidade!
“Os erros percetivos podem ser divididos em dois tipos: ilusões e alucinações. As ilusões dão-se quando objetos percecionados, apesar de existirem, possuem propriedades distintas das percecionadas. As alucinações dão-se quando os objetos percecionados nem sequer existem. (…)
Imagine-se que ao entrar numa sala vejo aquilo que me parece ser uma cadeira azul e que, sem saber, estou sob a ilusão de que a cadeira é azul por causa do modo como a sala se encontra iluminada, e que a cadeira é realmente branca. Da minha perspetiva, a minha perceção ilusória da cadeira azul é indistinguível de uma perceção verídica de uma cadeira azul. (…)
Quando se tem uma alucinação não há qualquer objeto externo responsável pela experiência percetiva. Contudo, do ponto de vista do sujeito a experiência de alucinar um oásis no deserto é indistinguível da experiência de ver um oásis no deserto.”
Célia Teixeira, “Epistemologia”, em Filosofia – Uma introdução por disciplinas, organização de Pedro Galvão, Edições 70, Lisboa, 2012, pp. 114-115.
Enquanto têm uma ilusão percetiva ou uma alucinação, as pessoas muitas vezes não têm consciência desse facto e julgam que se trata de perceções verídicas. Se juntarmos isso à indistinção referida no texto, como podemos garantir – perguntam os céticos - a veracidade das nossas perceções? Como podemos garantir que não estamos a alucinar neste preciso momento ou mesmo sempre?
Hergé, Tintim no País do Ouro Negro, Difusão Verbo, 2000, pág. 19.
Hergé põe os irmãos Dupond a falarem em miragens, mas julgo que na situação apresentada a palavra “alucinação” seria mais adequada, uma vez que as personagens julgam ver coisas que na realidade não existem. Ora, “as miragens, também conhecidas como espelhismo, não são uma alucinação provocada pelo forte calor. Elas são um fenómeno óptico real que ocorre na atmosfera formando diferentes tipos de imagens, podendo inclusive ser fotografado. Tal fenômeno ocorre devido às propriedades de refração da luz.”
Fotografia de uma miragem
Fonte da citação e da fotografia: InfoEscola.
quarta-feira, 13 de fevereiro de 2013
Filosofia do amor
«O amor tem sido entendido por muitos filósofos como fonte de grande riqueza e energia na vida humana. Mas mesmo aqueles que exaltam a sua contribuição têm-no visto como uma potencial ameaça à vida virtuosa. Por esta razão, os filósofos na tradição ocidental têm-se preocupado em apresentar descrições da reforma ou "elevação" do amor, com vista a demonstrar que há formas de conservar a energia e a beleza desta paixão, ao mesmo tempo que se eliminam as suas más consequências.»
Martha Nussbaum, Amor, Crítica [ revista de filosofia ] - http://criticanarede.com/fil_amor.html
(Independentemente de ser ou não Dia dos Namorados, vale muito a pena clicar e ler todo o texto de Martha Nussbaum, que aliás é pequeno.)
